MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Comentários da semana do coronel Gelio Fregapani

Comentário da semana – 11 de janeiro de 2009

Assuntos: Gestão transviada e erros estratégicos

AOS MEUS CORRESPONDENTES

Gestão transviada

As prioridades do ministério da Saúde soam estranhas às pessoas de bom senso. Desde antes do tempo em que o ministro era o Serra que o ministério gastava, para prolongar um ano a vida de um aidético, o que faltava para salvar a vida de dez ou mais maláricos. Agora o min. Temporão mandou comprar 15 milhões de lubrificantes para distribuir aos gays. Distribuiu pênis de borracha e uma cartilha ensinando as técnicas mais prazerosas do sexo anal. Determinou ao SUS fazer cirurgia de mudança de sexo para os travestis. Com direito a dois anos de acompanhamento psicológico para o transexual e para sua família. Falta dinheiro para medicamentos essenciais. Não falta para camisinhas e pênis de borracha. É o que se pode chamar de gestão “transviada”.

Certamente o absurdo financiamento às ONGs através da Funasa é o que causa mais mal ao País. Isto, se não está sendo corrigido ao menos foi aventado. Esse crédito o ministro também merece.

Discussão estéril

Alguns de nossos mais bem informados amigos mandam-me comentários apaixonados sobre as ações israelenses e palestinas. Inútil; “em casa onde falta pão, todos brigam e todos têm razão”. Qual é o interesse para nossa Pátria? – Certamente é evitar que o conflito se estenda aos brasileiros de religião islâmica ou judia. A melhor maneira de se o conseguir é não tomar partido.

Igualmente estéril é a discussão esquerda X direita, tão a gosto de algumas pessoas, num momento em que nossa integridade está ameaçada.

Brasileiros contra o Brasil

Não bastasse a divisão étnica causada por uma política caótica, temos o MST e o MAB apoiando a injusta reivindicação do Paraguai na questão de Itaipu. Certamente apoiarão também a Bolívia e o Equador. Pelo jeito, no caso do Paraguai não cederemos. Quanto a Bolívia não sei.

Nossos políticos parecem acovardados. Na verdade estão apenas desinformados; temos uma herança heróica de desbravamento, conquista e resistência.

Esboçam-se dois novos partidos de ideário nacionalista; um o PND, liderado almirante Gama e Silva e o partido Federalista liderado também por pessoas honradas. Ambos precisam de assinaturas de apoio para permitir o registro. Penso que vale a pena apoiar o registro, mesmo sem se filiar a um deles.

Na “Ilha" da Guiana

Anunciada a suspensão do plano de pavimentação da estrada que liga o país com Brasil, alegando falta de dinheiro. A Guiana levará à frente os planos no caso de receber subsídio ou financiamento a juros baixos (do Brasil). É uma boa oportunidade para corrigirmos um erro estratégico. Esta estrada (e a ponte sobre o rio Tacutu, que construímos), atrairia parte da fronteira norte para o âmbito dos EUA, UK, e Holanda, exatamente os três países que mais pressionam o Brasil. É falaciosa a afirmação que a utilização do porto de Georgetown facilitaria o escoamento dos produtos da Amazônia Ocidental. Georgetown é um porto sem calado e Manaus, melhor e mais acessível, já é “navegação oceânica”.

Outro erro estratégico

O Ministério da Defesa dobrará o número de pelotões de fronteira na Amazônia, mas a diretriz de instalação dos novos postos mudará: Serão apenas"células de vigilância militar", sem preocupação com a "vivificação das fronteiras" - o povoamento da região. Até agora, o traslado de familiares dos militares para a áreas dos pelotões ensejava a criação de pelo menos uma vila no entorno. Os mentores da nova idéia não atinam que sem população brasileira, a terra não será brasileira por muito tempo.

Raposa-Serra do Sol

Verifique só o empenho do min. da (in)Justiça em entregar a área às ONGs, ajudado por enganados ou enganadores do STF: determinou a permanência da Força nacional até 27 de Março, na esperança de usá-la para retirar os brasileiros nem que seja com violência (brasileiros de todas as etnias, inclusive índios desde que discordem do separatista CIR).

Os membros da Força Nacional serão todos substituídos, pois os que estavam no local já haviam compreendido que estavam sendo utilizados contra seu País, contra seu juramento e já apresentavam sinais de discordância. Entretanto o plano não vai funcionar; o julgamento não terminará antes de a crise minar os últimos recursos das ONGs, e da situação do País exigir a manutenção da produção.

A homologação de forma contínua, fechando esse território como nação separada, recusaria a História brasileira de assimilação das tribos em processos que remontam a antes do século XVII. Também não funcionaria porque a população etnicamente índia da Raposa Serra do Sol está em processo acentuado de aculturação e de assimilação, com casamentos mistos e famílias nucleares que se constituem desta maneira. Adotaram as religiões católica, protestante e evangélica, num exemplo claro de transformação de suas religiosidades originárias. A própria advogada de origem indígena, a serviço do CIR no julgamento do Supremo mostra o êxito dessa aculturação.

A economia da região é também reflexo dessa integração, com indígenas que reivindicam suas propriedades particulares recusando terras coletivas e a voltar a uma economia de subsistência.

Entre os motivos de tanta questão de retirar os brasileiros da área certamente o principal é porque uma população brasileira lá quebraria ao meio a pretendida grande nação indígena da Cabeça do Cachorro ao Amapá. Isto indica que o próximo passo dos traidores será a tentativa de acabar com a cidadezinha de Pacaraima. Também não vai funcionar. O Brasil está despertando.

Agora é revelada a presença de material radioativo e de petróleo. Isto não era de nosso conhecimento, mas sim do dos cartéis de Londres. Será este o interesse maior? A pressão será ainda maior com a crise? E nós? Vamos reagir? Certamente que reagiremos, se o nosso povo for informado. Uma luz no fim do túnel: cresce um movimento no Congresso para modificar a lei. Muitos parlamentares já perceberam que as leis atuais, se aplicadas como entendem alguns setores, dividirá o Brasil em nações indígenas, quilombolas e talvez italianas, alemãs, portuguesas, polonesas...

Saudações patrióticas

Na próxima semana trarei novas informações

GF