MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sábado, 17 de janeiro de 2009

A lição do ECA

Análise escrita por Sem autoria definida, em 15/01/2009.

Em São Paulo dois casos em uma semana ilustram de maneira clara o resultado do Eca - Estatuto da Criança e do Adolescente- em nossa sociedade.

Um menor de 12 anos é recolhido pela nona vez por roubo de carro. E uma médica do Hospital Pérola Bayton é morta friamente por um adolescente de 14 anos.

Ambos "infratores" estão à salvos da lei, protegidos de seus crimes pelo Eca, uma obra especializada em criar monstros sociais e ainda deixá-los impunes .

Aqueles que redigiram o Estatuto certamente nunca foram pais; o mínimo que ensinamos às nossas crianças é aceitar limites e responsabilidades, pois aquilo que não se aprende na infancia não será colocado em prática quando adulto.

Da mesma forma , a lição que o Eca está a ensinar aos nossos menores é a de que eles tudo podem mas que ninguém pode com eles . Certamente estes garotos também não esquecerão tal aprendizado.

Que sociedade de bandidos estamos a criar no Brasil graças ao ECA? O Estado brasileiro deveria ser responsabilizado por crime de lesa-pátria, já que a pátria somos nós, cidadãos do Brasil.

Mara Montezuma Assaf


Comentario IF

Fruto de mais uma decisão centralista - e não importa que tenha sido "democrática" por ter sido produzida no Congresso -, o Estatuto da Criança e Adolescente tem mais a se lamentar do que comemorar. Todo mundo sabe que a bandidagem passou a utilizar menores na faixa de 16 a 18 anos como escudos - tal como os terroristas fazem - incentivando-os a participarem de crimes, para serem presos e não poderem ser punidos.

A impunidade se torna cada vez mais ousada e a faixa etária foi descendo, para idades nunca antes imaginadas neste País, quando se fala em prática de crimes por crianças.

Nem vamos comentar sobre os outros absurdos provocados pelas múltiplas interpretações que o famigerado estatuto tem induzido, prejudicando a boa e velha educação dada por pais há centenas de anos. Abusos podem ser punidos sem a existência de uma legislação que, por seu positivismo, no sentido juridico, invadiu e anulou competências familiares e criou enormes brechas explorads por advogados de entidades de "proteção aos direitos humanos".

A relativização se proliferou e é mais uma componente da ruptura do tecido social que vem se promovendo no País.

A verdadeira e correta educação de menores começa na Familia, na Comunidade, sem interferência do Estado, e para isso, é óbvio que se faz necessária a descentralização dos poderes, para que estes, no quesito educação, sejam dos pais e da comunidade.

Fonte: http://www.if.org.br/ecos.php