MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Feliz 2009!

Amigos leitores,

Em 2009, a Resistência continua!

Honrando a Bandeira Brasileira, a única que deve tremular em todos os rincões de nosso majestoso e rico País, que até a natureza nos apresenta para veneração, na foto abaixo,

Feliz Ano Novo!

Félix Maier


Acordo militar Brasil-França: Uma aventura cara

O Estado de S. Paulo

28/12/2008

Uma aventura cara
Uma coisa são as manifestações de entusiasmo do ministro da Defesa, Nelson Jobim, pela assinatura do acordo entre o Brasil e a França para a construção de submarinos, um dos resultados da visita do presidente Nicolas Sarkozy. Outra é o frio texto do documento - que é o que vale. Pelos cálculos do ministro, “no vigésimo ano (de vigência do acordo), vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas”. Essa previsão, contudo, é um mero exercício de wishful thinking.

É política do governo brasileiro, nos últimos anos, só comprar equipamento militar acompanhado de transferência de tecnologia. Essa exigência cria graves limitações para o reequipamento das Forças Armadas de um país que não tem contenciosos internacionais que exijam meios militares abundantes e de última geração. Nenhum fornecedor se dispõe a transferir tecnologia em troca de uma venda relativamente pequena. É esse o caso dos 16 aviões de caça que a Força Aérea tenta comprar há mais de uma década.

Leia texto completo em http://www.naval.com.br/blog/?p=2869&cpage=2

A cirurgia de Dilma Rousseff foi um sucesso...

Governo investiga falsos desaparecidos no Chile

Zero Hora - 30/12/2008

Quatro pessoas consideradas vítimas da ditadura de Pinochet geram constrangimento e chocam o país

É uma situação constrangedora para os defensores dos direitos humanos e para o próprio governo de centro-esquerda do Chile: a Justiça, a pedido do governo, deverá abrir investigação sobre a existência de quatro falsos desaparecidos durante a ditadura militar (1973-1990). Em alguns dos casos, os familiares dos falsos desaparecidos receberam indenizações do governo durante anos.

– Determinei a todas as autoridades responsáveis que concluam a revisão dos casos. Não se podem confundir as coisas. A violação dos direitos humanos é uma vergonha nacional, e não vamos permitir que seja posta em dúvida – disse a presidente Michelle Bachelet.

Michelle recordou que ela mesma foi torturada em um centro de detenção clandestino em 1974, depois da morte do seu pai, o militar Alberto Bachelet, detido após o golpe liderado pelo general Augusto Pinochet, no ano anterior.

Preocupada com a situação e com as conseqüências que ela pode gerar, a presidente pediu "grandeza" às pessoas para não tentar tirar proveito político do "sofrimento de muitas famílias que ainda esperam por verdade e justiça".

O subsecretário do Interior, Patricio Rosende, disse que "as investigações devem ocorrer até as últimas conseqüências, mas – em discurso alinhado ao da presidente – sem que se esqueça que o mais grave é a existência de 1.180 desaparecidos.

Entidades de defesa dos direitos humanos se manifestaram favoráveis às investigações, sempre ressalvando que elas não podem respingar nos dramas humanos resultantes da ditadura chilena. Durante a ditadura militar, cerca de 3 mil chilenos foram mortos ou desapareceram. Outras 50 mil pessoas foram torturadas no país.

Obs.: E no Brasil, quantos seriam os falsos desaparecidos? Muitos dos "desaparecidos" talvez estejam bem vivinhos por aí - aliás, tempos atrás um desaparecido mostrou-se um "aparecido" gozando de muito boa saúde, fato logo abafado pela canalha Ação Entre Amigos (Comissão dos Desaparecidos e Aparecidos). Por que um antigo terrorista sumiria das vistas dos próprios kamaradas? Ora, medo de ser "justiçado" pelos companheiros comunas. Durante os anos da matraca, quem era considerado "traidor", seja por acusação de delação, seja por simples suspeita, era condenado à morte por "tribunais revolucionários", bem ao estilo dos atuais chefões do Comando Vermelho e PCC. A única diferença é que na época ainda não existia o "micro-ondas"... (F. Maier)

A cara do Brasil hodierno

Jarbas Passarinho

Foi governador, senador e ministro de Estado

No começo do impacto da crise financeira, a Europa demonstrava preocupação. Temia os males que certamente o abalo da maior economia do mundo refletiria perigosamente sobre ela. Logo sentiu os efeitos deletérios. Os bancos centrais europeus reuniram-se analisando que medidas excepcionais a economia deviam adotar. Bilhões de euros foram aplicados para evitar a perda de liquidez dos bancos e garantir o crédito, a produção e o emprego. Lula, o sorriso desmentido pelo otimismo irrealístico, não cedia à conjuntura pessimista, o maremoto das finanças do Primeiro Mundo, criando vulto e espaço universal. Ocultava a preocupação com os fatos: produção industrial em queda, parques de montadoras repletos de automóveis sem venda, férias coletivas compulsórias para reduzir a produção estocada, cortes em projetos de investimento, retirada considerável de recursos estrangeiros da bolsa despencando em queda livre, juros na estratosfera, tudo isso não passaria de controlável marolinha. Não se revela quanto o Banco Central já gastou dos 207 bilhões de dólares de nossas reservas — uma conquista inédita em nossas finanças – para impedir o aumento progressivo do dólar e obrigado a socorrer os bancos para aumentar suas reservas e poder estimular os empréstimos.

Leia texto completo em http://www.ternuma.com.br/jpassarinho0839.htm

Amazônia

Ives Gandra Martins

professor de direito e escritor

Creio que, no ano de 2009, a Amazônia será objeto de inúmeras discussões no Brasil e no mundo, por conta de sua riqueza, assim como do tratamento jurídico que os três poderes darão à ocupação de suas terras por brasileiros e por índios, nascidos ou não no Brasil, como também ao problema do desmatamento e exploração de seus recursos.

Na questão indígena já está a Suprema Corte, sinalizando que índios, nascidos ou não no Brasil, terão direito a 13% das terras do país, cabendo aos brasileiros os outros 87%. Os índios, repito, nascidos ou não no Brasil, receberão o equivalente a 13% de todo o território nacional para que possam caçar, pescar e admirar a paisagem, ou seja, quatro estados e meio de São Paulo, sendo que vivem em estágio primitivo no Brasil, aproximadamente, 400 mil.

Só em Raposa do Sol, 18 mil índios receberão 11 cidades de São Paulo, lembrando que, na capital paulista há quase 11 milhões de habitantes! A área administrável de Roraima pelo governo estadual ficará reduzida a sua metade, e abrigará uma população 22 vezes maior do que a que ocupará a reserva!!!

Leia texto completo em http://www.linearclipping.com.br/funai/detalhe_noticia.asp?cd_sistema=45&codnot=594658

O Brasil dos três macacos

Glacy Cassou Domingues

Grupo Guararapes
Fortaleza, 29/12/2008

É por demais conhecida a figura dos três macacos, que um NÃO VÊ, o outro NÃO OUVE e o terceiro, NÃO FALA. Desde a implantação da Nova República, os sucessivos desgovernos nacionais, vêm aprimorando essa figura. Com o governo (?) de Lula, o uso dessa filosofia atingiu seu ápice.

Já em 2004, com o estouro do mensalão, do Caixa 2, o uso da cueca como transporte de dinheiro, que o alto escalão governamental representado pelos TRÊS PODERES, vêm fazendo uso e abusando da figuração dos TRÊS MACACOS.

Hoje, pela telinha mágica do computador, recebi por repasse, um artigo do Coronel Gelio Fragapani. Já havia lido e concordado inteiramente, com seus comentários. O texto mencionado – Fronteiras, perfis, clima e PND – devia ser distribuído nas esquinas, nos sinais, para que o maior número de pessoas ficassem a par do que ocorre nas pocilgas da Esplanada do Planalto.

O Coronel diz que o Ministro do STF teve sua indicação para o cargo como prêmio de consolação, por não ter sido eleito deputado. Seguindo essa linha de ação, o presidente deu-se mal, quando querendo agradar os negros, escolheu o Doutor J. Barbosa para o mesmo tribunal. Como diz o Coronel, neste caso, Lula enganou-se quando o MINISTRO mostrou que era DIGNO do cargo. E muitas vezes, suas atitudes salvaram a imagem daquele PODER.

Outro assunto tratado com maestria é a análise HONESTA, da maracutáia da Amazônia. Já com FHC, vinha sendo alinhavada a VENDA CRIMINOSA daquele “continental” pedaço do Brasil. Através de ONGS mal intencionadas e auxiliadas por brasileiros traidores, à velha Europa que devastou suas florestas para atender às necessidades de progresso, mas não tem um solo rico como a Amazônia, não passou despercebida a corrupta mentalidade dos últimos desgovernos da Nova República, e não perderam tempo para por meios ilícitos, garantir sua política econômica e financeira.

Também foi lembrado o fantasma das mudanças climática, que está assustando o mundo inteiro. Para tratar do assunto, acontecerá em Nova York no próximo mês de março, uma conferência internacional de cientistas e pesquisadores do clima, para tratar do assunto. E um dos meios encontrado para amenizar a calamidade, é o DESMATAMENTO da AMAZÔNIA. Como Lula é o responsável por ela, será um convidado especial. O QUE custará para o Brasil essa reunião?
Como se comportarão os TRÊS MACACOS que representam o DESGOVERNO do Brasil? Recuperarão a VISTA, a AUDIÇÃO e a FALA? Quem arrisca um palpite?

Obs.: O ministro do STF em questão é Ayres Britto. A respeito do currículo petista do relator da Raposa Serra do Sol, leia em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82298

Guerra Israel-Hamás

A GUERRA DE ISRAEL CONTRA O HAMAS: UMA DÚZIA DE IDÉIAS

(Israel's War on Hamas: A Dozen Thoughts)

Daniel Pipes, Diretor do Middle East Forum - http://www.meforum.org/

30 Dezembro de 2008

Publicado originalmente em National Review Online - http://www.nationalreview.com/

1) A Guerra Árabe-Israelense não é uma batalha convencional para o controle de território. Desde 1982 o objetivo principal dos dois contendores no teatro de operações é persuadir o mundo da justiça de suas causas. (Isto é, quem tem o maior número de baixas?).

2) Os Palestinos provaram ser mais competentes na batalha pela opinião pública do que o governo de Israel, conseguindo apoio de várias fontes, com as únicas e decisivas exceções de Israel e dos EUA.

3) Secundariamente, o desafio do Hamas deve ser visto à luz das ambições iranianas de esgotar pelo cansaço a vontade política israelense.

4) Muitos regimes Árabes temem tanto Teerã que eles não se apressam em condenar a Guerra de Israel contra o Hamas, muito menos se atrevem a tomar qualquer atitude prática.

5) Mahmoud Abbas, da OLP, condena as ações de Israel com a mesma intensidade com que torce para que as Forças de Defesa de Israel derrotem o Hamas.

6) O opróbrio moral pelos foguetes Palestinos que chovem sobre as cidades de Israel recai inteiramente sobre os Palestinos e seus financiadores.

7) Israel cometeu erros táticos surpreendentes, incluindo a retirada de Gaza em 2005, anos a fio de passividade frente aos bombardeios incessantes de foguetes sobre seu território e a tácita aceitação do planejado contrabando através dos túneis entre o Egito e Gaza.

8) As Forças de Defesa de Israel aprenderam com os erros táticos cometidos em 2006.

9) Ainda assim, os esforços bélicos de Israel continuam problemáticos. Por exemplo, a declaração de um oficial não identificado de que 'o Hamas conhece nossas demandas e não faz sentido discuti-las em público'. Desde quando alguém pode sinalizar para o inimigo suas intenções militares e esconde-las da sua própria população?

10) O objetivo final de Israel deve ser a vitória militar, e não apenas acabar com o terrorismo.

11) A Administração Bush não deve tentar salvar o Hamas.

12) Nem a de Obama deve fazê-lo.


LEIA TAMBÉM

Stop Talking about Peace and Start Talking about Justice - http://www.ynet.co.il/articles/0,7340,L-3646994,00.html

Clóvis Rossi, O Semi-Revisionista Que Não Lê A Folha De S. Paulo - http://www.deolhonamidia.org.br/Comentarios/mostraComentario.asp?tID=391&from=Mailing

Coronel Silvio Gama diz poucas e boas a um jornalista

Entrevista Extemporânea

Cel Silvio Gama

Eu estava, sexta-feira passada, na sede da Academia Alagoana de Letras, durante o velório no qual pranteávamos o falecimento do confrade Ib Gato Falcão e, contava a um grupo de amigos que ele gostava de me chamar de general, em tom de brincadeira, pensando que a promoção me agradava.

Nesta ocasião, um jornalista que fazia a cobertura do velório dirigiu-se a mim e comentou:

– Professor, tenho acompanhado sua vida literária e nunca soube que o senhor pertence ao Exército. Aproveitando a oportunidade e porque o acho perfeitamente integrado à vida civil, desejo saber como o senhor vê a Revolução de 1964.

Pergunta inoportuna, mas se para ela eu não desse resposta, poderia, o meu silêncio, ser interpretado como uma fuga para evitar uma opinião contrária. Resolvi encarar o curioso e respondi:

– Da Revolução eu acho que foi uma aventura apressada de uma camarilha que desejava entregar o nosso Brasil nos braços de uma ditadura comunista. Porém da Contra-Revolução que ela ensejou, acho que foi uma atitude acertada do Exército, atendendo ao clamor popular.

– Mas a Contra Revolução instalou uma ditadura militar que permaneceu por mais de vinte anos. Ponderou ele.

– Chamam de ditadura um governo democrata que manteve a autonomia dos três poderes; Que manteve o processo eleitoral funcionando; Que respeitou os direitos individuais de todas as pessoas de bem; Que prendeu bandidos e delinqüentes que se escondiam atrás de um falso idealismo, onde o individualismo interesseiro predominava; Que mais trabalhou, comparando-se as suas atividades com as de todos os governos que o antecederam.

– Mais só uma pergunta, coronel – o meu modo decidido e firme com o qual eu dava as respostas, já estava fazendo com que ele colocasse os pontos nos is –, em sua opinião a Contra-Revolução cometeu erros?

– Cometeu um só. O de não ter feito com o bando de assassinos, ladrões de bancos e de carga de caminhões, seqüestradores iguais aos que, hoje, atormentam à nossa população, o mesmo que Fidel Castro fez em Cuba – e que eles tanto aplaudem: eliminação sumária. Só assim estaríamos livres dessa horda de ladrões que, comprando a democracia, situaram-se no poder; saqueia o erário público; se autopremiam com indenizações bilionárias por prejuízos morais inexistentes; incentivam o enriquecimento ilícito e, o que é pior, estão, pelo mau exemplo, promovendo o esfacelamento da ética e da moral na sociedade.


***

Obs.: Cel Silvio Gama é Aspirante de Artilharia, da Turma TUIUTI - 08 Jan 44, da antiga Escola Militar do Realengo, hoje Cel Reformado, renomado escritor, autor de vários livros, em prosa e poesia, por isso que prestigiado membro da Academia Alagoana de Letras.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sobre o medo de ser flagrado lendo Olavo de Carvalho

Ronald Robson

Fantasia Exata, 26 de dezembro de 2008

Se há uma coisa especialmente idiota a acometer muitos dos leitores, ex-leitores, alunos ou ex-alunos de Olavo de Carvalho, é isto: desprezá-lo apenas para posar de diferente. Isso possui um segundo motivo, até compreensível, que comento logo à frente. Mas, de imediato, a causa de tal rejeição parte da sensação de que toda e qualquer pessoa jovem minimamente inteligente a existir hoje, no Brasil, não passa um dia sequer sem ler Olavo de Carvalho. E, ora, você não quer ser só inteligente: você quer ser o mais inteligente. Até aí, não há o que condenar. Obstrução canalha a essa aspiração, todavia, é este meio escolhido para realizá-la: já que todo mundo está lendo Olavo, eu preciso rapidamente digerir tudo o que ele ensinou, começar a ler uns autores nunca citados por ele, e – cereja do bolo – dizer que “Olavo já deu sua contribuição à cultura brasileira, já passou, agora eu e meus amigos é que vamos fazer e acontecer”. É batata: entro em blogs de conservadores e liberais e percebo uma espécie de pacto de silêncio em torno a Olavo após terem chupado seu olho até mais não poder e, sobretudo, até mais não compreender. Isso é de um receio pueril: medo de se tornar caricato, de ter impresso em sua testa a marca dos “novos iguais”. Medo, por exemplo, de criar um perfil no Orkut e entrar em cascata naquelas comunidades correlatas tão ao gosto new conservative brasileiro: Olavo de Carvalho, Mário Ferreira dos Santos, Gustavo Corção, Bruno Tolentino, Otto Maria Carpeaux, José Osvaldo de Meira Penna, José Guilherme Merquior, Ortega y Gasset, Eric Voegelin, René Girard…

Leia texto completo em http://www.olavodecarvalho.org/textos/081226sobreomedo.htm

O perigo que ameaça o Brasil

Osmar JB Ribeiro

O Movimento Indigenista, alimentado por organizações estrangeiras, notadamente européias e muitas delas ligadas, direta ou indiretamente aos respectivos governos, vem crescendo de forma contínua na América do Sul, em especial nos países andinos e no Brasil, com destaque para a Amazônia e, mais recentemente, oeste de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Estados do Nordeste.

Convém não esquecer: a Declaração Universal dos Direitos Indígenas (já assinada pelo governo brasileiro) foi apresentada em Genebra, anos atrás, pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI), ONG supostamente religiosa surgida no Reino Unido e que defende a extinção dos Estados Nacionais.

Na Bolívia, no Equador e no Peru, países nos quais a presença indígena é majoritária, algumas das suas lideranças mais conhecidas e expressivas são:

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82619

Livro O vôo nos garimpos da Amazônia

Prezado Luiz,

Sábado último, terminei de ler o seu livro. Que coisa fantástica a sua vida! Daria para fazer um filme e tanto, um romance de aventuras de primeira linha. Se eu fosse cineasta iria abraçar essa idéia. Quem sabe, ganhando na Mega Sena...

Você, Luiz, tem realmente uma ótima história de vida para contar. Que sorte que colocou tudo num livro, para perpetuar essa lembrança! Se existe um guerreiro, esse guerreiro é você (permita-me que assim o trate). Eu teria desistido logo no início, quando você esteve em apuros no litoral do Paraná, escapando das ondas, para pousar no escuro sabe Deus como! Ali mesmo eu teria aposentado meu brevê!

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82616

P.S.: Luiz J. Mendonça é autor do livro O vôo nos garimpos da Amazônia, Carlini &Coniato Editorial, Coleção Ipê Roxo, Cuiabá, MT, 2008. Pedidos do livro para o autor:

e-mail luizjmendonca@gmail.com

Querem roubar a Amazônia

Izidro Simões

izidropiloto@oi.com.br

Com esse título, a revista AFINAL, publicou extensa matéria, na edição de 11/abril/1989. Versava sobre um plano de ocupação da Amazônia – toda ela – elaborado pelo CHRISTIAN CHURCH WORLD CONCIL – CONSELHO MUNDIAL DAS IGREJAS CRISTÃS - numa reunião realizada em GENEBRA – SUISSA, em 1981, mas só em 1987 o governo brasileiro descobriu esse plano, quando ele já estava em pleno andamento.

Esse plano esteve na mesa de JOSÉ SARNEY, e foi vertido do alemão para o português, pelo tradutor juramentado, WALTER RUDOLPH FRANK, em 22 de julho de 1987, mas o Presidente não acreditou na veracidade dessa trama.

Após a sua saída da Presidência, SARNEY escreveu uma coluna no jornal O GLOBO, edição 26 de junho/ com o título: “Tem Fumaça Tem Fogo”, onde, de certa maneira, desculpa-se por não ter acreditado, razão então do título que deu à matéria, sendo ele um ditado popular que manda desconfiar dos indícios claros que existam em alguma coisa, no caso, o apossamento da Amazônia, por organismos internacionais.

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82614

Leviatã estatal: Homeschooling é criminalizado no Brasil

Tribunal recusa examinar notas dos testes e relatórios psicológicos que provam a eficácia da educação escolar em casa

Matthew Cullinan Hoffman

26 Dezembro 2008

MINAS GERAIS, BRASIL, 23 de dezembro de 2008 (LifeSiteNews.com) — Cleber e Bernadeth Nunes foram condenados por um segundo tribunal civil por educarem seus filhos em casa, apesar de eles terem passado em testes impostos pelo governo que os professores confessaram que eles mesmos não conseguiriam passar.

Uma turma de três juízes no tribunal de segunda instância recusou até mesmo examinar os resultados dos testes, onde os dois filhos de Cleber foram aprovados. Essa série de testes foi muito rigorosa, abrangendo várias matérias, inclusive matemática, geografia, ciência, história, português, inglês, arte e educação física.

“Não podemos permitir a análise aqui da qualidade da educação que está sendo dada em casa, pois a educação escolar em casa jamais poderá substituir a instrução normal”, disse o juiz Almeida Diniz, que fez parte da turma. Os testes foram feitos por ordem de um juiz criminal que está julgando o mesmo caso em seu próprio tribunal.

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82602

As mentiras e a crueldade de Cuba


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Petrobras: o avanço do atraso

ABAIXO O MONOPÓLIO DA PETROBRÁS.

POR UM BRASIL MELHOR

Brasileiros pagam pela gasolina o dobro de americanos

11/12/2008

A Agência Internacional de Energia (AIE) divulgou, nesta quinta-feira, que o preço do litro da gasolina no Brasil é bem maior do que na Austrália e no Canadá, por exemplo, e é o dobro do aplicado nos Estados Unidos.

No varejo, em novembro, o litro do combustível custava US$ 1 no Brasil, enquanto ficava em US$ 0,50 nos EUA. Já em outros países desenvolvidos variava entre US$ 0,50 e US$ 0,75.

A Turquia é o país com o valor do litro mais alto, US$ 1,75. Holanda, Noruega, Finlândia, Alemanha também têm o preço do combustível alto, uma vez que a pressão de ecologistas nestes países é forte.

Apesar de nas últimas semanas o preço do barril de petróleo ter diminuído US$ 100, uma queda acentuada, os consumidores não tiveram menores custos, de maneira geral. De acordo com a AIE, governos asiáticos aproveitam a mudança do valor para adotar algum tipo de controle de preço, inclusive por razões políticas.

Em nossa opinião o preço alto que pagamos no Brasil, o dobro do preço de mercado, reflete:

1. O absurdo de um produto essencial ser entregue a um monopólio.

2. A ineficiência da Petrobras.

Obs.: Embora o monopólio da Petrobras tenha sido quebrado durante o governo FHC, na prática a Petrobras monopoliza e irá monopolizar a produção/refino de óleo por muito tempo, quiçá por toda a eternidade (F. Maier).

Ainda sobre a marolinha do Babalorixá de Banânia

Crise mundial gera perda de R$ 871 bilhões na Bolsa brasileira

da Folha Online
29/12/2008 - 12h24

Entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano, a Bolsa brasileira perdeu R$ 871 bilhões em valor de mercado, segundo cálculo da consultoria Economática divulgado nesta segunda-feira. As 323 empresas de capital aberto valiam cerca de R$ 2,097 trilhões, se considerado o preço das ações em circulação em dezembro do ano passado. Com a crise mundial, essa cifra total caiu para R$ 1,225 trilhão.

A Petrobras foi responsável por boa parte dessa redução: o valor de mercado da gigante estatal reduziu R$ 209 bilhões entre dezembro de 2007 e o mesmo mês de 2008.

A perda representa 41,5% do valor de mercado da Bolsa brasileira ou, na comparação da Economática, corresponderia a duas empresas do porte da Petrobras, considerando seu "preço" no final de 2007. Ou ainda, mais de duas vezes todo o valor de mercado do setor bancário representado na Bovespa (27 instituições).

O setor mais "punido" foi o da construção: o valor de mercado das 29 empresas acompanhadas pela consultoria caiu 72,4% neste ano. Logo atrás, o segundo setor mais afetado foi o de papel e celulose, em que o valor de mercado das empresas encolheu 68,3%.

A maior perda nominal, no entanto, foi registrada para as empresas do setor de petróleo e gás. O valor de mercado reduziu R$ 210 bilhões entre 31 de dezembro de 2007 e 26 de dezembro de 2008.

Rio de Janeiro: Tá tudo dominado!

TÁ TUDO DOMINADO!
DIGA-ME ONDE MORAS E EU TE DIREI QUEM ÉS!

(Texto de autoria desconhecida, recebido de Osmar JB Ribeiro)

Veja o seu bairro e descubra como você mora mal...


Lapa:

Historicamente ocupado por prostitutas, drogados, mendigos, travestis e cafetões. Hoje em dia é ocupado por jovens pseudo-prostitutas, drogados, mendigos, travestis e cafetões, mas de família. A Lapa faz parte da boemia carioca, aonde existe de tudo lá, seja de pessoas ou de ritmos. Na verdade, só existem mais cariocas marrentos e muito Funk.

É dominada pelo tráfico.


Glória e Catete:

Bairros ultrapassados. Num passado jurássico, já foram bairros luxuosos, mas com o passar dos anos, tanto luxo e requinte esvaíram-se.Hoje são bairros de passagem, habitados por velhos falidos ou emergentes que não têm grana pra ir no mínimo pra Copacabana, mas vão morar lá pra dizerem que são da zona sul.

Dominados pelo tráfico.


Conheça o resto da cidade, bairro por bairro, clicando em http://dominiocultural.com/ver_coluna.php?id=9677

Palestina, a farsa

Yoshiro Shagamori

Uma interessante visão japonesa

Os japoneses têm olhos oblíquos, mas vêem as coisas com muita direção. Um cidadão japonês de Tóquio enviou esta carta a um jornal local:

Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos, ou gerações, e está registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:

- Quando foi fundada e por quem?

- Quais eram as suas fronteiras?

- Qual a sua capital?

- Quais eram as suas grandes cidades?

- Qual era a base de sua economia?

- Qual a sua forma de governo?

- Você pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?

- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora, não deixa margem a interpretações?

- Qual era a língua falada no país Palestina?

- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?

- Qual o nome de sua moeda?

- Escolha uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, marco, etc.

- Desde que tal país não existe hoje, explique porque deixou de existir?

- Se você lamenta o destino da pobre Palestina, responda em que época este país foi orgulhoso e independente?

- Se o povo que você, por engano, chama de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a devastadora derrota na Guerra dos Seis Dias?

- Espero que você não venha a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.

Limpeza demográfica

Félix Maier

8/2/2001

Nos últimos anos, tornou-se comum o uso da expressão “limpeza étnica” para designar a perseguição contra muçulmanos promovida pelo então Presidente Milosevic, da Iugoslávia, especialmente contra os muçulmanos da Bósnia-Herzegovina e, mais recentemente, do Kosovo.

Na verdade, não foi propriamente uma perseguição do tipo nazista contra um determinado povo, contra uma determinada etnia. Milosevic, após a guerra fria, pretendia manter unida toda a antiga Iugoslávia, composta por seis nações e duas províncias, federação reunida e mantida a mão de ferro pelo regime comunista do Marechal Tito, que se manteve independente de Moscou com seu peculiar sistema de “co-gestão” instituído nas unidades produtoras do país.

Quando a União Soviética se desintegrou, acarretando inicialmente a independência dos países bálticos, em seguida a da Ucrânia e de outros estados da antiga União, alguns Estados federados da Iugoslávia seguiram a mesma tendência desse efeito dominó, começando pela Eslovênia, depois a Croácia, e prosseguindo com a Bósnia-Herzegovina e, mais recentemente, a província do Kosovo. Como na Bósnia e no Kosovo as populações são de maioria muçulmana, e como a Iugoslávia empreendeu campanhas contra estes países, perseguindo e matando a população que lutava pela independência, como ocorre em qualquer guerra desse tipo, começou-se a falar em “limpeza étnica”.

Seria então também uma “limpeza étnica”, se o Governo brasileiro empreendesse, por exemplo, uma campanha militar contra um hipotético Rio Grande do Sul revolucionário, que lutasse pela sua independência, somente pelo fato de a maior parte de sua população ser de origem italiana e alemã?

Leia texto completo em http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=625&cat=Ensaios&vinda=S

O Brasilistão do governo Lula defende o Hamastão

Félix Maier

Na foto de cima vê-se o lançamento de um foguete contra Israel, feito a partir de área densamente povoada na Faixa de Gaza. Na outra foto, vê-se a retaliação das Forças Armadas de Israel.

Quem é o principal culpado por esta escalada de violência: Israel, que revidou a agressão, ou o Hamás que há semanas vem atacando o Sul de Israel com centenas de foguetes, ocasionando vítimas fatais?

A imprensa, tanto nacional, quanto internacional, critica o "excesso de força" empregado por Israel contra a Faixa de Gaza, refém há mais de um ano do grupo terrorista Hamás. Ora, todo país tem o direito de se defender, principalmente contra ataques sistemáticos dos seus inimigos, como ocorre com Israel. O que querem esses novos peaceniks, que Israel oferecesse uma courbelle de flores aos terroristas, como fez o ridículo movimento Viva Rio, que subiu a Rocinha distribuindo rosas, como se os traficantes fossem entregar os fuzis?

Infelizmente, o Brasilistão do governo Lula defende o Hamastão. Sempre foi assim. Lula tem uma predileção especial por governantes ditatoriais, como Fidel Castro e Hugo Chávez. Em sua excursão de férias pelo Oriente Médio, Lula - além das Pirâmides do Egito - fez uma visita de lambe-botas aos ditadores da Líbia e da Síria, mas esqueceu-se de passar por Israel, um país democrático. É uma prova definitiva de que Lula prefere a amizade de bandoleiros e terroristas, não dos democratas.

Leia mais sobre a operação israelense em http://www.terrorism-info.org.il/malam_multimedia/English/eng_n/html/hamas_e020.htm

Veja prédio atingido por foguete palestino - http://www.youtube.com/watch?v=q-R5WmL0w-0&eurl=http://www.pletz.com/blog/


P.S.: Para quem não sabe, eu chamo o Brasil atual de "Brasilistão", uma mistura de Brasil com Afeganistão, devido à política esquerdista de criar guetos diversos em nosso território, como os bantustões de triste memória da África do Sul da época do Apartheid. Os bantustões indígenas, quilombolas e do MST estão sendo feitos dentro dos moldes das kolkhoses (fazendas coletivas) da extinta União Soviética, em que a União é detentora das terras, cabendo à senzala apenas seu usufruto.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Novo factóide esquerdista: queima de papéis secretos

Atas revelam que ditadura queimou papéis secretos

Folha de S. Paulo - 29/12/2008

RUBENS VALENTE

"Termos de destruição" registram a incineração de pelo menos 39 ofícios sigilosos

Coronéis reformados do Exército que acompanham as incinerações em Brasília afirmam que atos eram de rotina e persistem até hoje

Documentos entregues pela União ao Arquivo Nacional de Brasília, ligado à Casa Civil, revelam que pelo menos 39 papéis secretos produzidos pelo Exército e pelo Emfa (Estado-Maior das Forças Armadas) foram incinerados pela ditadura militar entre o final da década de 60 e o início dos anos 70.

Nos arquivos do CSN (Conselho de Segurança Nacional), que a partir de 2006 foram transferidos para o Arquivo, a Folha localizou quatro "termos de destruição", três do ano de 1969 e um de 1972. Criado em 1937, o CSN se tornou, por meio de uma lei de 1969, o "órgão de mais alto nível de assessoramento direto do presidente da República, na formulação e na execução da política de segurança nacional".

Extinto nos anos 80, o CSN participou de momentos decisivos da ditadura militar, como a decretação do Ato Institucional número 5, em 13 de dezembro de 1968, que aumentou as restrições às liberdades civis.

Nos termos de destruição datados de 1969 aparecem as datas em que os papéis queimados foram produzidos, todos anteriores ao golpe de 1964. Pelo menos cinco deles eram classificados como "ultra-secretos", que é o mais alto grau de sigilo nos papéis produzidos pelo serviço público. Pela lei atual, precisariam ter ficado pelo menos 30 anos sob sigilo.

Datados de maio, junho e julho de 1961, os papéis incinerados poderiam conter informações acerca do governo de sete meses de Jânio Quadros (1917-1992), que renunciou ao cargo em agosto daquele ano.

Os temas de alguns desses papéis queimados foram relatados genericamente nos termos de destruição. Eram uma "diretriz de contra-informação", produzida pelo Estado-Maior das Forças Armadas, uma "ação repressiva", uma "ação preventiva", um "plano de comunicação de emergência" e um "plano de transporte" de emergência.

O termo de destruição do ano de 1972 é ainda mais vago. Relata a incineração de 34 papéis considerados sigilosos, porém identificados apenas por códigos alfanuméricos.

Testemunhas

Para documentar as incinerações, a ditadura produzia atas assinadas pelos responsáveis pela guarda dos papéis. Em 1969, o responsável era o chefe-de-gabinete da Secretaria Geral do CSN, o coronel José Machado Bellas, falecido há cerca de quatro anos, que por sua vez obedecia a ordens do então secretário, o general Jayme Portella. Em 1972, o responsável pela guarda era o então coronel Lourival Massa da Costa, também já morto, cujo chefe era o general João Baptista Figueiredo, tornado presidente da República em 1979.

Conforme descrito nos termos, as ordens para a destruição dos documentos eram determinadas por ofícios igualmente secretos. Diziam estar baseadas na lei em vigor, o "Regulamento para a Salvaguarda dos Assuntos Sigilosos".

Os atos de destruição eram testemunhados por dois militares de patentes inferiores.
A Folha localizou, por telefone, dois desses militares, o coronel reformado Ronaldo Rainho da Silva Carneiro, então chefe da Seção de Documentação e Pessoal do CSN, e seu substituto na função, o também coronel reformado Gustavo Manoel Fernandes Júlio.

"Não tenho mais nada a acrescentar, a não ser isso: eu era capitão, da área administrativa. Eram só assuntos administrativos. Era um órgão subordinado à Presidência", disse o coronel Rainho.

Sobre a destruição dos documentos, primeiro afirmou: "Nunca vi isso, no meu tempo não existia isso. Eu era muito jovem nisso. Não tenho o que acrescentar". Após a Folha ler um dos termos de destruição com sua assinatura, Rainho se lembrou: "Isso é rotina das unidades militares, isso acontece hoje em dia. Todo ministério, quando chega uma determinada época, pelo menos era assim, não se vai guardando tudo o que interessa, senão vira uma loucura. Hoje em dia, qualquer coisa, para ser feita, é feita em comissão. Não perca seu tempo nessa linha, não tenho nada a acrescentar".

Combate

O coronel Gustavo Manoel Fernandes Júlio disse, por telefone, que os atos de destruição de papéis ocorreram "num dos andares do antigo Estado-Maior das Forças Armadas, na Esplanada dos Ministérios". Júlio estava lotado na Secretaria Geral do CSN.

"A Secretaria Geral é que fazia os estudos para o presidente da República, tudo que era pedido ao presidente, ministros apresentavam anteprojeto de lei, qualquer coisa, o presidente mandava estudar na Secretaria Geral, que estudava o assunto e levava ao presidente uma solução ou duas ou três linhas de ação para o presidente decidir. Eu só recebia documentação e distribuía."

Sobre os termos em que seu nome aparece, Júlio disse serem atos burocráticos. "Isso aí, colocavam o nome da pessoa. A gente faz a incineração desse material, aí coloca-se o nome: "Olha, vou colocar o seu nome lá para servir como testemunha". Tudo bem, e a gente confiava, cada um confiava no outro", argumentou o coronel.

"Com toda sinceridade, não sei lhe dizer por que era feito. Às vezes documento que já perdia a validade, todo documento que perde a validade aparece outro documento que torna aquele sem valor, então a gente faz [a incineração]".

E qual era o conteúdo dos papéis queimados? "Tratava-se de tudo. Tudo que se falava, saía no jornal. Negócio de censura é conversa fiada. Eles podiam saber das coisas lá. Saía no jornal, havia repórteres que iam ao Palácio e tudo. Na secretaria acho que não, mas no Palácio sim. Então tinham conhecimento de tudo. Isso tudo já passou."

Pelo raciocínio de Júlio, Médici foi levado a um enfrentamento com a esquerda armada. "De todo esse período, o maior presidente, que aliás a história depois vai [reconhecer], chama-se Emílio Garrastazu Médici, que é injuriado só porque combateu esse pessoal de esquerda que só queria trazer o comunismo para o país. Ele não quis essa guerra. O país foi assolado por essa turma. Então ele teve que combatê-la. E acabou com a história."


***

Obs.: Tudo não passa de mais um factóide esquerdista, porque o antigo RSAS previa a destruição de documentos sigilosos:

"Seção 6

Destruição

Art. 70. À autoridade que elabora documento ULTRA-SECRETO, SECRETO ou CONFIDENCIAL, ou autoridade superior, compete julgar da conveniência da respectiva destruição e ordená-la oficialmente.

§ 1º Os documentos RESERVADOS não controlados serão destruídos por ordem da autoridade que os tenha sob custódia, desde que, perdida a oportunidade ou a utilidade, sejam por ela julgados desnecessários.

§ 2º A autorização para destruir documentos sigilosos constará do seu registro.

Art. 71. Os documentos sigilosos serão destruídos pelo responsável por sua custódia, na presença de duas testemunhas.

Art. 72. Para a destruição de documentos ULTRA-SECRETOS e SECRETOS, bem como de CONFIDENCIAIS e RESERVADOS controlados, será lavrado um correspondente "Termo de Destruição", assinado pelo responsável por sua custódia e pelas testemunhas, o qual, após oficialmente transcrito no registro de documentos sigilosos, será remetido à autoridade que determinou a destruição e ou à repartição de controle interessada."

Veja o documento integral do RSAS ((Revogado pelo Decreto nº 2.134, de 24 de janeiro de 1997) em http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=187&sid=54&tpl=printerview

F. Maier

Sucesso do lançamento do VLS-1


A mídia não noticiou

Jorge Cortás Sader Filho

23.12.2008


Excessivamente preocupados com a crise financeira, os órgãos de informação brasileiros não informaram o sucesso do lançamento do míssil espacial VLS-1, feito com sucesso no dia 20 de outubro de 2008, partindo da base de São José dos Campos, e não de Alcântara, como era costume.

A última experiência foi desastrosa. Com problemas de pré-ignição, o lançamento fracassou dando causa a incêndio que destruiu grande parte da base maranhense, além de matar 21 pessoas. Grande lástima, sem dúvida. O sucesso é auspicioso. Vai permitir o lançamento de satélite geoestacionário, proporcionando ao país facilidade nas comunicações, principalmente.

O lançamento foi assistido pelo Ministro da Defesa, Nelson Jobim e pelo Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juni Saito. Não se entende a causa da notícia não ter sido divulgada na imprensa. Pode acreditar-se que para muitos países não interessava o Brasil ser capaz de colocar satélites em órbita, o que significa também o seu notável desenvolvimento bélico, pois mísseis de muito longo alcance não são bem vistos pelas nações que não os possui. Mesmo as poderosas potências, que além do vetor têm a ogiva nuclear, não ficam muito satisfeitas quando um fato desta natureza é atingido.

É sabido pela comunidade mundial que o Brasil não desenvolve corrida armamentícia, e não possui artefatos nucleares agressivos, mas pode construir em pouco tempo, já que a tecnologia permite com folga que eles sejam construídos em pouco tempo.

Talvez tenha sido esta a razão do fato não ter sido divulgado com alardes. Vizinho nossos podem interpretar o sucesso como uma ameaça, quando na realidade o fato não é este. Quem acompanha o lançamento dos "Sacis", sempre com fracasso, sabe disto.

Foi um feito respeitável, sem dúvida. São muito poucos países capazes de operações de tamanha envergadura, e é uma consolidação dos velhos so nhos dos cientistas brasileiros, que estão de parabéns.

O Brasil, apesar dos pesares do mundo e dele mesmo, caminha fácil para um futuro de brilho. Todo este trabalho vem sendo desenvolvido com auxilio da tecnologia russa, de acordo com um protocolo firmado entre Brasil e Rússia. Segundo este acordo, os russos auxiliam na transferência de tecnologia de ponta, e o governo brasileiro compromete-se a emprestar a base de Alcântara, para o lançamento de mísseis russos. A base está próxima a linha do Equador, o que facilita os lançamentos e diminui os gastos.

Fonte: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/23-12-2008/25666-foguetevls-0

Obs.: VLS significa Veículo Lançador de Satélites. Veja a cronologia dos testes do VLS em http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/vlsa.htm (F. Maier).

Carta-desabafo de um brasileiro

Folha de Londrina - 29/12/2008

SAUDADE DOS GENERAIS

A DEMOCRACIA NÃO DEVERIA NOS GARANTIR O DIREITO BÁSICO DE IR E VIR? ELA NÃO DEVERIA NOS GARANTIR ESCOLAS PÚBLICAS DE BOM NÍVEL? NÃO DEVERIA NOS GARANTIR ENTENDIMENTO HOSPITALAR GRATUITO E COM UM MÍNIMO DE DIGNIDADE? NÃO DEVERIA NOS GARANTIR A SEGURANÇA PÚBLICA DENTRO DE UM PADRÃO MÍNIMO ACEITÁVEL? TEMOS? SOMOS DIRIGIDOS E REPRESENTADOS POR UMA QUADRILHA ORGANIZADÍSSIMA, DE CORPORATIVISMO EXTREMADO QUE AO INVÉS DE LEGISLAR E GOVERNAR PELO BEM DA COMUNIDADE QUE REPRESENTA SÓ DEFENDE E GARANTE SEUS PRÓPRIOS OBSCUROS INTERESSES. QUE SAUDADES DA DITADURA!

LUIZ SILVIO BATISTA (COMERCIANTE) - CORNÉLIO PROCÓPIO

O primeiro aniversário da TV Lula


O aniversário da TV Lula

Publicado em 29/12/2008

Completou 1 ano neste fim de 2008 o funcionamento da TV Brasil, a emissora que o presidente criou por medida provisória e logo apelidada de TV Lula. Idealizada para constituir uma grande rede nacional, por meio da qual, livre do sustento e da influência dos comerciais que alimentam as televisões privadas, seu objetivo declarado seria o de levar ao público uma programação de qualidade superior, voltada especialmente para a educação e a cultura. Apesar da boa intenção, ela nasceu sob o signo da desconfiança de que seria mais um símbolo do desperdício e da ineficiência próprios da gestão estatal e de que não passaria de mais um instrumento a serviço da máquina de propaganda do governo custeado com vultosos recursos públicos.

Os céticos de então comemoram hoje o acerto de suas previsões sombrias. Só no seu processo de implantação, a TV do Poder Executivo custou aos cofres públicos R$ 350 milhões. Valor próximo será despendido sucessivamente anos afora para sua manutenção em razão da síndrome de elefantíase que costuma afetar as iniciativas do Estado – um conhecido e reconhecido gastador pouco preocupado com resultados. São 250 funcionários que, em meio a movimentos grevistas, reivindicações trabalhistas, desavenças internas e até demissões por motivos políticos, conseguiram levar a imagem da emissora a apenas 52 dos 5.500 municípios brasileiros nestes 12 meses de funcionamento. E a audiência? Menos de 1% segundo os institutos de pesquisa.

Leia texto completo em http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=842225&tit=O-aniversario-da-TV-Lula

Obs.: A foto acima foi retirada do site Movimento Ordem e Vigília Contra a Corrupção - http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2008/12/o-aniversario-da-tv-lula.html

Humor: Leia "Programação da TV Lula" em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=57439

Pobres alunos, brancos e pobres...

OPINIÃO

O Estado de S. Paulo

Segunda-Feira, 29 de Dezembro de 2008

Pobres alunos, brancos e pobres...

Sandra Cavalcanti

Entre as lembranças de minha vida, destaco a alegria de lecionar Português e Literatura no Instituto de Educação, no Rio. Começávamos nossa lida, pontualmente, às 7h15. Sala cheia, as alunas de blusa branca engomada, saia azul, cabelos arrumados. Eram jovens de todas as camadas. Filhas de profissionais liberais, de militares, de professores, de empresários, de modestíssimos comerciários e bancários.

Elas compunham um quadro muito equilibrado. Negras, mulatas, bem escuras ou claras, judias, filhas de libaneses e turcos, algumas com ascendência japonesa e várias nortistas com a inconfundível mistura de sangue indígena. As brancas também eram diferentes. Umas tinham ares lusos, outras pareciam italianas. Enfim, um pequeno Brasil em cada sala.

Todas estavam ali por mérito! O concurso para entrar no Instituto de Educação era famoso pelo rigor e pelo alto nível de exigências. Na verdade, era um concurso para a carreira de magistério do primeiro grau, com nomeação garantida ao fim dos sete anos.

Nunca, jamais, em qualquer tempo, alguma delas teve esse direito, conseguido por mérito, contestado por conta da cor de sua pele! Essa estapafúrdia discriminação nunca passou pela cabeça de nenhum político, nem mesmo quando o País viveu os difíceis tempos do governo autoritário.

Leia texto completo em http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081229/not_imp300081,0.php

Do tenentismo ao capitanismo, um só interesse

Por Fabiano Azevêdo (*)

Li ontem com preocupação a entrevista que um capitão do Exército concedeu ao jornal Folha de São Paulo. Seu interesse de lançar seu nome nacionalmente em uma plataforma política considerando a necessidade de democratizar as forças armadas, persi já estaria vazia, visto que não há instituição nacional permanente mais democrática que a de defesa, nesta incluíndo a Marinha, o EB e a FAB. Conheço particularmente o EB, instituição a que faço parte com muito orgulho há quase trinta anos e que me serviu de esteio cultural desde os dez anos de idade, no saudoso colégio militar de Fortaleza.

Julgo que o referido capitão entrevistado foi mais além em sua retórica e diz-se interessado em que haja um revisionismo na estrutura disciplinar castrense. Ora, as duas colunas de sustentação da vida militar são a hierarquia e a disciplina, conceito esse pacificado em lei datada de 1980. Antes de qualquer crítica às minhas palavras, quero estabelecer que não estou na condição de advogado do exército, nem quero desfigurar o que pretende o capitão em tela. Apenas acho que não deve esse episódio passar de maneira vazia por parte das mentes pensantes das instituições militares, principalmente por parte dos profissionais da ativa.

Todos os preceitos que regem a vida militar têm uma destinação e têm uma fundamentação. O que propõe o oficial candidato que concedeu a entrevista à Folha? ele pede um abrandamento das punições disciplinares, num contexto de apoio de sua plataforma política, segundo ele já consolidada, aos candidatos propostos pela agremiação a que pertence o presidente da república. Pede também a não criminalização de movimentos sociais, uma América Latina integrada e outras coisas, através de respostas evasivas em que dificilmente respondeu o que a jornalista questionou na realidade.

Segundo o entrevistado, o regulamento disciplinar é inconstitucional, mas pelo visto não leu o que a constituição atribui como especificidades da vida militar nos incisos do parágrafo 3º do Art 142, principalmente o inciso X, que fala: "X - a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra..."

Como vemos, ao leigo é permitido tergiversar. Lembro, não estou advogando as causas do exército, até porque há doutos pagos para isso. O leitor poderá questionar se há falhas na instituição. Há e são próprias do julgamento humano. Não há, porém, extrapolação, pois o mesmo regulamento e os códigos que regem a fiel observância da hierarquia e disciplina, também caracterizam e enquadram o mau julgador, o mau árbitro das falhas humanas. Há outras falhas que são compensadas pelo que de principal temos em nossa profissão sacerdócio: o amor à Pátria. Não que o capitão tenha deixado seu patriotismo de lado. Está, a meu ver, iludido.

Vejo que o revisionismo disciplinar por ele pretendido é só um pano de fundo, interessando ao capitão e seu grupo, creio eu, o estabelecimento de um apoio irrestrito à causa partidária do chefe do executivo. Esse viés ficou bem elucidado em suas afirmações categóricas de solidariedade ao que ele chamou de Lula desenvolvimentista. Entendo que ao ser humano é lícito politizar-se, até porque a política está nos entremeios da rotina do ser humano que vive num regime de liberdade democrática. E a democracia pressupõe a alternância no poder, coisa que vejo como não ser do interesse do atual status dominante.

E sustento esta tese do apoio incondicional à causa petista, nas afirmações feitas por ele no sentido da não criminalização de movimentos sociais, integração continental e decisão do grupo em apoiar o candidato do desenvolvimentista Lula. Ora, o que há de convergência entre a disciplina militar prestante, a bandalheira promovida pelos movimentos ideologicamente e financeiramente patrocinados pelo PT, a apologia do bolivarianismo e a solidariedade à coisa petista? tudo. Tudo, amigo. E quanto mais a opinião pública leiga e inocente for bombardeada por lavagens cerebrais como a que veio à mídia neste domingo passado, mais convergiremos para a socialização do querer, do achar e do pensar.

Ora, se um capitão do exército julga lícita a bolivarianização continental, por que eu, bancário, comerciante, professora, arquiteto, contribuinte e vacinado não julgarei lícita também e passarei também a achar que o presidente é um sujeito desenvolvimentista?! acordai, ó zumbis. Nossa capacidade de ver e entender os contraditórios cada vez mais está sendo dominada pelos ditames do politicamente correto e do politicamente publicado.

E minha indignação se transforma em repúdio quando vejo que um indivíduo que foi formado sabendo dos desmantelos promovidos pela esquerda mundial, da qual o presidente da república é um dos promotores, se abster de criticar a histórica desestabilização que a ideologia de esquerda promoveu no mundo, mas pelo contrário silencia e elogia os podres ventos que a trazem ao nosso continente e ao nosso país, em escambos morais de submarinos nucleares e tecnologias que todos sabemos inviáveis pela pouca priorização orcamentária da indústria de defesa, principalmente em tempos de fundo soberano.

Outra matéria que merece análise, até em tom de finalização de meus pensamentos, é a desvinculação ao passado que o jovem oficial faz questão de demonstrar. Diz ele "A gente não tem nada a ver com a ditadura militar. Eu não quero entrar no mérito [e dizer] se foi certo ou errado. Cabe a nós pensar para frente, somos capitães, tenentes. Nosso pensamento é desenvolver o Brasil, um lugar para a gente crescer, com a não-criminalização dos movimentos sociais.". Ora, o que o capitão chama de ditadura foi um período em que os 3 poderes funcionaram e todas as instituições cumpriram suas missões constitucionais, promovendo um país feliz, que talvez ele não recorde por não ter vivenciado a paz que os movimentos sociais que ele defende hoje, e que não existiam naquela época, não deixariam que tivesse, caso existissem.

Eu, que sou mais velho que o capitão entrevistado, sei que eu tenho muito a ver com o período dos governos militares, esse sim desenvolvimentista , onde apenas o presidente era general e todo seu staff, que era bem reduzido em relação aos milhares de assessores hoje existentes, era composto de civis. Eu, por minha vez, entro no mérito e tiro meu chapéu pela democracia que eu aprendi a respeitar e que me fez um brasileiro vocacionado a gostar da vida militar pelos seus desafios, pelas suas normas, pela sua atividade fim. Trabalhei de sol a sol na construção e recuperação de inúmeras rodovias, numa época em que se fazia por gosto e se estufava o peito pelo sentimento de missão cumprida.

Logicamente vejo que minha profissão reconhece pouco. Muito do que eu ajudei a fazer não me rendeu nem um obrigado, quanto mais reconhecimentos que hoje vejo galardoando peitos e pescoços de pessoas que dantes foram apedrejadores da vida em sociedade. Mas tenho valores familiares que me fizeram entender que a noção de solidariedade social está num patamar muito mais importante do que o vil metal ou que títulos não merecidos que mofam pelos cantos dos vazios em que se transformam as vidas dos espertalhões, dos futriqueiros, dos bajuladores, das candinhas e dos vilões.

Falei muito pouco ao capitão petista do que realmente precisava falar. Muito pouco mesmo. Mas quero destinar a ele momentos de reflexão e oro a Deus, que faz suplantar todas as injustiças do mundo, que este oficial possa usar toda a coragem que o fez desafiar a única instituição ainda não tomada de assalto pelos objetivos trazidos pelos adoradores de Marx, Lénin, Guevara e outros humanóides, em prol de uma renovação moral da sociedade nacional.

Sei que é pedir demais a alguém que já está embriagado pelo canto da sereia que acolheu aqui em nossos mares o tirano Rául Castro, responsável por uma ditadura fratricida que ceifou mais de cinquenta mil cubanos. Mas nunca é tarde para visualizar a razão e dela extrair o voto necessário que irá não só bafejar os injustiçados pelos regulamentos militares, mas a toda Nação Brasileira, refém que está de leis que são editadas, publicadas e no mesmo DOU, remendadas, de um modo bem mais inconstitucional que o jovem capitão imagina ser o Regulamento Disciplinar do Exército.

(*) Major da ativa da arma de Engenharia.

Conflito árabe-israelense: Arafat e Fidel









ARAFAT E FIDEL

PARA QUE O BRASIL LEIA O OUTRO LADO DA VERDADE

ARTIGO PUBLICADO EM 2002 - MIDIA SEM MASCARA

OBS.: LEIAM TAMBÉM O ENVOLVIMENTO DE FIDEL COM O COMÉRCIO DE COCAÍNA, TRÁFICO DE ARMAS...

por William F. Jasper

Apesar de sua ficha corrida de terrorista, Yasser Arafat e a Organização pela Libertação da Palestina não apenas são protegidos de qualquer punição, como são muito bem-recebidos na ONU.

Em 3 de janeiro, as tropas israelenses abordaram e apreenderam um navio cargueiro palestino, o Karine A, no Mar Vermelho. A embarcação de 4 mil toneladas estava carregada com 50 toneladas de armas do Irã com destino à Faixa de Gaza, controlada pela Autoridade Palestina de Yasser Arafat. Esse enorme carregamento clandestino de armas e munições foi exibido a jornalistas estrangeiros no Porto de Eliat, no Mar Vermelho israelense, e apresentado como prova do que o Primeiro Ministro israelense, Ariel Sharon, chamou de "império de mentiras" de Arafat.

Afirma-se que o carregamento do "barco do terror" incluía 3000 libras de explosivos plásticos, foguetes Katyusha russos, granadas de mão, minas, morteiros, rifles e mísseis anti-tanques. Sharon alegou que isso ajuda a provar que Arafat é "um inimigo implacável de Israel" que se prepara para a guerra enquanto fala de paz.

Não é necessário ser um partidário de Israel ou de Sharon para ver que a apreensão das armas foi uma evidência execrável contra o Irã e a Autoridade Palestina (AP) de Arafat, ambos fingindo ter renunciado ao terrorismo. Como esperado, todos os principais acusados nessa operação de contrabando negam qualquer envolvimento. Tanto a AP como o Irã negam veementemente qualquer envolvimento no assunto ou seu conhecimento. A AP também nega que Arafat tivesse qualquer envolvimento ou conhecimento; e tanto as autoridades iranianas como a AP negam que ambos os regimes terroristas tivessem qualquer relação militar.

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82543

Movimento Capitanismo: a volta do Tenentismo, agora "jovem turco" lulista


28/12/2008 - 09h39

Capitão se prepara para concorrer em 2010 e diz que democracia pode melhorar o Exército

ANA FLOR
enviada da Folha a Porto Alegre

O mineiro Luis Fernando Ribeiro de Sousa, 32, cresceu e até hoje vive no meio militar. É um capitão do Exército que acredita que a democracia pode melhorar as Forças Armadas. Ele integra um movimento que defende mais participação política na corporação, e se prepara para concorrer em 2010 a deputado federal.

Para evitar punições, ele falou à Folha enfatizando que todas as idéias são pessoais e não representam a corporação.

Leia texto completo em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u483910.shtml

Leia mais sobre o Movimento Capitanismo em http://militarlegal.blogspot.com/2008/12/o-capitanismo-sob-ataque.html e http://silncioerudoasatiraemdenisdiderot.blogspot.com/2008/12/alerta-mximo.html

Izidro envia um índio de Roraima

RAPOSA / SERRA DO SOL

PALAVRAS DO TUXÁUA(CHEFE) ÍNDIO MACUXI ANÍZIO PEDROSA FILHO, PRESIDENTE DA ALIDCIR – ALIANÇA DE INTEGRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DAS COMUNIDADES INDÍGENAS DE RORAIMA

Leia com atenção!

Jornal FOLHA DE BOA VISTA-Roraima, página 02, em 12 de dezembro de 2002

Antes que estranhem o palavreado instruído desse índio macuxi, saibam que o tuxaua ANÍZIO, tal como MUITOS OUTROS ÍNDIOS de Roraima, tem curso secundário completo.

Neste momento, quase duas centenas de índios macuxi, ingaricó, taurepang e wapixana, estudam na Universidade Federal de Roraima, nas suas diversas Faculdades.

TÍTULO: “ Área indígena contínua é um desrespeito às diferenças”.

“A Constituição de 1988 abriu a possibilidade clara no sentido de apoiar a demarcação de áreas tradicionalmente ocupadas pelos índios. Esperava-se assim, frear o processo de ocupação do espaço indígena e resgatar aqueles espaços necessários à continuidade da vida nas malocas, segundo seus costumes. Tudo perfeito segundo as etnias que estavam sem áreas físicas para ocupar e para as que ainda, isoladas, demandavam ações emergentes para evitar possíveis invasões”.

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82536

Faixa de Gaza: Fotos de vítimas

Observe que as vítimas estão usando roupas militares ou de guerrilhas












Projeto Desafiando o Rio-Mar: Jutaí-Fonte Boa

Por Hiram Reis e Silva (*) – Fonte Boa – Amazonas (20/12/2008)

“Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam”. (Henry Ford)

- Lauri Corso

O Romeu conheceu o gaúcho Lauri, apaixonado pela terra amazônica, funcionário do IBAMA, que agora faz parte de um grupo que coordena os trabalhos na Reserva extrativista de Jutaí. Jantamos no Restaurante Natureza, o Lauri contou sua experiência de vida e discorremos sobre temas ligados ao seu trabalho. Depois do jantar, fui até sua casa onde me mostrou sua bota de fibra de vidro, ainda em desenvolvimento, para evitar picadas de cobra.

- Largada para o Flutuante do Orlaney

Acordamos às 5h do dia 18 de dezembro e nossos amigos da Polícia Militar nos auxiliaram no carregamento do material dos caiaques. Passamos na casa do Lauri, que tinha prometido documentar nossa saída, e nos dirigimos ao Flutuante do Daniel, onde aportáramos nossos caiaques. Depois que nos ajudou a carregar a tralha, Lauri resolveu experimentar a navegação nas nossas embarcações. Tiramos algumas fotos e partimos por volta das 6h30min.

- Primeira Parada

Remamos num ritmo forte e cadenciado, aproveitando a correnteza superior a 10 Km/h que nos permitiu desenvolver uma velocidade de 15 km/h. Depois de pouco mais de duas horas de navegação, paramos na margem oeste da Ilha da Guarida, próximo à casa de um ribeirinho. A viagem não apresentara, até então, nenhum fato relevante, nenhum golfinho, apenas um Tucanuçú sobrevoando a copa das árvores e o som dos pássaros saudando a alvorada. Para quebrar a monotonia e abrandar a saudade dos pampas passei a declamar, para mim mesmo, as poesias do augusto poeta do Rio Grande, Jaime Caetano Braum (Galo de Rinha, Amargo, Galpão de Estância, Quero-Quero, Negrinho do Pastoreio e Adaga).

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82530

Acompanhe o dia-a-dia do projeto em www.cmpa.tche.br e o Diário de Bordo com fotos, textos e entrevistas em http://diarioriomar.blogspot.com/

MST, um movimento equivocado

Sobre o turismo de inverno no Paraná e o MST: mostre-me um asssentamento que tenha dado resultado ou é mesmo um movimento equivocado.

Caro Sr. Heitor Reis,
Caros do MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra,

Existe um assentamento do MST que tenha produzido resultados positivos, onde o cooperativismo, a exemplo dos inúmeros empreendimentos de sucesso deste tipo no Brasil, em especial no Sul do Brasil?

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82529

O judeu é mais inteligente?

Gilberto Dimenstein (*)

Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?

Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do Prêmio Nobel.

O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado povo do livro. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.

O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.

A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.

Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa -- e também a coisa mais segura para ser carregada.

Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.

(*) Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.

Fonte: http://israelnamidia.blogspot.com/2007/11/o-judeu-mais-inteligente.html

Análise semanal do coronel Gelio Fregapani

Comentário da semana – 28 de dezembro de 2008

Assuntos: Fronteira, perfis, crise, clima e PND

AOS MEUS CORRESPONDENTES

O incerto futuro

O futuro é incerto, diante da decisão provável do STF sobre a Raposa/Serra do Sol para atender os interesses dos governantes de países desenvolvidos. A cobiça internacional sobre a Amazônia não é uma paranóia dos militares. Fronteiras não são sagradas; sofrem modificações de acordo com os interesses em jogo. Com o potencial de riqueza conhecida e o não prospectado ao sabor da cobiça internacional, uma infeliz decisão de ministros da corte suprema de justiça coloca o país em futuro incerto. - Uma nação que confia mais em seus direitos do que em seus soldados engana a si mesma e cava sua ruína (Ruy Barbosa)

Perfil de ministro

Chegaram-me informes – ainda não confirmados – que o min. Ayres de Brito, teria sido um candidato a deputado pelo PT derrotado nas urnas, mas ele que dirigia para o Lula em seu Estado. Se este foi o motivo de sua indicação para o STF, não poderíamos esperar atitude diferente.

De outros informes, também ainda não confirmados, o presidente, desejando nomear um negro para o STF teria perguntado ao Zé Dirceu se conhecia algum. Este teria uma vez conversado com o Dr. J. Barbosa numa viagem de avião, e esta conversa teria sido suficiente para a indicação. Este fato, se verdadeiro, só nos mostra o erro de escolher ministros pela cor da pele ou pelo conselho do Z.Dirceu.

Nova reserva "fecha" fronteira do Brasil no NW da Amazônia

Praticamente vencedora na Raposa/Serra do Sol, a Funai acaba de concluir relatório circunstanciado de demarcação de uma nova área com alto potencial de conflito: a terra indígena Cué-Cué/Marabitanas, entre as cidades de Cucuí e São Gabriel da Cachoeira. na tríplice fronteira do Brasil com Colômbia e Venezuela. Os limites nacionais da região Norte estarão praticamente encerrados em terras indígenas e ainda pretendem fechar o trecho entre as reservas Ianomami e Raposa/Serra do Sol, em Roraima. A Funai trai a Pátria criando condições para a desintegração, e nossa nação, como qualquer outra, pode não sobreviver à traição gerada dentro de si mesma

Os custos da independência Editado de artigo de Mauro Santayana

O ministro do Meio Ambiente teria comentado que defenderá a criação de uma instituição internacional de Preservação da Amazônia. Qualquer pai de família sabe que não pode pedir ao vizinho que pague as despesas da casa. Se o fizer, permitirá ao provedor direitos fáceis de imaginar. O território nacional é a nossa casa familiar. Pedindo ao estrangeiro dinheiro para preservar a Amazônia estamos submetendo-a seu arbítrio. É melhor não aceitar doações, que a nossa dignidade repele

Comendo pelas beiradas

As ONGs desenvolveram-se como bactérias sobre o corpo agonizante do Estado nacional, muitos delas estrangeiras, e a serviço de seus governos. E é na Amazônia que elas estão corroendo mais velozmente, e com crescente êxito, os esteios da soberania brasileira. Da parte do Estado é cada vez

maior a renúncia a seus deveres sobre o território. Cometemos o equívoco de aprovar, na ONU, a idéia de que as tribos indígenas podem constituir estados autônomos e temos permitido, sem contestar, que governos e autoridades estrangeiros façam comentários sobre nossa soberania na Amazônia.

Aumentam as restrições às moedas de financiadores das ONGs

A China começará, de forma experimental, a pagar na sua moeda, o iene, os intercâmbios comerciais de certas regiões com alguns países vizinhos, anunciou o jornal oficial China Daily nesta quinta-feira. Até agora, o comércio exterior chinês era realizado em euros, ou dólares, mas a China está preocupada com as possíveis flutuações da moeda americana.

As ONGs já se ressentem da falta de recursos. Se nos agüentarmos um pouco mais, a crise as estrangulará antes que desmanchem o País

Ceticismo sobre mudanças climáticas.

Uma Conferência Internacional sobre Mudanças Climáticas 2009, ocorrerá em 8 de março próximo, em Nova York. A conferência reunirá uma coleção internacional de cientistas e pesquisadores do clima, que discutirão, entre outros assuntos, o impacto das mudanças climáticas e política e economia das mudanças climáticas. Será outro fórum, trombeteando o alarido usual sobre a ameaça iminente do aquecimento global? Na verdade, não. Os cientistas contestam as ruidosas afirmativas de que o aquecimento global seja uma catástrofe em curso; muitos são céticos sobre a noção de que as atividades humanas tenham um efeito significativo sobre o clima do planeta, ou de que tal efeito possa ser medido ou previsto de forma confiável. Alguns chamam a atenção para o fato de que as temperaturas globais atingiram um pico em 1998 e têm caído desde então. De fato, vários deles argumentam que um período de resfriamento global está a caminho.

O ex vice-presidente Al Gore (aquele que afirma que a Amazônia não é dos brasileiros mas de toda a humanidade) ridiculariza os que questionam o seu dogma climático, chamando-os de tolos que devem ser ignorados. Mas, como deixam claro os palestrantes da conferência, é Gore que necessita de abrir os olhos para a realidade. Na maior parte do Globo a temperatura está diminuindo em vez de aumentar. Esperem para ver mais sobre isso.

Desconfianças

Ainda que alguns irmãos de armas, pelos quais tenho a maior consideração, tenham me manifestado desconfiança que o Plano Nacional de Segurança não seja para valer, eu me mantenho confiante; é um bom plano, o primeiro que vi, de âmbito nacional em toda minha vida militar, e um acordo como o feito com a França não pode ser desmanchado sem mais nem menos.

Saudações patrióticas

Na próxima semana trarei novas informações

GF

geliofregapani@uol.com.br

domingo, 28 de dezembro de 2008

Conflito árabe-israelense e Jihad na América Latina

Mídia Sem Máscara entrevista Daniel Barenbein

Confira em

1ª Parte: http://www.youtube.com/watch?v=jzlnlqhJlqA (aborda a postura da imprensa brasileira e internacional face ao conflito árabe-israelense)

2ª Parte: http://br.youtube.com/watch?v=DJOchnVCxk8 (aborda a ideologia islâmica de dominação mundial e a relação íntima Chávez-Hizbullah, com conversão de indígenas sul-americanos ao islamismo)

Aos interessados, tenho um pps sobre "Guerra Santa na América Latina". É só me pedir: e-mail ttacitus@hotmail.com.

F. Maier

Orçamento Paralelo do Governo Lula

PARALELO AO CONGRESSO

Correio Braziliense - 26/11/2008

Orçamento paralelo

Governo liberou R$ 271 bilhões em créditos que não constam da lei atual. Maior parte dos recursos não passou pelo crivo do Congresso

A função primordial do Congresso é votar o Orçamento. A prioridade não é nova. Data de séculos atrás, quando diferentes sociedades resolveram colocar um freio na sanha tributária e na gastança promovidas por monarcas mundo afora. Mesmo assim, essa regra básica não é respeitada no Brasil. Por dois motivos. Um deles decorre do fato de deputados e senadores aprovarem, ano após ano, leis orçamentárias tachadas de “peça de ficção”, seja porque não têm de ser obrigatoriamente cumpridas, seja porque usam indicadores econômicos definidos politicamente, e não tecnicamente.

Leia texto completo em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=82429

Boletim das Baias

Mensagem recebida de um amigo, militar da reserva:


Fl 1318 - Bol Intr Nr 228, de 05 dez 08, da 9ª RM

TERCEIRA PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

ASSUNTOS GERAIS

1. UTILIZAÇÃO DE MOTOCICLETAS POR MILITARES - Transcrição

"a. CONSIDERANDO:

- que é crescente o número de acidentes de trânsito, particularmente com motocicletas, envolvendo militares do Exército Brasileiro, especialmente os mais jovens e, por conseguinte, menos experientes na condução de seus veículos;

- que é dever do Comando zelar pela vida e pela integridade física de seus subordinados, eliminando ou, pelo menos, reduzindo ao mínimo possível os riscos de acidentes de qualquer natureza;

- que as conseqüências desses acidentes afetam negativamente o moral da tropa e o orçamento da Instituição, em face dos elevados custos em operações de resgate, assistência médica e despesas previdenciárias, além de se constituírem em uma das principais causas do afastamento de militares de suas funções; e

- que, em razão desses acidentes, quando os militares não falecem ou tornam-se inválidos, permanecem internados, muitas vezes, por longos períodos, além de gerarem complexas, custosas e demoradas ações administrativas e judiciais, cujo objetivo principal é a reforma prematura por incapacitação de expressiva fração de nossa juventude ou o recebimento de pensões que, por sua natureza, oneram pesadamente os cofres da União, e, por extensão, o já dilapidado orçamento do contribuinte.

b. DETERMINO que, a partir desta data, os Comandantes de OM, no âmbito do Comando Militar do Oeste, observem os seguintes procedimentos em relação aos militares, que se utilizam de motocicletas, mesmo como passageiros, no deslocamento de suas residências para o quartel e vice-versa:

1) não disponibilizar o auxílio-transporte para os militares que usam motocicletas no deslocamento de suas residências para o quartel e vice-versa;

2) punir disciplinarmente os militares que recebam auxílio-transporte e usem motocicletas no deslocamento de suas residências para os quartéis e vice-versa, mesmo como passageiros, e os que desrespeitem regras de trânsito, medidas gerais de ordem policial, judicial ou administrativa;

3) proibir, aos militares com menos de 5 (cinco) anos de habilitação (CNH), a entrada e o estacionamento de motocicletas nas Organizações Militares; e

4) priorizar os militares que não usem motocicletas nos deslocamentos de suas residências para o quartel e vice-versa para a convocação ou prorrogação de serviço militar temporário.

c. Em conseqüência, todas as OM do Comando Militar do Oeste adotem as determinações
acima e os interessados tomem conhecimento e providências".

(Transcrito do Bol CMO Nr 228, de 03 dez 08)

Em conseqüência, os interessados tomem conhecimento e as providências decorrentes.

Evo do Amazonas

PREOCUPADOS, MILITARES BUSCAM APROXIMAÇÃO COM O “EVO” DO AMAZONAS

Folha de S. Paulo

Preocupados, militares buscam aproximação com o "Evo" do Amazonas

Exército está atento a mudanças históricas em curso no cenário político de São Gabriel da Cachoeira (AM). Com a maior população indígena do país -cerca de 85%- e localização estratégica na fronteira com Colômbia e Venezuela, o município terá como prefeito, a partir de 1º de janeiro, o índio tariano Pedro Garcia (PT), 47. O fato inédito na história da cidade já enseja paralelos com o presidente boliviano, Evo Morales.

Guardadas as proporções, há algumas semelhanças. Garcia, como Morales, começou a carreira política no movimento étnico. Em São Gabriel, como na Bolívia, o governo estava nas mãos da elite branca, e os índios marginalizados. A insatisfação promoveu a mudança.

Garcia está ciente das comparações, e "trabalha com cuidado". "A discriminação é visível, mas prometo governar para todos, índios, brancos e negros", disse à Folha. Garcia diz que na cidade o poder econômico "domina" e "a democracia não é levada a sério", mas que sua eleição é fruto "da maturidade do povo".

Na caserna, o sentimento é de curiosidade e preocupação -em 2006, Morales ocupou a refinaria da Petrobras em território boliviano. A estratégia com Garcia é de aproximação.

O indígena foi convidado a participar de um almoço tradicional entre militares da ativa e da reserva. "Eu o tratei como prefeito eleito com toda a consideração", disse o comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno. "É importante que ele tenha humildade para aprender", afirmou. (CDS) – Foto de Wilson Nogueira/"A Crítica": O índio Pedro Garcia (PT), prefeito eleito no Amazonas – Folha de S. Paulo


Museu da FEB será fechado


Museu da Força Expedicionária Brasileira será fechado

Edson Luiz - Correio Braziliense

Publicação: 28/12/2008 08:59

Atualização: 28/12/2008 09:01

Não adiantaram os esforços dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que tentaram por todos os meios manter ativa a sede da associação que mantêm no Rio de Janeiro. A partir de 1º de janeiro, a entidade vai fechar suas portas por falta de recursos para a manutenção e pagamento de contas. Conseqüentemente, o Museu da FEB, um dos mais completos do país, também cessará suas atividades. Em reunião realizada esta semana, os veteranos decidiram deixar o local, onde estavam há vários anos e onde guardavam as recordações da Segunda Guerra Mundial.

“A duras penas, conseguimos angariar o interesse da Presidência da República, da Vice-Presidência e do Ministério da Defesa por nossa associação, mas isso tem resultado, somente, em seguidas manifestações de boas intenções a nosso respeito e, lamentavelmente, é comprovável que o inferno é por elas (as boas intenções) assoalhado”, assinalam os veteranos em uma carta enviada para os associados e colaboradores. Segundo a entidade, a crise econômica internacional colocou um ponto final nas pretensões dos pracinhas. Não há dinheiro nem mesmo para postar cartas para os sócios.

Leia texto completo em http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2008/12/28/noticia_interna,id_sessao=18&id_noticia=61080/noticia_interna.shtml

Veja fotos do Museu em http://aranhaparabellum.blogspot.com/2007/09/museu-da-feb-visite.html


Piñata brasileira: Farra de R$ 2,5 bilhões

Governo desembolsou R$ 2,5 BI para 'perseguidos políticos'

Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 12/28/2008 03:08:00 PM

COMPENSAÇÃO MILIONÁRIA

Em sete anos, o governo desembolsou R$ 2,5 bilhões para indenizar perseguidos da ditadura. Na gestão petista, aumentaram os pedidos. Por Edson Luiz da equipe do Correio Braziliense

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de R$ 2,7 bilhões para o reajuste de procedimentos médicos do Sistema Único de Saúde (SUS). Os valores, que atenderão os 26 estados e o Distrito Federal, estão próximos do que 10 mil pessoas ganharam nos últimos anos em indenizações por perseguição política durante o regime militar. Até novembro de 2008, a União desembolsou R$ 2,5 bilhões para essa finalidade. Desde 2001, o Ministério da Justiça analisa pedidos de reparação econômica e anistia, mas o aumento das solicitações ocorreu no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Alguns casos tornaram-se polêmicos, assim como as cifras pagas.

Leia texto completo em http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2008/12/governo-desembolsou-25-bi-para.html

Ataques de Israel deixam 229 mortos na Faixa de Gaza


Mortos em ataques de Israel na Faixa de Gaza chegam a 229; Hamas reage com foguetes

Das agências internacionais

*Atualizada às 22h30

Pelo menos 229 palestinos morreram neste sábado depois que Israel lançou o mais violento dos ataques contra a região dominada pela organização islâmica Hamas, na Faixa de Gaza, segundo a agência de notícias Reuters. Forças israelenses lançaram cerca de 30 mísseis contra território palestino, deixando ainda mais de 300 pessoas feridas. Pelo menos 30 instalações do Hamas na cidade de Gaza foram atingidas. Militantes palestinos responderam lançando foguetes que mataram um israelense e feriram outros, de acordo com médicos da região.

Veja texto completo em

A ferramenta de propaganda do Hisbollah

Postado por Movimento Ordem e Vigília Contra a Corrupção às 12/28/2008 12:46:00 PM

A "MÉRDIA MUNDIAL" E SUA AGENDA ESQUERDOPA

Segundo essa agenda, Israel não tem o direito moral de existir.

Israel é atacado por homens-bomba e a mérdia internacional nunca menciona os atos terroristas que vitimam o povo israelense. Quando o país resolve dar um basta e contra-ataca, a “comunidade internacional” imediatamente condena Israel. É sempre a mesma história.

Na sexta-feira (19), quando expirou a trégua de 6 meses entre o Hamas e Israel, imediatamente os terroristas palestinos iniciaram um ataque incessante de morteiros e de foguetes (a partir da Faixa de Gaza) contra alvos civis em território israelense, que provocou destruição e mortes.

Israel avisou reiteradamente que iria responder a esses ataques, enquanto a mérdia se fazia de surda e cega, limitando-se a relatar o episódio, sem emitir uma só nota crítica de repúdio a agressão do Hamas a Israel.

Hoje, domingo (27), a mérdia mundial - incluindo a brasileira - segue uníssona em seu trabalho criminoso de envenenamento das mentes. As messalinas do Hizbollah praticam seu terrorismo midiático para demonizar Israel.

Como o Ocidente é cego e omisso! Isto, sem falar da má-fé de muitos. A ONU do capo Kofi Annan não se cansa de fazer campanha deliberada contra Israel, e tampouco esconde que apóia o armamentismo do Hizbollah. Ela convoca o Conselho de Segurança que decreta um cessar-fogo imediato que é rompido em seguida pelos terroristas palestinos, pois eles não têm a responsabilidade legal perante a “comunidade internacional”. Reparem que é só Israel começar a reagir que a ONU decreta cessar-fogo.

Na falta de uma abordagem mais justa, por parte da imprensa, os espaços alternativos de informação (blogs conservadores) têm obrigação de mostrar o "outro lado", além do que mostra essa agenda esquerdopata mundana contra a liberdade e contra os valores democráticos e cristãos.

Por Gaúcho/Gabriela
http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2008/12/ferramenta-de-propaganda-do-hizbollah.html

Obs.: Na verdade, não se trata do Hizbullah (ou Hesbollah), mas do Hamás. E Kofi Annan não é mais o Secretário da ONU; foi substituído pelo diplomata sul-coreano Ban Ki-Moon há 2 anos (F. Maier).

sábado, 27 de dezembro de 2008

Japoneses criam programa que lê pensamento

Grupo cria programa que lê pensamento

Usando ressonância magnética, japoneses conseguiram decodificar a visão de uma pessoa examinando o seu cérebro

Aprimoramento pode levar nova tecnologia a ser capaz de registrar sonhos; método remete a debate sobre ética e privacidade no futuro

DA "NEW SCIENTIST"

As letras para as quais você olha agora podem ser recriadas com um programa de computador usando mapeamento cerebral por ressonância magnética. Em um feito inédito na neurociência, um grupo de cientistas japoneses anunciou pela primeira vez uma tecnologia de "leitura da mente" capaz de recriar imagens a partir de nada mais do que puro pensamento.

O método foi apresentado em estudo sexta-feira na revista "Neuron". Experimentos semelhantes já haviam sido feitos, mas as imagens observadas eram "escolhidas" pelos cientistas e não produzidas diretamente pela máquina de leitura cerebral, como feito agora.

Leia texto completo em http://robertounicamp.blogspot.com/2008/12/um-passo-mais-no-progresso-da-cincia.html

Blogs Anti-Fidel Castro


http://www.cubanology.com/

Conheça alguns Blogs Anti-Fidel Castro em

http://antifidelblogs.cubanology.com/Anti-Fidelist.htm

O ano da parábola, por Diogo Mainardi

Qual é o peso de Lula? É para realizar um teste. O mesmo teste que Galileu realizou com uma bola de bronze do tamanho de uma castanha. O teste de Galileu é de 1608. Quatrocentos anos depois, nos últimos momentos de 2008, sugiro reproduzi-lo em sua homenagem. Com Lula no lugar da bola de bronze.

O teste de Galileu permitiu-lhe estudar a trajetória dos projéteis. Uma bola de bronze corria por uma prancha inclinada, dotada de uma canaleta, posicionada na borda de uma mesa. Dependendo do ângulo de inclinação da prancha, a bola de bronze atingia uma determinada velocidade e era projetada mais perto ou mais longe, até se chocar contra o solo. Dessa maneira, Galileu demonstrou que a trajetória dos projéteis, ao contrário do que se dizia desde os tempos de Aristóteles, fazia uma parábola no ar, como ele ilustrou no seguinte desenho:




Leia texto completo em http://semprenoataque.blogspot.com/2008/12/o-ano-da-parbola-por-diogo-mainardi.html

Terras Indígenas: Chegou a hora dos Cués...


Funai conclui relatório de terra indígena no limite com Colômbia e Venezuela

Folha de S. Paulo - 27/12/2008

Militares temem criação de reserva no norte do país, mas Funai nega riscos; STF deve assegurar acesso das Forças Armadas à área

CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA

DA REPORTAGEM LOCAL

Paralelamente ao debate sobre Raposa/Serra do Sol, a Funai (Fundação Nacional do Índio) acaba de concluir relatório circunstanciado de demarcação de uma nova área com alto potencial de conflito: a terra indígena Cué-Cué/Marabitanas, localizada na tríplice fronteira do Brasil com Colômbia e Venezuela.

Com a demarcação da reserva, os limites nacionais da região Norte estarão praticamente encerrados em terras indígenas, restando apenas o trecho entre as reservas Alto Rio Negro e Evaré I, no Amazonas, e a área entre as reservas Yanomami e Raposa/Serra do Sol, em Roraima. Mapa da Diretoria de Assuntos Funcionários da Funai, obtido pela Folha, mostra que a nova reserva ocupará uma área de 808.597 hectares, cerca de 8.085,97 km2 -superior à da região metropolitana de São Paulo (a Grande SP).

A Cué-Cué, reivindicada há oito anos por organizações indigenistas, se estende por uma faixa de 522 km ao longo da margem esquerda do rio Negro (AM), entre as cidades de Cucuí e São Gabriel da Cachoeira. Une assim as terras indígenas Alto Rio Negro (oeste), Yanomami (leste) e Balaio (sudeste), além de outras três no Amazonas. Segundo projeções de analistas, são cerca de 23 milhões de hectares numa faixa contínua superior a 2.500 km.

Ex-presidente da Funai, o antropólogo Mércio Gomes é contra a fusão das terras: "Vai ficar uma área contínua muito grande, que barra toda fronteira e abre uma celeuma muito difícil. É uma temeridade". Mércio explica que, quando dirigiu o órgão (2003-2007), sugeriu que a área se restringisse ao perímetro da margem esquerda do Rio Negro. Ele critica que o grupo de delimitação tenha sido integrado por organizações indigenistas.

Setores militares mais radicais vêem uma ameaça à soberania nacional. "Acho suspeito esse fechamento da fronteira. Temos que tomar cuidado com a balcanização da Amazônia e a presença de ONGs interessadas em explorar as riquezas da terra", afirma o presidente do Clube Militar, general da reserva Gilberto Barbosa de Figueiredo. O militar defende a integração do índio à sociedade e critica a Funai de ser "pouco transparente". Na última sessão de julgamento no STF sobre a demarcação contínua de Raposa/Serra do Sol, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito deu garantias de acesso das Forças Armadas às reservas. Seu voto foi acolhido por outros seis ministros.

População

Segundo o relatório da Funai, na área de Cue-Cué/Marabitanas vivem 1.702 índios, a maioria das etnias baré e baniwa. Também há em menor proporção membros das etnias tucano e piratapuia, além de um subgrupo baré-uerequena. As famílias vivem basicamente do extrativismo, embora o subsolo da região seja rico em minerais estratégicos. A Folha apurou que haveria também pouco mais de 1.000 não-índios, moradores e comerciantes, que deverão ser retirados após a homologação da reserva.

O próximo passo será a aprovação do relatório, com o que se abrirá um período de 90 dias para contestações. Coordenador-geral de Identificação e Demarcação, Paulo Santilli admite que "pode haver algum questionamento e reações localizadas", e que o traçado da reserva em questão não é definitivo. Santilli espera um "debate qualificado" e rejeita alegações de risco à soberania. "Os últimos casos, inclusive Raposa, reafirmam a legitimidade da presença do Exército e de outras forças. Não há qualquer restrição à presença militar e as próprias guarnições são compostas por índios, que auxiliam na garantia da presença e da mobilidade dos militares na área", diz o antropólogo.

Para Santilli, as relações entre militares e indígenas no Amazonas são diferentes das de Roraima, onde o debate é permeado pela "elite política interessada na exploração econômica das reservas". Para a demarcação, foi feito estudo antropológico, identificação da ocupação tradicional e levantamento fundiário. Após aprovação, o relatório será submetido à homologação presidencial.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2712200802.htm


Obs.: Em setembro deste ano, alertado por um oficial do Exército, eu escrevi um texto sobre o assunto, disponível em http://www.webartigos.com/articles/9328/1/cue-cue-marabitanas-o-arco-indigenista-se-fecha-sobre-a-amazonia/pagina1.html, que foi postado em vários sites.

Veja também "Quatro Mapas Impressionantes" em http://www.ternuma.com.br/paznocampo083.htm (F. Maier).