MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sábado, 29 de novembro de 2008

Carta aos ministros do STF

Excelentíssimos Srs. Ministros do STF,

Venho por meio desta mensagem manifestar minha preocupação com os destinos do Brasil, face à enorme quantidade de criações de guetos ("bantustões") raciais e sociais no Brasil, que são as reservas indígenas, as terras reivindicadas por quilombolas e os assentamentos do MST.

Se toda a comunidade internacional era contra o sistema do Apartheid de triste memória, em que a África do Sul confinava populações de negros em "reservas" conhecidas como bantustões, de onde só podiam sair com permissão do governo racista, por que no Brasil se permite que se estabeleça esse Apartheid de índios, negros e sem-terra?

Concito todos os senhores ministros da Alta Corte a pensar nos destinos do Brasil Grande, decantado pelo Conde Affonso Celso, Por que me ufano de meu país, e frear essa criação alucinada de bantustões brasileiros, que poderá balcanizar todo o território nacional em inúmeras nações. Seria a transformação do Brasil num imenso Brasilistão, uma mistura de Brasil com Afeganistão, onde irão prosperar os novos mandatários, especialmente os indígenas, tranformados em senhores de novos servos - uma volta à Idade da Pedra e dos sacrifícios humanos dos tempos pré-colombianos.

Caso os senhores compactuem com a ideologia predominante, de viés esquerdista, de transformar o Brasil em inúmeros kolkhoses (antigas fazendas coletivas soviéticas), serão todos co-responsáveis por esse crime de lesa-pátria. O destino que terá Raposa Serra do Sol, cujo processo está nas mãos dos senhores ministros do STF, será o indicativo de que país queremos ter: o Brasilistão sonhado pelos esquerdistas, ou o Brasil "solidário, homogêneo e compactado", decantado por Affonso Celso:

"No Brasil, não há antagonismos entre as partes que o compõem. Cimenta-as, ao contrário, forte solidariedade. O Brasil é perfeitamente homogêneo, material e moralmente, pelo lado social e pelo lado étnico, pois nele se cruzam e se fundem todas as raças. Lucraremos, sem exceção, em permanecer um vasto conjunto intimamente ligado e compactado. Exigem-no, imopõem-no poderosos interesses. Ainda quando, por desgraça geral antipatriótica e cega política determinasse a cisão, ela seria forçosamente passageira.
Erguer-se-ia incontinente um valente partido com a bandeira da junção e, em breve prazo, triunfaria, como triunfou em outras regiões de vínculos menos sólidos. A unificação se realizaria em nome de um passado quatro vezes secular". (Affonso Celso de Assis Figueiredo, o Conde Affonso Celso, in Por que me ufano do meu país, Editora Expressão e Cultura, Rio de Janeiro, 1998, pg. 225 e 226.)

Brasilistão: o Brasil não merece este destino!

Atenciosamente,

Félix Maier
Militar aposentado do Exército e escritor

P.S.: A propósito do tema abordado, solicito que leiam, de minha autoria, "Cué-Cué Marabitanas: o arco indigenista se fecha sobre a Amazônia" disponível em http://www.webartigos.com/articles/9328/1/cue-cue-marabitanas-o-arco-indigenista-se-fecha-sobre-a-amazonia/pagina1.html.


Obs.: Esta é a carta original. A que foi enviada ao STF no dia 28/11 tem alguns parágrafos a menos, porque não foi possível remetê-la na íntegra, ao ter ultrapassado o número máximo de caracteres - conforme formulário disponível em http://www.stf.jus.br/portal/centralCidadao/enviarRelato.asp (F. Maier).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Antiditaduras

José de Araújo Madeiro - Cirurgião Torácico

O Brasil é um país jovem. Em quinhentos anos de história, chegara ao ápice de uma nação ocupando uma posição de destaque no cenário internacional, estando entre as dez principais economias do mundo, com um território imenso e rico, de recursos naturais ainda pouco explorados e manufaturados e de uma população multirracial afeita ás artes e ao deporto. É uma nação com potencial de desenvolvimento e de uma convivência social saudável.

É uma nação ainda no berço de recém-nato, com 120 anos de vida republicana. Com invejáveis expectativas de consolidar-se na prosperidade, na rota de uma civilização que se adentra pelo terceiro milênio. Somos, então, esse povo, cujas potencialidades afloram a medida que vamos nos relacionando com outros povos. Quando o brasileiro se aporta, a festividade se instala.

Não vamos nos apegar e nos perder no ufanismo sem resultados. O ufanismo não pragmático é como um amor platônico que povoa a mente de poetas e de sonhadores. Assim o pragmatismo deve ser objeto a ser buscado, cujo êxito é obtido pela persistência. O homem deve sonhar e trabalhar, que o sucesso, inexoralvemente, virá. Que nos confirme o brasileiro Santos Dumont. Como exemplo, este sonhou, planejou, trabalhou e voou, como tanto desejava. A ufania é como o desejo. E por isso, o nosso desejo da consolidação da nação brasileira, no esteio de uma civilização. Sejamos, então, uns ufanistas e muito mais além, uns pragmáticos.

Para viver em sociedade, o homem deve ser o expoente. Entre direitos e deveres, o homem vive em harmonia com os demais. A liberdade, sem libertinagens, conduz à estabilidade social e à prosperidade de uma sociedade. A liberdade é, em suma, o vetor da paz social, onde todos os homens são livres e trabalham, pela igualdade e pela fraternidade. Na edificação de um Estado, a serviço da sociedade e não a sociedade a serviço do Estado e de quem o governa. A liderança está, pois, a serviço do homem e nunca o homem a serviço de uma liderança, como foram os reis no passado e ainda chefiando as nações atrazadas.

A liberdade é um bem transcendental à vida. A escravidão não se ajusta à condição humana e quando o viver não faz sentido e a morte se torna melhor do que viver.

Todavia, todo falso líder não tem esse entendimento. Ele, pretenciosamente, acha-se acima dos demais homens, não tratados como cidadãos, mas que são incapazes se conduzirem, que precisam de alguém mais inteligente para governá-los e quando no governo não quer mais sair, afirmando que o seu projeto de gestão não fora concluido e que precisa de mais tempo e de mais reformas na legislação e da constituição. Assim forjam-se as ditaduras e as instalibidades políticas, que permearam as nações latinas, a exemplo de Bolívia que é, sistematicamente, afetada por golpes de Estado.

Sem dúvidas, o poder sempre foi e sempre terá um viés sedudor, face as características da dominação, do dinheiro fácil, do puxa-saquismo e das luxúrias, inerentes aos mandantes. Que o digam Stalim, Hitler e outros. Sendo a liderança transformada e ovacionada como um Deus. Arragaidas ao poder absoluto, as lideranças se vulgarizam, prementes e em especial nas nações, visivelmente incultas e subdesenvolvidas.

Nesse contexto, o Brasil é uma nação ainda não homogênea. A pluralidade de etnias, ao abrigo de um território continental, ainda de multicultura incipiente. A pluralidade de raças e de idéias fecundam as divergências e que só se conciliam ao abrigo de uma convivência pacífica, cujo exercício da democracia é que a torna possível .

Precisamos, sim avançar e prosperar na democracia brasileira, identificada com um projeto de nação multirracial. Assim, não vamos apelar para os extremos, mas fluir no seu futuro de liderança latino-americana, sem copiar projeto de ninguém. O Brasil tem potencial e deve buscá-lo com determinação. Na questão da liderança, o homem, no exercício, deve respeitar os seus concidação e por eles trabalhar, como propusera nas campanhas eleitorais. Não existe homem acima de outros. Todos somos vulneráveis à condição humana. O ditador, enfim, deve submeter-se aos demais. Se assim não proceder, sempre seremos seus opositores. Na democracia cabe à maioria o direito de governar e às minorias o direito de fiscalizar. Se esse axioma não se ajusta à atividade política brasileira, trata-se, sem meandros, em ditadura e nós, como democratas, somos antiditadores.

Tudo é fugidio

Ternuma Regional Brasília

Por Paulo Carvalho Espíndola, Cel Reformado

Na vida tudo passa, não importa o que faças. O que te fazia rir, hoje não tem mais graça (trecho de uma canção popular).

Como as coisas são fugazes, ainda restam esperanças, viu, Lula.

No seu governo, houve gravíssimas crises de moralidade de que você se saiu incólume, simplesmente por dizer que não viu nada. .

Há bem poucos dias, já no seu segundo mandato, vivíamos sob o ufanismo com que a propaganda oficial mostrava o “espetáculo de crescimento”, induzindo o crédulo povo brasileiro a esperar pelos dez milhões de empregos que viriam pelo empenho dos fios do seu bigode.

Veio a “marola” da crise financeira internacional e a verdade emergiu. O seu espetáculo mostrou-se verdadeiramente circense, mercê das suas pirotecnias e discursos ilusionistas.

A quebradeira mundial chegou e a sua fala restringiu-se a salvar o resto dos seus dedos para não perder os anéis do poder em 2010. E os nossos?

A recentíssima participação brasileira na reunião dos G20 - orgulho nacional do seu império petista - foi inaugurada sob a figura grotesca de um presidente em desalinho, mal vestido para a ocasião e com olheiras sugestivas de alguma incontinência etílica. Talvez tenha sido apenas resultado de noite indormida, afinal, todos somos gente de carne e osso, mas os seus trajes não condiziam com os dos outros, preocupados com coisa séria. Eu não estava lá, porém, acredito nas fotos veiculadas pela ágil Internet. Elas, realmente, sugeriam muito.

A sua palavra e a dos seus porta-vozes foi de acusar o governo americano por esse tsumani na economia, com justíssima razão. Só não concordo com a sua empáfia de “recomendar” providências ao presidente eleito dos EUA e, muito menos, de “aconselhar” o papa, durante a sua piedosa visita ao Vaticano, a admoestar o capitalismo por todas as mazelas pelas quais vivemos. Isso deve ter feito muito mal ao Sumo Pontífice, já que você se fez acompanhar por uma terrorista, a sua Dilma Rousseff, candidamente envolta em um véu e com um dedo no gatilho para levar a contento propósitos internacionalistas. Terroristas brasileiros, de fato, são internacionalistas, uma vez que internacionalizam seus dinheiros na Suíça e em paraísos fiscais. Até hoje, ninguém sabe o destino dos milhões do cofre do Adhemar. Se for hora de abrir arquivos, que tal Dilma Rousseff abrir os seus?

Recomendações e advertências só devem partir de quem possua estofo moral para fazê-las. Não é o seu caso.

Viu, Lula? As coisas são fugazes. O que hoje faz rir, amanhã pode fazer chorar.

De repente, você é importunado por um seu amigo bolivariano, que resolveu dar um calote no Brasil. Belíssima reação do seu Itamarati. O embaixador brasileiro no Equador foi chamado às falas. E daí? O que fazer com esse tiranete? Nada, certamente, já que a honra nacional e o Erário não fazem parte do repertório das suas importantes inquietações. Antes disso, qual é a sua preocupação com os brasileiros e com a nossa mais importante hidrelétrica que estão à mercê dos “sem-terra” do Paraguai, se você também estimula vagabundos “sem-terra” nacionais? Muito dinheiro nosso é desviado para sustentar esses parasitas que você rotula de movimento “social”. Você não teve hombridade para ratificar a declaração de um general verde-oliva, segundo a qual Itaipu é nossa e será defendida pelo Exército Brasileiro, a qualquer preço, dependendo de ordem sua. Será que ela viria?

É, Lula. Será bom você arrumar uma nova viagem para uma Transilvânia qualquer, para fugir desses problemas, na suposição de que quem não é visto não é lembrado. Cuidado, entretanto! A bola já está cansando de ser pisada por você. Tudo é fugaz.

Ainda por cima, veio essa desgraça em Santa Catarina. Logo lá, presidente?

Santa Catarina, estado fabuloso, de um povo obreiro e pouco reconhecido por você, porque vota pouco em fantasias eleitorais e não prestigia o partido dos trabalhadores de araque. Talvez tenha sido por isso que você relutou em ir até lá para ver a catástrofe. Dizem que só foi por muita insistência do seu ministro da defesa.

A Petrobras, presidente? Até ela o seu governo conseguiu destruir. A maior estatal do país anda de pires na mão, amealhando suspeitíssimos empréstimos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica. Fica tudo em casa; afinal de contas é tudo federal...

E o calote da Bolívia, que você perdoou e até elogiou por ser “decisão soberana” de uma quadrilha igual à sua? Nada disso importa na estranha contabilidade do seu governo, visto que o descumprimento do reajuste salarial dos nossos servidores públicos, pela ótica dos Mantegas e Bernardes, salvará a economia nacional...

Tudo é fugidio. O meu alento é que você também será. Restam apenas dois anos para voltarmos a ter orgulho de ser brasileiros, mas muitos de nós, nesse tempo ínfimo em termos de História, morreremos de vergonha.

A luz virá do fim do túnel para alumiar os sobreviventes, auguro com muita resignação.


Visite o nosso site: www.ternuma.com.br

Petralha fanfarrão diz que a Marinha pratica o racismo

Amigos,

Abaixo uma pequena "flame war" (guerrilha eletrônica) feita com um petralha, um tal de Francisco Barros, a quem eu chamo de "Chico Vermelho".

Abraços e um bom fim de semana!

Att,

F. Maier


From: ttacitus@hotmail.com
To: francisbar@oi.com.br
Subject: RE: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!
Date: Fri, 28 Nov 2008 16:39:51 -0200

Não é um fanfarrão como você que vai me dizer o que eu tenha que falar ou escrever - como pretendeu me induzir ao racismo com a sua frase cor-de-rosa de boiola, aí abaixo [NEGRO TEM MAIS É QUE LEVAR CHIBATADAS, para que eu te meta na cadeia]. Atenha-se ao que foi escrito por mim, não ao que sai de sua cabeça cheia de merda.

Naquele escrito que tanto o incomodou, eu lembrei a você, burro velho, que os castigos físicos se aplicavam na época a todos os subalternos militares, também do Exército, não só da Marinha. Portanto, esses castigos eram aplicados a TODOS os subalternos, não somente aos NEGROS, como você deduz por conta própria. Afinal, a escravidão já havia acabado uns 20 anos.

Se você é o machão que diz ser, processe a Marinha, por racismo! Calúnia dá processo! E aí, tá cagando fininho?



From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!
Date: Fri, 28 Nov 2008 01:10:41 -0200

Já deu para perceber que você, além de um covarde nojento, não entende nadica de nada dos costumes da Marinha...
Vá se informar melhor, ô vira-latas!


----- Original Message -----
From: Félix Maier
To: Francisco Barros
Sent: Friday, November 28, 2008 12:51 AM
Subject: RE: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!

Deixa de proferir mentiras: a Marinha não seleciona ninguém por raça, seu idiota. Calúnia dá processo!


From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!
Date: Fri, 28 Nov 2008 00:38:28 -0200

Félix Babaca: demorei um pouco para responder à sua ultima diatribe porque estava acampado no Pantanal, curtindo uma pescaria.
Portanto, agora que já descamei e comi uns peixinhos deliciosos, vamos ao que interessa:
Na merdalhança escrita pelo almirante Alfredo Karan, lá está: " ...onde estava servindo João Candido Felisberto, um marinheiro de RAÇA NEGRA...".
Por que Karan teve que informar que o marinheiro era da "raça" negra? Aliás, raça é coisa de cachorro... Tinha alguma importância esse detalhe no contexto histórico? Ou era, apenas, para registrar a sua aversão aos negros, "uma raça inferior, que tinha que levar chibatadas", segundo seu pensamento (seu e do Karan!)?
Está vendo como sua defesa do Karan é completamente furada? Quando eu lhe informei que, visitando a Escola Naval neste segundo semestre de 2008, não vi um único aluno negro, é porque a Marinha de hoje, assim como a de 1910, ainda seleciona seus integrantes por RAÇA!
Félix, seu imbecil: saiba que discriminação racial é crime inafiançável!
Agora, me mande de volta um e-mail dizendo que estou errado, que NEGRO TEM MAIS É QUE LEVAR CHIBATADAS, para que eu te meta na cadeia.
Vamos lá, cara! Mostre que você é um HOMEM DE VERDADE, conforme tenta fazer crer à massa ignara que lê os seus escritos fedendo a xulé...


----- Original Message -----
From: Félix Maier
To: Francisco Barros
Sent: Monday, November 24, 2008 11:26 PM
Subject: Fascicomunista tem nostalgia da chibata!

Chico Vermelho de raiva, o fascicomunista que tem nostalgia da chibata!

Lá vem Chico Vermelho, o fascista-comunista, querendo me dar aula de História! Era só o que faltava!

João Cândido pode ser "almirante negro" para idiotas como você e pras negas dele, quando ancorava nos portos para "trocar óleo". Para o Brasil, ele não passa de um assassino, já que desencadeou uma revolta que provocou várias mortes.

Se você não encontrou nenhum sujeito "bronzeado" na Marinha é porque você não passa de um cretino, porque lá existem muitos homens de cor. Talvez não um negro puro, o que hoje já é muito difícil de ser encontrado no Brasil, devido à miscigenação de sua gente. Mas mulato, eu tenho certeza de que existem muitos na Marinha. A propósito: por que vocês chamam a Camila Pitanga de "negra" (como ela mesma se autodenomina), se ela é apenas uma morena clara, tendo sangue europeu e africano - portanto uma "euro-africana", não uma "afro-brasileira", como prega a enrolação linguística do movimento negro? Para a marujada não vale esse embuste que vocês empregam todo dia, transformando mulatos, morenos e pardos em negros retintos, do tipo zulu?

Só um babaca como você poderia dizer que a Marinha é racista e não aceita negros. Onde isto está escrito, seu mentiroso? Calúnia é o forte de todo petralha. Mas garanto que nenhum branco consiga entrar no grupo de percussão Timbalada... Se na Marinha não existem "negros" na quantidade que você gostaria de ver, é porque eles não estão interessados em vestir farda. Devem ter outras prioridades - como jogar futebol, ser cantor de "raiz", criar grupos de pagode e percussão, ir atrás de profissões mais rentáveis que a dos militares. Hoje em dia, como já ocorre há muito tempo, as Forças Armadas estão abertas a todos os jovens brasileiros, independente da cor da pele. Se existe algum obstáculo, esse impecilho é a falta de estudo dos jovens, e o culpado disso não é a cor da pele das pessoas, mas a situação lastimável de nosso ensino básico e fundamental, que está falido.

Quanto à sua suposição de que, se algum oficial da Marinha tivesse comparecido à solenidade, poderia ser expulso a pontapés, isto prova que você e a cambada que lá estava não passam de fascistas, pois não admitem que ninguém que pensa o contrário possa participar de atos públicos - mesmo quando esse ato não passa de um circo montado pelo Babalorixá de Banânia para homenagear terroristas, assassinos e assaltantes de bancos - como frisou Lula ao elogiar Marighela e outros criminosos. Nada mais justo você pensar assim: nazismo significa, literalmente, "nacional-socialismo", que é a doutrina que todo comunista brasileiro abraça com carinho, seja com "o petróleo é nosso" (claro, dos petroleiros...), seja com "a Vale é nossa" e outras bobagens. Quando esse nacional-socialismo se mistura com o nacionalismo de alguns militares, aí nós temos o avanço do atraso total, que foram as duas décadas perdidas do Brasil em termos de avanço científico, ao ser criada a "reserva de informática" que apenas fabricava produtos piratas caros e defasados tecnologicamente.

Quem precisa aprender História é você, burro velho, que vê tudo pela ótica marxista, nada mais, e pretende reescrever a História nacional mediante um revisionismo tosco, sem levar em conta os costumes de cada época. Os castigos físicos, na época do almirante de araque arruaceiro, eram comumente aplicados a todos os subordinados, não só no Brasil, mas em várias Forças Armadas do mundo. E não era por causa da cor bronzeada de seus soldados. O Exército Brasileiro também aplicava castigos físicos aos sargentos e à soldadesca, porém nunca se viu um motim nas mesmas proporções da "revolta da chibata".

A propósito: quando eu entrei na escola, era comum o uso da palmatória pelas professoras do primário. Era um costume da época que hoje só faz sentido como registro histórico. Não será por isso que irei, agora, ao Grupo Escolar para fazer protestos contra a Diretora, nem espinafrar os professores de hoje, que nada tem a ver com o que acontecia naquela época. Da mesma forma, erguer estátua a um arruaceiro de outrora e tratá-lo como um herói nacional, como um Spartacus brasileiro, tem uma única finalidade: espinafrar ainda mais as Forças Armadas, mormente a Marinha, em mais um ato de vil revanchismo. Vindo tal ato do comandante-em-chefe das Forças Armadas prova que não temos um presidente da República, mas um agitador salafrário que se presta a espalhar confusão e caos entre os militares.

Cada tempo tem seu costume. No futuro, seremos também criticados por muitas coisas que fazemos hoje e achamos que são corretas. Transportar os costumes do tempo do onça para os dias de hoje, e tecer críticas, querendo voltar no túnel do tempo para tentar corrigir costumes que hoje não são mais aceitos, é ignorância pura ou patifaria total. Não há nada a se fazer, já que chibatadas não são mais desferidas nos traseiros dos soldados.

Quanto à má formação genético-cultural-sexual a que você se referiu, isto prova que você sabe muito bem do que se trata: você não passa de uma aberração da natureza. Porque somente patifes comunistas (desculpe o pleonasmo) como você apóiam ditaduras maoístas, stalinistas, cambojanas, cubana, etc. e os grupos terroristas brasileiros das décadas de 1960 e 70, que promoveram a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século passado. Você deve ter vibrado com a reunião de 70 partidos terroristas comunistas que se reuniram no centro de São Paulo no final de semana passado. Só patifes como você apóiam as torturas na antiga URSS (empalamentos, gulags, etc.), as "leoneiras" ainda existentes em Cuba e a execução de dissidentes na China de hoje, ao mesmo tempo em que reclama de algumas palmadas que marinheiros levavam na bunda num passado já distante.

De toda essa história envolvendo o "almirante de araque" arruaceiro que vocês tanto veneram, eu consigo extrair apenas uma conclusão: deve ser a nostalgia da chibata...

Lá vão, então, 100 chibatadas no bundão de sua bunda sem-vergonha...

F. Maier


From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista sem-vergonha!
Date: Mon, 24 Nov 2008 19:32:39 -0200

FF (Félix Fascista):seus escritos demonstram que você é dominado por sentimentos preconceituosos, adquiridos, provavelmente, por má-formação genética, cultural ou, até mesmo, sexual. Nesse caso do João Cândido, por exemplo, você passa atestado de ignorante de nossa História Pátria. O almirante Karan escrever aquela baboseira, eu até compreendo (a Marinha, até hoje, é extremamente racista, odeia negros - vide se tem algum aspirante de cor na Escola Naval - eu estive lá há uns dois meses, e dos 700 e poucos alunos, não vi NENHUM NEGRO). Além disso, se o Comando da Marinha enviasse à Praça XV um respresentante para a homenagem a João Cândido, é provável que o clima iria esquentar - afinal, o grande "Almirante Negro" foi perseguido até à morte (em 1969) pela oficialidade naval, que jamais o perdoou pelos acontecimentos de 1910. Aliás, àquela época, todos foram anistiados pelo Governo e, logo após, presos, torturados e assassinados. João Cândido também não foi morto devido à grande repercussão de seu nome da imprensa (nacional e internacional), elevado que foi ao pedestal dos grandes heróis brasileiros. Isto tudo está na História, basta você conferir...
De qualquer maneira, já que você é um neófito nesse tema, aí vai uma pequena colaboração que pesquei na internet. Aprimore seus conhecimentos!

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A REVOLTA DA CHIBATA

João Cândido, o Almirante Negro

O Congresso brasileiro restabeleceu, no mês de agosto de 2003, os direitos de todos os marinheiros envolvidos na chamada "Revolta da Chibata", ocorrida em 1910. O decreto devolve aos marinheiros suas patentes, permitindo que recebam na Justiça os valores a que teriam direito se tivessem permanecido na ativa. Após 93 anos, resgata-se a memória dos marujos, especialmente do líder da Revolta, João Cândido Felisberto, o "Almirante Negro".

Para entender a história de João Cândido e da Revolta da Chibata - uma das poucas revoltas populares que atingiu seus objetivos no Brasil - é preciso voltar a 1910. Neste ano, no meio de uma grande instabilidade política, o militar Hermes da Fonseca é eleito para a presidência.

Na noite do dia 22 de novembro de 1910, o novo presidente recebe a notícia: os canhões de alguns dos principais navios de guerra da Marinha Brasileira – neste momento ancorados em frente à cidade, na Baía de Guanabara - apontam para a capital do Rio de Janeiro e para o próprio palácio de governo. As tripulações se rebelaram e tomaram os principais navios da frota.

O Minas Gerais, um dos modernos navios recém-adquiridos pela Marinha na época da Revolta

Três oficiais e o comandante do encouraçado Minas Gerais, João Batista das Neves, estão mortos. Os demais oficiais são pegos de surpresa: os marinheiros manobram a frota exemplarmente, como não acontecia sob seu comando. O movimento, articulado por marinheiros como Francisco Dias Martins, o "Mão Negra" e os cabos Gregório e Avelino, tem como seu porta-voz o timoneiro João Cândido.

A última chicotada

Os motivos principais da Revolta eram simples: o descontentamento com os baixos soldos, a alimentação de má qualidade e, principalmente, os humilhantes castigos corporais. Estes haviam sido abolidos no começo do século, acompanhando o final da escravidão, sendo depois reativados pela Marinha como forma de manter a disciplina a bordo.

No Minas Gerais, por exemplo, no dia da Revolta, o marinheiro Marcelino Menezes é chicoteado como um escravo por oficiais, à frente de toda a tripulação. Segundo jornais da época, recebe 250 chibatadas. Desmaia, mas o castigo continua. O movimento então eclode. João Cândido no primeiro momento não está presente. No calor da luta, são mortos os oficiais presentes no navio, o que terá conseqüências trágicas para os revoltosos.

Além do Minas Gerais, os marinheiros tomam os navios Bahia, São Paulo, Deodoro, Timbira e Tamoio. Hasteiam bandeiras vermelhas e um pavilhão: "Ordem e Liberdade". A frota inclui mais de 80 canhões, que são apontados para a cidade. Alguns tiros de aviso chegam a ser disparados. Os marujos enviam um radiograma, onde apresentam ao governo suas exigências: querem o fim efetivo dos castigos corporais; o perdão por sua ação e que melhorem suas condições de trabalho.

A Marinha quer punir a insubordinação e a morte dos oficiais. O governo, contudo, cede. A ameaça à cidade e ao poder de Hermes da Fonseca são reais. Aprovam-se então medidas que acabam com as chibatadas e também um projeto que anistia os amotinados. Depois de cinco dias, a revolta termina vitoriosa.

A despedida do marinheiro

Os jornais da época anunciam o término da Revolta: quase 3.000 pessoas. Os mais ricos - fugiram da cidade. A população subiu aos morros para ver as manobras da Armada

Os marinheiros, em festa, entregam os navios. O uso da chibata como norma de punição disciplinar na Marinha de Guerra do Brasil finalmente está extinto.

Logo, no entanto, o governo trai a anistia. Os marinheiros começam a ser perseguidos. Surgem notícias de uma nova revolta, desta vez no quartel da Ilha das Cobras. O governo recebe plenos poderes do Congresso para agir. A ilha é cercada e bombardeada.

Cerca de 100 marinheiros são presos e mandados, nos porões do navio "Satélite" - misturados a ladrões, prostitutas e desocupados recolhidos pela polícia para "limpar" a capital - para trabalhos forçados na Comissão Rondon, ou simplesmente para serem abandonados na Floresta Amazônica. Na lista de seus nomes, entregue ao comandante do "Satélite", alguns estão marcados por uma cruz vermelha. São os que morrerão fuzilados e, depois, serão jogados ao mar.

João Cândido é conduzido para a prisão ("Agência Estado")

João Cândido, embora não tenha participado do novo levante, também é preso e enviado para a prisão subterrânea da Ilha das Cobras, na noite de Natal de 1910, com mais 17 companheiros. Os 18 presos foram jogados em uma cela recém-lavada com água e cal. A cela ficava em um túnel subterrâneo, do qual era separada por um portão de ferro. Fechava-a ainda grossa porta de madeira, dotada de minúsculo respiradouro. O comandante do Batalhão Naval, capitão-de-fragata Marques da Rocha, por razões que ninguém sabe ao certo, levou consigo as chaves da cela e foi passar a noite de Natal no Clube Naval, embora residisse na ilha.

A falta de ventilação, a poeira da cal, o calor, a sede começaram a sufocar os presos, cujos gritos chamaram a atenção da guarda na madrugada de Natal. Por falta das chaves, o carcereiro não podia entrar na cela. Marques da Rocha só chegou à ilha às oito horas da manhã. Ao serem abertos os dois portões da solitária, só dois presos sobreviviam, João Cândido e o soldado naval João Avelino. O Natal dos demais fora paixão e morte.

O médico da Marinha, no entanto, diagnosticou a causa da morte como sendo "insolação". Marques da Rocha foi absolvido em Conselho de Guerra, promovido a capitão-de mar-e-guerra e recebido em jantar pelo presidente da República.

João Cândido continuou na prisão, às voltas com os fantasmas da noite de terror. O jornalista Edmar Morel (1979, p. 182) registrou assim seu depoimento pessoal: "Depois da retirada dos cadáveres, comecei a ouvir gemidos dos meus companheiros mortos, quando não via os infelizes, em agonia, gritando desesperadamente, rolando pelo chão de barro úmido e envoltos em verdadeiras nuvens da cal. A cena dantesca jamais saiu dos meus olhos.

Atormentado pela lembrança dos companheiros mortos, João Cândido é algum tempo depois internado em um hospício.

Perto do mar, as "pedras pisadas do cais"

Aos poucos, ele se restabelece. É solto e expulso da Marinha. Os navios mercantes não o aceitam: nenhum comandante quer por perto um ex-presidiário, agitador, negro, pobre e talvez doido. João Cândido continuará contudo perto do mar, até morrer, em 1969, aos 89 anos de idade, como simples vendedor de peixe.

Os que fizeram a Revolta da Chibata morreram ou foram presos, desmoralizados e destruídos. Seu líder terminou sem patente militar, sem aposentadoria e semi-ignorado pela História oficial. No entanto, o belíssimo samba "O Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Como diz a música, seu monumento estará para sempre "nas pedras pisadas do cais". A mensagem de coragem e liberdade do "Almirante Negro" e seus companheiros resiste.


HOMENAGEM DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANC À "REVOLTA DA CHIBATA"

Sobre a censura à música, o compositor Aldir Blanc conta: "Tivemos diversos problemas com a censura. Ouvimos ameaças veladas de que a Marinha não toleraria loas e um marinheiro que quebrou a hierarquia e matou oficiais, etc. Fomos várias vezes censurados, apesar das mudanças que fazíamos, tentando não mutilar o que considerávamos as idéias principais da letra. Minha última ida ao Departamento de Censura, então funcionando no Palácio do Catete, me marcou profundamente. Um sujeito, bancando o durão, (...) mãos na cintura, eu sentado numa cadeira e ele de pé, com a coronha da arma no coldre há uns três centímetros do meu nariz. Aí, um outro, bancando o "bonzinho", disse mais ou menos o seguinte:

Vocês não então entendendo... Estão trocando as palavras como revolta, sangue, etc. e não é aí que a coisa tá pegando...

Eu, claro, perguntei educadamente se ele poderia me esclarecer melhor. E, como se tivesse levado um "telefone" nos tímpanos, ouvi, estarrecido a resposta, em voz mais baixa, gutural, cheia de mistério, como quem dá uma dica perigosa:

- O problema é essa história de negro, negro, negro..."


MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANCI

EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA

Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Como diz a música, seu monumento estará para sempre "nas pedras pisadas do cais". A mensagem de coragem e liberdade do "Almirante Negro" e seus companheiros resiste.

O Mestre Sala dos Mares

(João Bosco / Aldir Blanc)

(letra original sem censura)

Há muito tempo nas águas da Guanabara

O dragão do mar reapareceu

Na figura de um bravo marinheiro

A quem a história não esqueceu

Conhecido como o almirante negro

Tinha a dignidade de um mestre sala

E ao navegar pelo mar com seu bloco de fragatas

Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas

Jovens polacas e por batalhões de mulatas

Rubras cascatas jorravam das costas

dos negros pelas pontas das chibatas

Inundando o coração de toda tripulação

Que a exemplo do marinheiro gritava então

Glória aos piratas, às mulatas, às sereias

Glória à farofa, à cachaça, às baleias

Glória a todas as lutas inglórias

Que através da nossa história

Não esquecemos jamais

Salve o almirante negro

Que tem por monumento

As pedras pisadas do cais

Mas faz muito tempo


.................................


O Mestre Sala dos Mares

(João Bosco / Aldir Blanc)

(letra após censura durante ditadura militar)

Há muito tempo nas águas da Guanabara

O dragão do mar reapareceu

Na figura de um bravo feiticeiro

A quem a história não esqueceu

Conhecido como o navegante negro

Tinha a dignidade de um mestre sala

E ao acenar pelo mar na alegria das regatas

Foi saudado no porto pelas mocinhas francesas

Jovens polacas e por batalhões de mulatas

Rubras cascatas jorravam das costas

dos santos entre cantos e chibatas

Inundando o coração do pessoal do porão

Que a exemplo do feiticeiro gritava então

Glória aos piratas, às mulatas, às sereias

Glória à farofa, à cachaça, às baleias

Glória a todas as lutas inglórias

Que através da nossa história

Não esquecemos jamais

Salve o navegante negro

Que tem por monumento

As pedras pisadas do cais

Mas faz muito tempo


----- Original Message -----
From: Félix Maier
To: Francisco Barros
Sent: Monday, November 24, 2008 12:59 AM
Subject: Fascicomunista sem-vergonha!

Chico Vermelho de raiva,

As Forças Armadas (FA) se sustentam na hierarquia e na disciplina. O que o Babalorixá de Banânia fez no Rio de Janeiro, acolitado por um bando de salafrários, foi exaltar as ações de amotinados, o que faz de Lula um promotor da desordem e do caos, não o comandante-em-chefe das FA que deveria ser. E você me vem falar em democracia...

Deve-se analisar a "Revolta da Chibata" com os critérios históricos que então eram válidos, não através de um revisionismo tolo, como defendido por você, uma "repaginação" marxista feita pelos sociólogos comunistóides da atualidade, que querem promover um reles arruaceiro a "almirante negro".

Quanto a me chamar de "fascista", esse termo não me atinge em absoluto, porque não existe nada mais fascista do que o governo Lula que você tanto apóia. Tanto isso é verdade que o Babalorixá de Banânia tem mais poder do que Mussolini, com suas falanges autoritárias que lhe dão sustentação política, e por isso ainda não sofreu impeachment, apesar de ser mil vezes mais corrupto que o governo de Collor: Foro de São Paulo, MST ("braço armado do PT"), UNE, CUT, PCdoB, OAB, ABI, CNBdoB, ONGs pilantrópicas, partidos aliados, cooptação da sociedade civil (universidades, empresários - especialmente banqueiros -, o meio cultural, etc.).

Fascista, portanto, é você, Chico Vermelho, junto com toda essa corja de petralhas apátridas que tomaram o poder no Brasil.

Vê se me esquece, fascicomunista sem-vergonha!

F. Maier


From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: João Cândido
Date: Mon, 24 Nov 2008 00:25:53 -0200

Félix Maier; li seu comentário a respeito da infeliz declaração de um ex-ministro da ditadura a respeito do herói João Cândido, que acabou com o castigo da chibata na Marinha. Você afirma que "Fez muito bem a Marinha em não mandar nenhum representante ao circo montado por Lula para homenagear um "almirante de araque", o marinheiro-arruaceiro João Cândido (F. Maier).

Joâo Cândido arruaceiro? Você já leu alguma coisa sobre a Revolta da Chibata? Deveria se informar melhor, para não ficar publicando asneiras...

João Cândido, com seu movimento, provou que a Marinha (tanto daquele tempo quanto a de hoje) pode muito bem ser operativa contando apenas com os seus graduados e praças (durante a revolta, o encouraçado Minas Gerais, sob o comando de Cândido, fez manobras geniais dentro e fora da baía da Guanabara, sob os olhares incrédulos da oficialidade boçal que a tudo assistia do antigo cais Pharoux).

Se a Marinha não mandou nenhum representante ao evento, é porque ela (e as demais forças) ainda não se aclimataram com os ventos da Democracia. Aliás, um oficial da Marinha, se ali comparecesse (principalmente fardado) seria expulso a ponta-pés pelos milhares de brasileiros patriotas que ali foram para prestar essa mais do que justa (e muito tardia) homenagem ao grande herói nacional

Deixa de falar e escrever bobagens, rato fascista!

Declínio e ruptura dos EUA

por Igor Panarin [*]

Entrevistado pelo Izvestia

Um dos principais analistas políticos russos afirmou que a tempestade económica nos Estados Unidos confirma a sua visão de que o país caminha para o colapso e será desmembrado em partes separadas.

O professor Igor Panarin declarou numa entrevista publicada a 24 de Novembro pelo diário Izvestia: "O dólar não está assegurado por nada. A dívida externa do país tem crescido como uma avalanche, apesar de que no princípio dos anos 1980 não havia dívida. Em 1998, quando fiz a minha previsão, ela havida excedido os US$2 milhões de milhões (trillion). Agora há mais de US$11 milhões de milhões de dívida. Isto é uma pirâmide que só pode entrar em colapso".

O jornal afirma que as terríveis previsões de Panarin para a economia estado-unidense, feitas inicialmente numa conferência internacional na Austrália, há 10 anos atrás quando a sua economia parecia forte, ganharam mais credibilidade com os acontecimentos deste ano.

Ao ser perguntado quando a economia dos EUA entraria em colapso, Panarin disse: "Ela já está a entrar em colapso. Devido à crise financeira, três dos maiores e mais antigos cinco bancos da Wall Street já deixaram de existir, e dois mal estão a sobreviver. As suas perdas são as maiores da história. Agora o que assistiremos é uma mudança no sistema regulatório a uma escala financeira global. A América não será mais o regulador financeiro do mundo".

Quando lhe perguntaram quem substituiria os EUA na regulação dos mercados mundiais, respondeu: "Dois países poderiam assumir este papel: a China, com as suas vastas reservas, e a Rússia, que podia desempenhar o papel de um regulador na Eurásia".

Perguntado porque esperava que os EUA se desmembrassem em partes separadas, disse: "Por todo um conjunto de razões. Primeiramente, os problemas financeiros nos EUA ficarão piores. Milhões de cidadãos ali perderam as suas poupanças. Os preços e o desemprego estão em ascensão. A General Motors e a Ford estão à beira do colapso, e isto significa que todas as cidades ficarão sem empregos. Governadores já estão insistentemente a pedir dinheiro ao governo federal. A insatisfação está a crescer, e no momento isto está a ser sustido apenas por causa das eleições e da esperança de que Obama possa fazer milagres. Mas na Primavera já estará claro que não há milagres".

Ele também mencionou o "ajustamento político vulnerável", a "falta de leis nacionais unificadas" e "divisões entre a elite, as quais tornaram-se claras nestas condições de crise".

A sua previsão é que os EUA romper-se-ão em seis partes — a Costa do Pacífico, com a sua crescente população chinesa; o Sul, com os seus hispânicos; o Texas, onde movimentos pela independência estão em ascensão; a Costa do Atlântico, com a sua diferente e separada; cinco dos mais pobres estados centrais com suas grandes populações de nativos americanos; e os estados do norte, onde a influência do Canadá é forte.

Ele ainda sugeriu que "nós [russos] ainda podíamos reclamar o Alasca — ele foi cedido apenas em arrendamento (on lease), afinal de contas".

Quando ao destino do US dólar, declarou: "Em 2006 foi efectuado um acordo secreto entre o Canadá, o México e os EUA sobre uma divisão comum, o Amero, como nova unidade monetária. Isto poderia assinalar preparativos para substituir o dólar. A centenas [de milhões] de notas de dólar que inundaram o mundo poderiam ser simplesmente congeladas. Sob o pretexto, digamos, de que terroristas estão a falsificá-las e de que precisariam ser verificadas".

Acerca da reacção da Rússia à sua visão do futuro, Panarin considerou que deve "Desenvolver o rublo como uma divisa regional. Criar um bolsa de petróleo em funcionamento pleno, a efectuar transacções em rublos... Devemos romper as cadeias que nos atam ao Titanic financeiro, o qual na minha opinião afundará em breve".


25/Novembro/2008

[*] Professor na Academia Diplomática do Ministério Russo dos Negócios Estrangeiros e autor de vários livros.

O original encontra-se em http://en.rian.ru/world/20081124/118512713.html
e em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=11138

Esta entrevista encontra-se em http://resistir.info/

Lei da Anistia: Uma Aula Magna de Direito

O movimento da esquerda punitiva e a revisão da Lei da Anistia

Alexandre Magno Fernandes Moreira Aguiar (*)

Os doutrinadores especializados em Direito Penal já identificaram vários movimentos de política criminal, como a "lei e ordem", miscelânea de doutrinas que defendem maior rigor na aplicação da lei penal; o "abolicionismo", que, no extremo oposto, defende a extinção de todo o sistema penal; e o famosíssimo "garantismo", que pretende reduzir o Direito Penal e o Direito Processual Penal ao mínimo necessário para a proteção dos direitos individuais.

Identificamos, porém, no Brasil, um quarto movimento, tão ou mais poderoso que os anteriores: o movimento da "esquerda punitiva".

De forma bem resumida, podemos dizer que a ideologia esquerdista vê o mundo como um grande palco de luta de classes: Marx referia-se a burgueses contra proletários, com a vitória inevitável dos últimos. Porém, o marxismo moderno, cuja conseqüência cultural foi a ideologia do "politicamente correto", ampliou essa luta para outras "classes": homens contra mulheres, brancos contra negros, heterossexuais contra homossexuais, adultos contra idosos e crianças, "ricos" (conceito que, no Brasil, acaba por incluir a classe média) e pobres, etc. De acordo com essa ideologia, todas as medidas favoráveis às "classes dominadas" e contrárias às "classes dominantes" são justificadas em nome de um futuro "melhor e mais igualitário".

Esse movimento tem diversas conseqüências, como a utilização cada vez mais arbitrária da polícia contra os "ricos e poderosos" (o fundamento dessas ações é o "igualitarismo na ilegalidade" – se os pobres não têm seus direitos garantidos, os "ricos" também não devem tê-los) e a incriminação da divergência, com leis e decisões judiciais que, a pretexto de preservar a imagem e a honra de pessoas e de grupos, contribuem para a restrição gradativa da liberdade de expressão (é significativo que o Brasil seja apenas o 84° País em liberdade de imprensa).

A mais nova manifestação desse movimento é a pretendida revisão da Lei de Anistia. A Lei 6.683/79 extinguiu a punibilidade de todos os crimes políticos e dos conexos a eles, desde que cometidos entre 1961 e 1979. Não foram anistiados aqueles já condenados por crimes de terrorismo, de assalto, de seqüestro e de atentado pessoal.

A idéia é possibilitar a condenação daqueles que realizaram torturas nos integrantes dos movimentos de esquerda. O fundamento da idéia é até bastante simpático: a tortura é um crime contra a humanidade e, por isso, imprescritível. O caráter absolutamente hediondo do crime e sua conseqüente imprescritibilidade seriam razões mais do que suficientes para retirá-lo do rol de crimes políticos e, portanto, da Lei de Anistia. Porém, abaixo dos belos ideais, esconde-se a idéia de desprezo ao Estado de Direito.

O argumento utilizado a favor dessa tese pode ser facilmente desmascarado por um estudante de Direito. Primeiramente, de fato, a tortura é um crime contra a humanidade, tal como definido no Estatuto do Tribunal Penal Internacional (TPI). Porém, vários outros crimes receberam também essa qualificação. Vejamos: "homicídio; extermínio; escravidão; deportação; aprisionamento com violação das normas do direito internacional; estupro, escravidão sexual, prostituição forçada, violência sexual; perseguição de grupos ou comunidades por motivos políticos, raciais, culturais, religiosos; desaparecimento forçado de uma ou mais pessoas; apartheid; atos inumanos que provocam graves sofrimentos". De fato, os crimes da competência do TPI não prescrevem, ou seja, o processo nessa corte internacional é sempre possível. Interessante que, no Brasil, seja defendida a imprescritibilidade apenas do crime de tortura.

Até esse ponto, a argumentação é sustentável. O problema começa ao verificarmos que a Constituição Federal, norma fundamental que está acima de qualquer tratado internacional, considera imprescritíveis apenas os crimes de racismo e de ação de grupos armados contra o Estado. Tais exceções ao princípio da pescritibilidade estão previstas no art. 5° da CF, cláusula pétrea, que, como amplamente sabido, não pode ser modificada.

Apenas para argumentar, vamos supor que a tortura seja mesmo um crime imprescritível. Mesmo assim, não seria possível sua punição atualmente. O motivo chega a ser banal: a prescrição é apenas uma das causas de extinção da punibilidade. Mesmo que um crime seja imprescritível, ainda é possível que sua punição seja impossibilitada por outras causas, como a abolitio criminis (revogação do crime, ou seja, aquele tipo de crime deixa de ser previsto em lei), a graça, o indulto e a anistia, espécie de perdão concedido pelo Congresso Nacional. Assim, um crime imprescritível não será, necessariamente, sempre punível, pois é sempre possível que a extinção da punibilidade ocorra por outros meios.

Outro argumento corrente é o de que a tortura não é enquadrável nas hipóteses da Lei de Anistia, por não ser crime político ou crime conexo a político. Ora, tratando-se de uma norma penal benéfica, seus dispositivos devem ser interpretados extensivamente. Assim, crime político é aquele que tem por objetivo alterar o regime dominante no país (ditadura para democracia, capitalismo para socialismo, etc.) e, por simetria, aquele cometido para evitar que essa modificação ocorra, que é o caso da tortura.

Chama a atenção, também, uma ausência. Querem a punição dos militares que torturaram guerrilheiros, optantes da luta armada. Nada dizem a respeito desses mesmos guerrilheiros, que praticaram atos de terrorismo (explicitamente excluídos da Lei de Anistia), mataram e, inclusive, torturaram. Ora, a mais banal aplicação do princípio da igualdade requeriria que a Lei de Anistia fosse revista para todos e não apenas a favor daqueles que "venceram a guerra" e hoje estão no poder. Essa interpretação parcial dos fatos não é novidade: há tempos, os perseguidos pelo regime militar recebem vultosas indenizações. Aqueles que sofreram algum dano causado por esses "perseguidos" foram simplesmente ignorados.

Finalmente, mesmo se desconsiderarmos todas as ponderações anteriores, existe um "detalhe esquecido" pelos que querem a punição daqueles que praticaram torturas durante o regime militar. Tortura somente tornou-se crime no Brasil em 7 de abril de 1997, com a publicação da Lei 9.455/97. Assim, pleiteia-se que uma norma incriminadora tenha eficácia retroativa, atingindo fatos que ocorreram antes de sua entrada em vigor. Mais uma vez, quer-se desobedecer a uma cláusula pétrea, pois a CF apenas permite a retroatividade da lei penal mais benéfica ao réu ou ao condenado. Não há dúvida de que ninguém pode ser punido por fato que não era considerado crime à época em que foi cometido.

Portanto, é visível que a reivindicação de nova interpretação da Lei de Anistia, com o objetivo de excluir de seu campo a tortura, é simplesmente uma aberração do ponto de vista jurídico. Isso, porém, não importa para o movimento da esquerda punitiva, para o qual a ideologia é mais importante e mais defensável que o próprio Estado de Direito. Em decorrência, as pessoas que a defendem têm imunidade penal e podem, sem maiores problemas éticos, considerar legítima a vingança contra seus algozes de tempos passados. Porque, de fato, é disso que se trata: pura e simples vingança, envernizada por uma finíssima e falsa camada de elevados ideais humanitários.

(*) Procurador do Banco Central do Brasil em Brasília (DF), especialista em Direito Penal e Processual Penal pela Universidade Estácio de Sá, professor de Direito Penal e Processual Penal na Universidade Paulista (Unip) e nos cursos preparatórios Objetivo e Pró-Cursos.


http://www.alexandremagno.com/


Obs.: Palmas para Alexandre, o Grande, pela Aula Magna de Direito (F. Maier).

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Homenagem aos mortos na Intentona Comunista

"A FARDA NÃO ABAFA O CIDADÃO NO PEITO DO SOLDADO." OSORIO, O LEGENDÁRIO.

AOS MEUS AMIGOS, PRINCIPALMENTE OS DA RESERVA.

PORQUE OS GRUPOS DE OFICIAIS DA RESERVA (VOCÊS SABEM DOS QUAIS EU FALO) NÃO DIZEM: ESSE É O NOSSO EXÉRCITO, O DE 35, O DE ONTEM QUANDO ÉRAMOS DA ATIVA, E O HOJE, DOS QUE NOS SUBSTITUÍRAM.

ABRAÇOS, MEDEIROS.


Solenidade em homenagem ao mortos na intentona comunista de 1935

Foi realizada hoje, 27 de novembro de 2008, às 15.30horas, na Praça General Tiburcio, Praia Vermelha, RJ, emocionante homeagem aos mortos da intentona comunista de 1935.. A solenidade contou com a presença do Comandante do Exército, Gen Exercito Enzo Martins Peri, de três destacamentos de tropa da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além da presença de todos os oficiais generais do Exército em serviço na área . Compareceram também Oficiais Generais da Marinha e da Aeronáutica, o Dep Jair Bolsonaro e vários Oficiais Generais da reserva e autoridades militares e civis. A solenidade foi organizada pelo Comandante do Comando Militar do Leste, Gen Luiz Cesário da Silveira Filho , juntamente com o Gen Ex Paulo Cesar de Castro, chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa. Abaixo fotos enviadas pelo Cel Mayrseu Cople Bahia


Veja as fotos da homenagem em http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=80587

Obs.: A solenidade reuniu grande número de oficiais-generais das três Forças, inclusive o Comandante do Exército, general Enzo Martins Peri. É um claro recado ao Babalorixá de Banânia, que, em vez de prestigiar as Forças que comanda (ele é o comandante-em-chefe das FA), tem sido apenas um agitador sem-vergonha, promovendo a discórdia e o caos nas FA, ao defender criminosos, assassinos e terroristas de esquerda, como Marighela e Apolônio de Carvalho, e arruaceiros, como o "almirante negro" de araque, João Cândido, com a inauguração de uma estátua para este, recentemente, no Rio de Janeiro (F. Maier).

Um país que apodreceu

Por Jorge Serrão

Exclusivo – Um ex-governador (casado e dois filhos), um deputado federal (casado e pai de três filhos) e um ex-deputado federal (evangélico, casado e dono de emissoras de rádio) podem ser denunciados pelo crime hediondo de pedofilia. Os três são investigados secretamente pela Polícia Federal. Todos são bem conhecidos, por suas aberrações, entre parlamentares da base governista.

Seus computadores já foram rastreados até por membros da Agência Brasileira de Inteligência. Em dois deles havia fotos das bestas políticas fazendo sexo com crianças. O parlamentar afastado era famoso no submundo de Brasília, por sair à noite à caça de meninas de rua para seus fins animalescos. Pela fama dos três no submundo dos nojentos exploradores sexuais de crianças, seriam facilmente apanhados. Mas o poder político dos três tem tudo para salvá-los de um escândalo que abalaria a República.

O chefão Lula da Silva, que terça-feira sancionou um projeto de lei que aumenta a punição e abrangência de crimes relacionados à pedofilia na Internet, pode ter uma surpresa desagradável e um desgaste pessoal muito grande caso o escândalo venha à tona. Dois dos principais investigados em sigilo afirmam aos quatro cantos serem “muito próximos do presidente”.

Não se tem certeza se os nomes dos três políticos foram passados ontem à Polícia Federal pela CPI da Pedofilia. Por enquanto, os políticos se limitam a denunciar, publicamente, a face conhecida da pedofilia na Internet. O trabalho da CPI catalogou cerca de oito mil páginas do site de relacionamentos Orkut, em que constam imagens de crianças em situações de exploração sexual.

A primeira análise da quebra de sigilo, realizada ainda em abril, indicou que, de 3.261 páginas com indícios de exploração de fotografias, 1.263 havia casos de crianças e adolescentes vítimas de pedófilos. Desse total, 874 páginas foram criadas por brasileiros. Os números foram divulgados no 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no Rio até amanhã. A primeira-dama, dona Marisa Letícia, presidente de honra do evento, participou de uma das mesas de debate, com a rainha Sílvia, da Suécia.

Palavras do chefão

"Quem comete o crime da pedofilia é um animal".

Assim definiu Lula da Silva, na abertura do congresso contra pedofilia.

Pois Lula precisa tomar cuidado com os “animais” pedófilos que pode estar mais perto dele do que sua vã filosofia pode imaginar...

Crítica à televisão

Lula afirmou que "é preciso acabar com a hipocrisia religiosa que não permite que temas importantes como esse sejam tratados à luz do dia".

O presidente criticou também o conteúdo das emissoras de TV, "que transmitem sexo de manhã, de tarde e de noite".

Lula pediu a participação das escolas na educação sexual.

"É preciso convencer o país que educação sexual é tão importante quanto dar comida para a criança sobreviver. O que não ensinarmos dentro de casa ou da escola, nossas crianças e adolescentes aprenderão muitas vezes de forma animalesca nos rincões dos bairros".

Ajuste de conduta

O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), prometeu que a comissão vai apresentar, em 2009, um projeto de lei que tipifica o crime de exploração sexual de crianças.

A CPI pretende convidar os donos de bancos para discutir a assinatura de uma Termo de Ajuste de Conduta (TAC).

O objetivo é que os bancos criem mecanismos para impedir a compra e venda de fotografias pela internet.

O material normalmente é pago com cartões de crédito ou débito e chega a custar entre US$ 800 e US$ 1 mil.

Google contra a pedofilia

A ONG Safernet Brasil informa que, entre o final de janeiro e final de junho deste ano, das 636.350 denúncias recebidas pela organização, 596.738 (93,77 por cento) referem-se a perfis ou comunidades do site de relacionamentos Orkut.

Cerca de 40 por cento desse total dizia respeito à difusão de pornografia infantil no site.

O serviço do site de relacionamentos é oferecido pelo provedor Google Inc., que assinou em julho deste ano, na CPI da Pedofilia, um termo de ajustamento de conduta.

Segundo o acordo, a empresa colabora com as investigações dos crimes ao cumprir prazos curtos de envio de informações às autoridades.


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 27 de Novembro de 2008

FARC: O pensamento da semana

PENSAMENTO DA SEMANA (FARC)

"Se os terroristas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) forem espertos, farão exatamente o que os terroristas brasileiros fizeram: se entregam, passam a integrar a democracia colombiana, concorrem e se elegem deputados e senadores, criam uma lei de 'indenização por perseguição política' e, em poucos anos, ganharão altos cargos no governo com aposentadorias e indenizações milionárias."

O desabafo do major pequedê

O cerco ao Judiciário, ao Exército e à imprensa.

Companheiros,

Há tempos que me controlo em me expressar e dizer o que realmente sinto. Basta! Ou escrevo ou tenho um câncer. Estamos vivendo num país onde os ricos são amigos dos poderosos e nunca são lesados ou punidos. Os poderosos são ricos e entram na regra anterior. Fazem e acontecem e nada acontece!!! Por outro lado os pobres e miseráveis, na maioria ignorantes, a verdade seja dita, já estão comprados pelo governo (PT) com suas bolsas, auxílios, esmolas, etc. a classe média só afunda Banca os impostos dos ricos e as esmolas dos pobres.

Eu sou descontado em folha de r$ 17.000,00 por ano só de imposto de renda, fora iptu, ipva, tac, iof, ipqp.... Alguém paga isto de livre e espontânea vontade ao leão?

Leio os jornais e ouço os noticiários e é só desgraça, corrupção, falcatrua e não acontece nada!!!!!

Será que a coisa tá ruim mesmo ou eu que sou muito pessimista?

Os políticos, inclui-se aí o presidente, 99% do senado, 99,9% do congresso, estão cagando pra hora do brasil, querem é se dar bem fazer caixa e eternizar a curriola, revelando e apadrinhando mais fdp para estuprar a pátria amada, embarrigá-la e abandonar o filho feio.

E a violência? Todos sabem que esta vem, em grande parte, motivada pelo tráfico de drogas. Se abafarem as entradas da droga ela não chega aos grandes centros e a criminalidade é asfixiada. por que não fazem isso? Porque grande parte dos políticos tem seus tentáculos depositados sobre o tráfico ou vice-versa.

Aí um tenente, formado pelo melhor estabelecimento universitário do país, a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) na qual tive orgulho em me formar em 1989, é colocado numa favela, devido a conchavos políticos, com a participação do exército brasileiro (meu Deus!), é submetido a horas de patrulha no morro da providência, tendo que liderar seu pelotão e controlar seus homens. Este tenenete deve ter engolido a seco várias e várias provocações de muitos marginais e subprodutos do crime, até que, como todo ser humano, aloprou e fez o que fez.

A forma foi certa? Não, claro que não, mas aqueles garotos (se é que se pode chamar assim) mais cedo ou mais tarde iriam morrer, seguindo as estatísticas das vítimas do tráfico, e não deviam ser boa coisa, não para provocar o exército. Eu estive lá na Providência, em março, com o 25º Batalhão de infantaria pára-quedista (25º BIPQDT) e vi a situação a que eram submetidos meus soldados.

É muito fácil para qualquer um, de longe, cheiroso e sob um ar condicionado crucificar tal oficial, "mas guerra é guerra".

Sou carioca de Bonsucesso mas reconheço que o Rio está numa guerra e estão colocando tropas no olho do furacão. Lembro, o tenente é um acadêmico, outros universitários só vão à favela para participar de ONGs. sem vergonha e fumar maconha. O tenente estava trabalhando. Se eu solto meu filho de 10 anos numa loja de louças chinesas e ele quebra um vaso caro a culpa é só dele? Foi deprimente ver na televisão aquela visita do ministro da defesa à família de uma das 'vítimas', mais deprimente foi ver a cara de algumas 'autoridades' que o acompanhavam, cordeirinhos! Enquanto isso cadê o General Heleno que só falou a verdade? Vários medicamentos baseados em substâncias que só encontramos na amazônia são de patentes estrangeiras. O açaí é de patente japonesa!!!!!!!!!!!!!!!

Gringos compram pedaços daquela terra a preço de banana. Tem é político graúdo roubando feio e levando vantagens, mais uma vez, cagando pra hora do Brasil.

Como sou militar, de tropa, sem sangue azul, sem me preocupar em me dar bem com missões 'boca boa', sem ser carreirista, sempre sincero com superiores e leal com subordinados, já sei como agir, nossa profissão é meio de vida e não meio de morte, cada vez mais serei corporativista, aos militares tudo, o resto que se f.....

Como subcomandante exijo que o batalhão cumpra horários, mas o libero na hora certa. Estamos acostumados a cumprir a missão a qualquer custo sem meios, sem condições e sem dinheiro, etc...
Desde que entrei no exército ouço que somos pobres, até quando? Faltam menos de seis anos para que eu vá a reserva e nada mudou. Vai mudar? Não creio. Num país onde bilhões são desviados para bolsos de safados e ilhas fiscais, temos que engolir que não há dinheiro para as forças armadas. E tem gente que engole ou finge que engole para não se queimar.
Meu compromisso é com minha família e com meus amigos, que me respeitam, com eles não posso me queimar, com o resto? Não estou preocupado.

Me dói ver safados chamar o período de 1964 a 1985 de ditadura, vê-los receber indenizações como vítimas deste período, vê-los nos achincalhar, pisar, submeter e humilhar, vê-los no poder nos olhando com soberba. Me enfarta ver criminosos, ladrões, sequestadores, serem agraciados com medalhas de pacificadores. Eu, que tenho quase 20 anos só na tropa, destes, 10 anos na brigada pára-quedista, nunca fui punido, sempre fui leal ao exército, não tenho. O José Genoíno, neste universo, é melhor do que eu.
Sabem o que me dói também é ver oficiais da nossa força, que vestem a pele de amantes da instituição, mas na verdade estão preocupados apenas com seu umbigos, em não se queimar.

A razão de ser do exército é a tropa, na hora do pau é esta que vai dar a cara para bater, mas tem oficial que diz que medalha de corpo de tropa é para sargento, que quem é de tropa é burro e fica aí piruando ser instrutor da AMAN, ESAO e ECEME para ganhar pontinhos e pegar 'bocadas', chegam a coronel e general sem ter nem 10 anos de tropa, brincadeira! Depois vão pra Brasília e viram 'ideúdos'.
Estou começando a achar que sou otário. Vou ficando por aqui, agradeço a atenção.

Não vou mais engolir sapo, homens têm que ter coragem. Homem não tem medo de homem. Boca é pra falar. Tenho um filho e não quero que ele veja em mim um covarde.

Nunca me vendi e nunca me venderei por conveniência, sigo meus princípios. olho nos olhos das pessoas com que falo. Minha única fortuna é o meu caráter. Minha vida é minha família. Desta vida só levamos a família e os amigos. De toda a vida, apenas aqueles que estiverem ao redor de seu túmulo no dia do seu funeral é que valeram a pena, o resto foi o resto!

BRASIL, ACIMA DE TUDO!

MAJOR FREDERICO RAMOS PEREIRA

PQDT NR 56.288

A SELVA NOS UNE!!!

AMAZONIA NOS PERTENCE.

S E L V A ! ! !

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Guerrilha pode ser Terrorismo sim

Mário Guerreiro
Extraído do site www.averdadesufocada.com


O presidente da Ordem dos Advogados (OAB), Cezar Britto, afirmou que guerrilhas de esquerda para depor governos ditatoriais, como as ocorridas no Brasil durante a ditadura militar, são atos legítimos e garantidos pela legislação internacional, chancelados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que não caracterizam atos de terrorismo.

“Entendemos que a manifestação contra governo ditatorial é legítima, faz parte da sobrevivência de um povo”, disse ele e acrescentou: “A ONU tem admitido que o fato de resistir a uma ditadura não é ato terrorista”.Sua declaração foi feita em contestação a um pronunciamento do presidente do STF, Gilmar Mendes, segundo a qual a Lei da Anistia de 1979 vale para todos os lados: “sejam torturadores do regime militar ou guerrilheiros de esquerda, que tenham praticado atos de terrorismo, como assalto a banco, seqüestro de diplomatas e assassinatos”. (Tribuna da Imprensa, 6/11/2008).Como se sabe, a OAB tem uma ação no STF pedindo a punição para torturadores que atuaram durante a ditadura militar. O ministro da Justiça, Tarso Genro (PT-RS), endossa o mesmo ponto de vista de Cezar Britto criticando Gilmar Mendes em dois pontos: (1) Por ter se pronunciado sobre assunto a ser ainda julgado pelo Supremo e (2) Por colocar no mesmo saco torturadores e guerrilheiros. Quanto a (1), Gilmar Mendes, como todo cidadão, goza do direito de emitir sua opinião no momento que assim desejar, ou não estamos numa democracia?!Quanto a (2), segundo pensamos quase tudo o que é dito na grande mídia sobre as guerrilhas no Brasil, durante o período de exceção, está eivado de ressentimento esquerdista e revanchismo. Concederam-se polpudas indenizações a guerrilheiros mortos em ação, mas não fizeram o mesmo em relação aos militares que perderem suas vidas no cumprimento de seu dever, o que é uma medida claramente unilateral. Ora, não deveriam ser concedidas indenizações a nenhum dos membros de ambos os lados, pois quem entra numa guerrilha o faz voluntariamente - quer o faça por ideologia ou obediência a ordens superiores - e sabe muito bem que é para matar ou morrer. A guerrilha pode diferir de uma guerra entre nações sob diversos aspectos, mas não neste que foi apontado.Há diferenças entre guerrilhas no campo e guerrilhas urbana, mas na que vou caracerizar, esta não se deve a fatores estratégicos militares. No Brasil, houve guerrilhas dos dois tipos, no entanto no que diz respeito particularmente à urbana, os guerrilheiros de esquerda não se limitaram a objetivos militares: ataques a quartéis, atentados a instalações militares, atentados a militares, etc., foram muito além disso: assaltos a bancos, assaltos a residências de ricos, colocação de bombas em locais públicos matando e ferindo civis inocentes, etc.Nunca entrou na minha cabeça esta estória de “crime político”. Se alguém coloca uma bomba em algum lugar podendo destruir patrimônio alheio e vidas humanas - como, por exemplo, a colocada na sede da OAB no Rio - é crime tout court. Se um grupo de quatro indivíduos assaltam um banco, estão configurados dois crimes: (1) formação de quadrilha e (2) assalto à mão armada. E ponto final! Não tem nenhuma importância jurídica se pretendiam distribuir o produto da rapina entre os necessitados, fazer uma festança com garotas de programa ou arrecadar dinheiro para a revolução do proletariado. Tudo o que importa é o meio empregado (coação mediante armas de fogo) e a finalidade imediata (apoderarar-se de bens alheios). A finalidade última – ou seja: o destino dado ao dinheiro roubado - não tem a menor relevância jurídica.Tem toda a razão o ministro Gilmar Mendes ao situar no mesmo plano guerrilheiros que praticaram crimes comuns (assaltos, seqüestros, atentados, etc.) e torturadores. Não devemos jamais esquecer que “anistia”, palavra proveniente do grego amnesteia, quer dizer: “esquecimento, perdão”, e neste caso em que há duas partes envolvidas, não pode ser unilateral: é esquecimento (perdão) mútuo. Ora, se os guerrilheiros foram anistiados, por que não os torturadores? A voz da sensatez manda passar uma esponja no passado e olhar para o presente.Ah! Acontece que, na mente sempre facciosa das esquerdas, só a direita comete crimes. Como os esquerdistas geralmente aceitam aquela imoralíssima máxima de que “os objetivos justificam os meios”, os mais horripilantes crimes, se, e somente se, são cometidos em nome da revolução do proletariado, são legítimos.

Mario Guerreiro
Fonte: ParlataDoutor em Filosofia pela UFRJ. Professor Adjunto IV do Depto. de Filosofia da UFRJ. Ex-Pesquisador do CNPq. Ex-Membro do ILTC [Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência], da SBEC. Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da UniverCidade. Autor de obras como Problemas de Filosofia da Linguagem (EDUFF, Niterói, 1985); O Dizível e O Indizível (Papirus, Campinas, 1989); Ética Mínima Para Homens Práticos (Instituto Liberal, Rio de Janeiro, 1995). O Problema da Ficção na Filosofia Analítica (Editora UEL, Londrina, 1999). Ceticismo ou Senso Comum? (EDIPUCRS, Porto Alegre, 1999). Deus Existe? Uma Investigação Filosófica. (Editora UEL, Londrina, 2000). Liberdade ou Igualdade (Porto Alegre, EDIOUCRS, 2002). Já apresentou 69 comunicações em encontros acadêmicos e publicou 37 artigos

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Babalorixá de Banânia: O idiota da semana

“Este momento pertence também aos milhares de outros (?) que morreram massacrados (?) pelos que não acreditavam no sonho de que o Brasil poderia chegar onde chegou (?). O Brasil vive um momento extraordinário, investimos na Bolívia, na Venezuela, no Equador, no Paraguai, na Argentina e em breve estaremos investindo em Cuba nosso grande parceiro”.

Babalorixá de Banânia, depois de levar calote da Bolívia e do Equador, ouvir reclamação do Paraguai (caso Itaipu) e lamber o charuto de Fidel Castro, mandando toneladas de arroz para Cuba pós-furacões. E, para Santa Catarina debaixo d'água, nada!!!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Chico Vermelho: O fascicomunista que tem nostalgia da chibata!

Resposta à tréplica de Chico Vermelho de raiva, o fascicomunista que tem nostalgia da chibata!

24/11/2008

Lá vem Chico Vermelho, o fascista-comunista, querendo me dar aula de História! Era só o que faltava!

João Cândido pode ser "almirante negro" para idiotas como você e pras negas dele, quando ancorava nos portos para "trocar óleo". Para o Brasil, ele não passa de um assassino, já que desencadeou uma revolta que provocou várias mortes.

Se você não encontrou nenhum sujeito "bronzeado" na Marinha é porque você não passa de um cretino, porque lá existem muitos homens de cor. Talvez não um negro puro, o que hoje já é muito difícil de ser encontrado no Brasil, devido à miscigenação de sua gente. Mas mulato, eu tenho certeza de que existem muitos na Marinha. A propósito: por que vocês chamam a Camila Pitanga de "negra" (como ela mesma se autodenomina), se ela é apenas uma morena clara, tendo sangue europeu e africano - portanto uma "euro-africana", não uma "afro-brasileira", como prega a enrolação linguística do movimento negro? Para a marujada não vale esse embuste que vocês empregam todo dia, transformando mulatos, morenos e pardos em negros retintos, do tipo zulu?

Só um babaca como você poderia dizer que a Marinha é racista e não aceita negros. Onde isto está escrito, seu mentiroso? Calúnia é o forte de todo petralha. Mas garanto que nenhum branco consiga entrar no grupo de percussão Timbalada... Se na Marinha não existem "negros" na quantidade que você gostaria de ver, é porque eles não estão interessados em vestir farda. Devem ter outras prioridades - como jogar futebol, ser cantor de "raiz", criar grupos de pagode e percussão, ir atrás de profissões mais rentáveis que a dos militares. Hoje em dia, como já ocorre há muito tempo, as Forças Armadas estão abertas a todos os jovens brasileiros, independente da cor da pele. Se existe algum obstáculo, esse impecilho é a falta de estudo dos jovens, e o culpado disso não é a cor da pele das pessoas, mas a situação lastimável de nosso ensino básico e fundamental, que está falido.

Quanto à sua suposição de que, se algum oficial da Marinha tivesse comparecido à solenidade, poderia ser expulso a pontapés, isto prova que você e a cambada que lá estava não passam de fascistas, pois não admitem que ninguém que pensa o contrário possa participar de atos públicos - mesmo quando esse ato não passa de um circo montado pelo Babalorixá de Banânia para homenagear terroristas, assassinos e assaltantes de bancos - como frisou Lula ao elogiar Marighela e outros criminosos. Nada mais justo você pensar assim: nazismo significa, literalmente, "nacional-socialismo", que é a doutrina que todo comunista brasileiro abraça com carinho, seja com "o petróleo é nosso" (claro, dos petroleiros...), seja com "a Vale é nossa" e outras bobagens. Quando esse nacional-socialismo se mistura com o nacionalismo de alguns militares, aí nós temos o avanço do atraso total, que foram as duas décadas perdidas do Brasil em termos de avanço científico, ao ser criada a "reserva de informática" que apenas fabricava produtos piratas caros e defasados tecnologicamente.

Quem precisa aprender História é você, burro velho, que vê tudo pela ótica marxista, nada mais, e pretende reescrever a História nacional mediante um revisionismo tosco, sem levar em conta os costumes de cada época. Os castigos físicos, na época do almirante de araque arruaceiro, eram comumente aplicados a todos os subordinados, não só no Brasil, mas em várias Forças Armadas do mundo. E não era por causa da cor bronzeada de seus soldados. O Exército Brasileiro também aplicava castigos físicos aos sargentos e à soldadesca, porém nunca se viu um motim nas mesmas proporções da "revolta da chibata".

A propósito: quando eu entrei na escola, era comum o uso da palmatória pelas professoras do primário. Era um costume da época que hoje só faz sentido como registro histórico. Não será por isso que irei, agora, ao Grupo Escolar para fazer protestos contra a Diretora, nem espinafrar os professores de hoje, que nada tem a ver com o que acontecia naquela época. Da mesma forma, erguer estátua a um arruaceiro de outrora e tratá-lo como um herói nacional, como um Spartacus brasileiro, tem uma única finalidade: espinafrar ainda mais as Forças Armadas, mormente a Marinha, em mais um ato de vil revanchismo. Vindo tal ato do comandante-em-chefe das Forças Armadas prova que não temos um presidente da República, mas um agitador salafrário que se presta a espalhar confusão e caos entre os militares.

Cada tempo tem seu costume. No futuro, seremos também criticados por muitas coisas que fazemos hoje e achamos que são corretas. Transportar os costumes do tempo do onça para os dias de hoje, e tecer críticas, querendo voltar no túnel do tempo para tentar corrigir costumes que hoje não são mais aceitos, é ignorância pura ou patifaria total. Não há nada a se fazer, já que chibatadas não são mais desferidas nos traseiros dos soldados.

Quanto à má formação genético-cultural-sexual a que você se referiu, isto prova que você sabe muito bem do que se trata: você não passa de uma aberração da natureza. Porque somente patifes comunistas (desculpe o pleonasmo) como você apóiam ditaduras maoístas, stalinistas, cambojanas, cubana, etc. e os grupos terroristas brasileiros das décadas de 1960 e 70, que promoveram a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século passado. Você deve ter vibrado com a reunião de 70 partidos terroristas comunistas que se reuniram no centro de São Paulo no final de semana passado. Só patifes como você apóiam as torturas na antiga URSS (empalamentos, gulags, etc.), as "leoneiras" ainda existentes em Cuba e a execução de dissidentes na China de hoje, ao mesmo tempo em que reclama de algumas palmadas que marinheiros levavam na bunda num passado já distante.

De toda essa história envolvendo o "almirante de araque" arruaceiro que vocês tanto veneram, eu consigo extrair apenas uma conclusão: deve ser a nostalgia da chibata...

Lá vão, então, 100 chibatadas no bundão de sua bunda sem-vergonha...

F. Maier


***

Tréplica de Chico Vermelho de raiva:

From: francisbar@oi.com.br
To: ttacitus@hotmail.com
Subject: Re: Fascicomunista sem-vergonha!
Date: Mon, 24 Nov 2008 19:32:39 -0200

FF (Félix Fascista):seus escritos demonstram que você é dominado por sentimentos preconceituosos, adquiridos, provavelmente, por má-formação genética, cultural ou, até mesmo, sexual. Nesse caso do João Cândido, por exemplo, você passa atestado de ignorante de nossa História Pátria. O almirante Karan escrever aquela baboseira, eu até compreendo (a Marinha, até hoje, é extremamente racista, odeia negros - vide se tem algum aspirante de cor na Escola Naval - eu estive lá há uns dois meses, e dos 700 e poucos alunos, não vi NENHUM NEGRO). Além disso, se o Comando da Marinha enviasse à Praça XV um respresentante para a homenagem a João Cândido, é provável que o clima iria esquentar - afinal, o grande "Almirante Negro" foi perseguido até à morte (em 1969) pela oficialidade naval, que jamais o perdoou pelos acontecimentos de 1910. Aliás, àquela época, todos foram anistiados pelo Governo e, logo após, presos, torturados e assassinados. João Cândido também não foi morto devido à grande repercussão de seu nome da imprensa (nacional e internacional), elevado que foi ao pedestal dos grandes heróis brasileiros. Isto tudo está na História, basta você conferir...
De qualquer maneira, já que você é um neófito nesse tema, aí vai uma pequena colaboração que pesquei na internet. Aprimore seus conhecimentos!

***

Mensagem recebida de Chico Vermelho:

João Cândido‏

De: Francisco Barros (francisbar@oi.com.br)
Enviada: segunda-feira, 24 de novembro de 2008 0:25:48
Para: ttacitus@hotmail.com

Félix Maier;

li seu comentário a respeito da infeliz declaração de um ex-ministro da ditadura a respeito do herói João Cândido, que acabou com o castigo da chibata na Marinha. Você afirma que "Fez muito bem a Marinha em não mandar nenhum representante ao circo montado por Lula para homenagear um "almirante de araque", o marinheiro-arruaceiro João Cândido (F. Maier).

Joâo Cândido arruaceiro? Você já leu alguma coisa sobre a Revolta da Chibata? Deveria se informar melhor, para não ficar publicando asneiras...

João Cândido, com seu movimento, provou que a Marinha (tanto daquele tempo quanto a de hoje) pode muito bem ser operativa contando apenas com os seus graduados e praças (durante a revolta, o encouraçado Minas Gerais, sob o comando de Cândido, fez manobras geniais dentro e fora da baía da Guanabara, sob os olhares incrédulos da oficialidade boçal que a tudo assistia do antigo cais Pharoux).

Se a Marinha não mandou nenhum representante ao evento, é porque ela (e as demais forças) ainda não se aclimataram com os ventos da Democracia. Aliás, um oficial da Marinha, se ali comparecesse (principalmente fardado) seria expulso a ponta-pés pelos milhares de brasileiros patriotas que ali foram para prestar essa mais do que justa (e muito tardia) homenagem ao grande herói nacionalDeixa de falar e escrever bobagens, rato fascista!


***

Réplica a Chico Vermelho (24/11/2008):

Chico Vermelho de raiva,

As Forças Armadas (FA) se sustentam na hierarquia e na disciplina. O que o Babalorixá de Banânia fez no Rio de Janeiro, acolitado por um bando de salafrários, foi exaltar as ações de amotinados, o que faz de Lula um promotor da desordem e do caos, não o comandante-em-chefe das FA que deveria ser. E você me vem falar em democracia...

Deve-se analisar a "Revolta da Chibata" com os critérios históricos que então eram válidos, não através de um revisionismo tolo, como defendido por você, uma "repaginação" marxista feita pelos sociólogos comunistóides da atualidade, que querem promover um reles arruaceiro a "almirante negro".

Quanto a me chamar de "fascista", esse termo não me atinge em absoluto, porque não existe nada mais fascista do que o governo Lula que você tanto apóia. Tanto isso é verdade que o Babalorixá de Banânia tem mais poder do que Mussolini, com suas falanges autoritárias que lhe dão sustentação política, e por isso ainda não sofreu impeachment, apesar de ser mil vezes mais corrupto que o governo de Collor: Foro de São Paulo, MST ("braço armado do PT"), UNE, CUT, PCdoB, OAB, ABI, CNBdoB, ONGs pilantrópicas, partidos aliados, cooptação da sociedade civil (universidades, empresários - especialmente banqueiros -, o meio cultural, etc.).

Fascista, portanto, é você, Chico Vermelho, junto com toda essa corja de petralhas apátridas que tomaram o poder no Brasil.

Vê se me esquece, fascicomunista sem-vergonha!

F. Maier

O absurdo poder de índios e quilombolas

O absurdo poder de índios e quilombolas - o desmanche do território brasileiro

http://www.if.org.br/ecos.php

Análise escrita por Sem autoria definida, em 20/11/2008.

Artigo - O absurdo poder de índios e quilombolas, por Rolf Kuntz*

Todos são iguais perante a lei, segundo a Constituição, mas índios e quilombolas são mais iguais, de acordo com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1989

Originalmente publicado no jornal O Estado de S. Paulo, em 13/11/08


Todos são iguais perante a lei, segundo a Constituição, mas índios e quilombolas são mais iguais, de acordo com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1989. Se qualquer outro brasileiro cometer um crime, o correto será julgá-lo com base no Código Penal. Se o crime for cometido por algum daqueles brasileiros de classe especial, a história poderá ser diferente: "Quando sanções penais sejam impostas pela legislação geral a membros dos povos mencionados, deverão ser levadas em conta as suas características econômicas, sociais e culturais." Além disso, "dever-se-á dar preferência a tipos de punição outros que o encarceramento". Esses critérios são indicados no artigo 10º da convenção, aprovada pelo Congresso em 20 de junho de 2002 e posta em vigor pelo presidente em abril de 2004.

Por esse compromisso assumido pelo Estado brasileiro, índios e quilombolas podem vetar projetos importantes para a economia nacional. O governo terá de pedir licença a esses "povos" - assim denominados no texto da convenção - para promover o desenvolvimento, se for necessário realizar obras ou explorar recursos minerais.

Segundo o artigo 7º, "os povos interessados deverão ter o direito de escolher suas próprias prioridades no que diz respeito ao processo de desenvolvimento" e, além disso, "deverão participar da formulação, aplicação e avaliação dos planos e programas de desenvolvimento nacional e regional suscetíveis de afetá-los diretamente".

Pelo artigo 15º, "em caso de pertencer ao Estado a propriedade dos minérios ou dos recursos do subsolo, ou de ter direitos sobre outros recursos existentes nas terras, os governos deverão estabelecer ou manter procedimentos com vistas a consultar os povos interessados, a fim de determinar se os interesses desses povos seriam prejudicados, e em que medida, antes de empreender ou autorizar qualquer programa de prospecção ou exploração dos recursos existentes nas suas terras". Na prática, isso restringe, se não elimina, o direito do Estado sobre recursos minerais.

Se os índios e quilombolas disserem não, será preciso buscar outros lugares, de preferência habitados pelos cidadãos comuns, para construir hidrelétricas ou abrir estradas. O poder público deve cumprir esse ritual por meio de consultas.

Pelo artigo 2º, os governos devem assegurar aos índios e quilombolas "o gozo, em condições de igualdade, dos direitos e oportunidades que a legislação nacional outorga aos demais membros da população". Devem "promover a plena efetividade dos direitos sociais, econômicos e culturais desses povos, respeitando a sua identidade social e cultural, os seus costumes e tradições e as suas instituições". As do Estado brasileiro também valem? O artigo 5º reforça: "ao se aplicar as disposições da presente convenção (...) deverá ser respeitada a integridade dos valores, práticas e instituições desses povos."

Além de poderem preservar diferenças até institucionais, esses "povos" devem participar dos direitos da cidadania. Segundo o artigo 6º, os governos devem consultá-los, "mediante procedimentos apropriados e, particularmente, através de suas instituições representativas, cada vez que sejam previstas medidas legislativas ou administrativas suscetíveis de afetá-los diretamente". Também devem "estabelecer os meios através dos quais os povos interessados possam participar livremente, pelo menos na mesma medida que os outros setores da população, e em todos os níveis, da adoção de decisões em instituições efetivas ou organismos administrativos e de outra natureza responsáveis pelas políticas e programas que lhes sejam concernentes". Pelo menos na mesma medida?

Pelo artigo 6º, "ao se aplicar a legislação nacional aos povos interessados, deverão ser levados na devida conta seus costumes ou seu direito consuetudinário". É o fim da unidade legal do Estado brasileiro.

A quem interessa a criação desses Estados dentro do Estado? Pode haver mais de uma resposta, mas o seminário realizado sobre o assunto em Brasília, nesta semana, foi apoiado pela Red Jurídica para la Defensa de los Derechos de los Pueblos de la Amazonia, pela União Européia e pela Fundação Floresta Tropical, da Noruega. A lista dos estrangeiros interessados pode ser longa.

Entre os 20 signatários da convenção há 14 latino-americanos. Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia não constam. Talvez suas autoridades tenham lido o texto. Gente esperta.
_______________________________________________

*Rolf Kuntz é jornalista e escreve em O Estado de S.Paulo.


Comentário IF

O artigo até parece federalista, mas não é. Os direitos dos indios e quilombolas podem se parecer com o que se propõe para uma nação federalista, mas não se pode permitir confusão. Há vários aspectos aqui a serem levados em consideração.

Em primeiro lugar, quilombolas ou seja lá o que se arrange de denominação, não podem deixar de se integrar à Sociedade Brasileira, como ocorreu com praticamente todos os paises que, de colonizados, chegaram à condição de Primeiro Mundo - Canadá, EUA, Nova Zelândia, Austrália, para citar os mais óbvios. E os indígenas se enquadram da mesma forma. Pelo menos, deveriam...

Em segundo lugar, autonomias, inclusive judiciárias, até dentro do defendido direito consuetudiário (usos e costumes) se ajustam para estados federados com sociedades definidas, infra-estrutura desenvolvida e com capacidade de auto-gestão que não comprometa a Nação. Essa capacidade diz respeito à produção de bens e serviços que possam ser trocados com outros estados e países. Mas o que se observa na "capacidade de auto-gestão" nas terras atribuidas aos quilombolas e indigenas, é a extração promovida por grupos nacionais e estrangeiros, sem critério tanto do ponto de vista ambiental, quanto estratégico para a própria Nação.

Uma Federação se define pelo equilíbrio dos poderes centripetos e centrifugos entre as unidades autônomas e o Poder Central. Na meida em que esse quilíbrio é alterado, especialmente pelo tratamento civil diferenciado, rompe-se o elo de ligação nacional e federativa, abrindo-se caminho para separatismos e enclaves.

A solução desse problemas passa pela transformação em territórios federais dessas regiões, abrindo, com muito mais transparência, caminho para a aplicação de políticas de desenvolvimento e integração social e econômica, inicialmente incentivas e coordenadas pelo Governo Central, em nome da Federação, objetivando que cada território venha a se tornar, por competência, um estado autônomo e contributivo para o contexto da Nação.

Isso que surgiu no Brasil depõe contra qualquer bom senso. E contra a própria razão da existência do Estado Brasileiro, pois seus governos, centralizados que são, negociam sem critérios e seja lá por quais interesses localizados e provavelmente escusos, a integridade e soberania de tudo que foi conquistado. Lamentável....

Equívocos históricos

José Batista Pinheiro - coronel reformado

É incrível como a grande imprensa brasileira comete equívocos históricos na abordagem de fatos políticos recentes. Na anistia concedida ao falecido ex-presidente João Goulart, apareceram inúmeras manchetes distorcidas, do tipo: “Fez-se justiça ao ex-presidente João Goulart apeado do poder pelos militares...” – “A revolução de 1964, feita pelos militares, derrubou o presidente Goulart...” – “Golpe Militar depôs Jango,,,”

A verdade histórica revela que a revolução de 64 foi produto da rebeldia do governador Magalhães Pinto, de Minas Gerais, que declarou o Estado sob seu governo, desligado da União e contou com a colaboração dos governadores Carlos Lacerda, do então Estado da Guanabara e do governador Ademar de Barros, de São Paulo, ferrenhos adversários políticos do então presidente. A participação das Forças Armadas deu-se apenas, quando as tropas, ainda obedientes ao presidente ameaçado, subiram a serra dos Órgãos para combaterem os revoltosos de Minas Gerais. Acabaram aderindo aos companheiros de Minas e admitiram a vitória dos mineiros.

O Sr. João Goulart fugiu para o Uruguai, por livre e espontânea vontade, alegando não querer “derramamento de sangue”, e o presidente do Congresso Nacional, senador Auro de Moura Andrade, declarou a vacância da Presidência do Brasil. Os políticos revolucionários vitoriosos reuniram-se e convidaram um militar legalista, general Humberto de Alencar Castelo Branco, então chefe do Estado-Maior do Exército, para assumir o cargo vago de Presidente da República e preparar a transição do Estado Brasileiro para a retomada da democracia.

Nada contra a anistia ao ex-presidente Goulart, ressalvadas as mentiras em contrário quanto à derrubada do poder pelos militares em 64, que acabaram levando a culpa de tudo de ruim que acontece neste país, por causa dos equívocos históricos.

domingo, 23 de novembro de 2008

Preconceito racial diminui no Brasil

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/

A manifestação de preconceito de cor contra negros teve queda no país, segundo pesquisa Datafolha que repetiu perguntas feitas aos brasileiros em 1995. Neste ano, 3% dos entrevistados afirmaram ter preconceito - eram 11% há 13 anos, quando o levantamento deu origem ao caderno especial "Racismo Cordial". A margem de erro do levantamento é de dois pontos, para mais ou para menos.

da Folha Online
23/11/2008 - 03h22

Nova pesquisa Datafolha mostra que o racismo perdeu força no Brasil. Um novo levantamento reedita perguntas sobre o tema feitas há 13 anos e constata que uma fatia menor de pessoas declara seu preconceito contra negros (3% hoje contra 11% em 1995). No entanto, ainda há uma forte percepção de que o Brasil é um país racista (91%, praticamente a mesma porcentagem de 13 anos atrás). A reportagem completa está disponível apenas para assinantes da Folha de S.Paulo e do UOL.

A proporção dos entrevistados que se autodeclaram brancos caiu de 50% para 37%, enquanto a dos que se dizem pardos aumentou de 29% para 36%.

Indicadores de salário e escolaridade entre a população negra também tiveram melhora, contudo a média de anos de estudo de pretos e pardos é ainda menor que a de brancos em 1995.

Na questão de oportunidade de trabalho, cresceu a porcentagem dos pretos e pardos que dizem sofrer discriminação no trabalho/obtenção de emprego (de 45% em 1995 para 55% hoje).
Também aumentou o número de entrevistados que se dizem discriminados no estudo/cultura (de 14% para 20%).

***

Comentário

Félix Maier

Enquanto o preconceito racial diminui entre a população brasileira, o governo do Babalorixá de Banânia faz de tudo para que essa desgraça só aumente:
1) criação de cotas racistas para ingresso de negros nas universidades, abolindo-se o critério do mérito e jogando-se a Constituição no esgoto;

2) inauguração de uma estátua para o marinheiro-arruaceiro João Cândido, no Rio de Janeiro, alcunhado por muitos idiotas como "almirante negro";

3) a expansão de guetos racistas por meio da criação descontrolada de núcleos quilombolas (o "MST dos negros");

4) lei Paim (Estatuto da Igualdade Racial), que pretende dividir a população brasileira entre brancos e negros - aí incluídos os mulatos e pardos.

Além dos guetos quilombolas, o Brasil está sendo balcanizado pela criação desordenada de reservas indígenas e guetos do MST, todos de inspiração socialista.

É o Brasil a caminho rápido para o Brasilistão, uma mistura de Brasil com Afeganistão, cada tribo com seus senhores e servos!

Seria a nostalgia da chibata?


Obs.: A respeito do levantamento do Datafolha, feito em 1995, leia meu texto Racismo cordial: qual é a sua cor predileta? - http://www.webartigos.com/articles/676/1/racismo-cordial-qual-e-a-sua-cor-predileta/pagina1.html.

Veja texto completo em http://www.dominiocultural.com/ver_coluna.php?id=9147&PHPSESSID=c4b42834d05c7e49efd7f781808a34c7

O antipatriótico apedeuta

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda R/1 Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

É impressionante como a ”metamorfose ambulante” usa seus poderes extraterrestres para novas e incríveis superações. Prodigioso e multifacetado contradiz-se quando conveniente. Não importam o tamanho e o disparate dos seus despautérios. E a galera aplaude.

Igual incompetência, só a do herói televisivo, o “Chapollin Colorado”. Assim, o “noço guia” é um novo Macunaíma. Vivencia uma existência de faz de conta, onde tudo é fantasia, onde os delírios são tão reais, que embaralham–se no seu imaginário, a jactância, a egolatria, a soberba e a certeza de que está acima dos demais reles mortais.

No entanto, ungido por ignorada benção, o “magnífico estrume” posta–se, incólume e impune, acima do bem ou do mal, e a cada novo dia, segundo questionáveis pesquisas, sua cotação cresce na razão direta de suas sandices e palavreados errôneos e postura grandiloqüente.

Fantasioso, almeja–se um Getulio. Sem suicídio.

Retro-alimentado pelo próprio ego, a cada dia está mais resplandecente, mais grandioso, majestático e... patético. Falastrão e analfo-didata tem resposta para qualquer questão, com a simplicidade de um “jeca”.

Paternal, adula e afaga “cumpanheiros” larápios, “cumpanheiros” corruptos, “cumpanheiros” compadres, “cumpanheiros” canalhas, cumpanheiros aloprados e “cumpanheiros” terroristas. Todos têm o seu lugar à mão direita de sua majestade e o seu beneplácito para fazer o que quiserem, exceto, é claro, prejudicar o seu reinado.

Vergonhosamente humilde, registra em cartório os seus feitos. Nem o mitológico Hércules faria melhor. Ególatra, não cabe mais em si, nem no Brasil. Por isso, viaja e viaja. Sábio, distribui conselhos a tantos quantos encontrar.

Breve, tal qual o Papa João Paulo II, ao desembarcar em outras plagas, beijará contrito o seu solo.

Leal com os atuais e futuros ditadores dos países vizinhos, é humilde e submisso às suas vontades. Seu discurso é afinado com o do Chávez, claro sinal de que respeita o denominado “rascunho” de Bolívar.

Recentemente, antes de partir para a reunião dos presidentes de esquerda, em Manaus, populistas conhecidos pelo lema de a “união faz a esquerda”, a elite de apaniguados pelo Foro de São Paulo, o “pródigo invertebrado” anunciava que o Brasil estava livre do “tsunami” financeiro (“para o Brasil será apenas uma marolinha”).

Entretanto, bastou que o venezuelano afirmasse que a crise poderia atingir a todos os países, inclusive os da América do Sul, para que a “metamorfose”, lá mesmo de Manaus, circunspecto e solene, afinasse o seu discurso com o de seu ídolo.

Aos militares, seduz com a mão direita, acenando com o Plano “Estratosférico” de Defesa, e, com a esquerda, unge a beatificação de Jango Goulart e, assim vai levando a sua nababesca pantomima. Segundo seus negros propósitos, acompanha e insufla os debates sobre a Lei da Anistia.

Enquanto a vida segue, pensando num futuro que requeira o emprego de massas populares, alimenta discórdias, sempre de olho no segmento que poderá ser mais útil, mais exacerbado.

De acordo e coerente com os propósitos do Foro de São Paulo, inegavelmente, o Brasil desempenha, hoje, o papel de irradiador do comunismo na América Latina, assim como Cuba exerceu aquele papel em décadas passadas.

O apoio governamental ao 10º Encontro Internacional dos Partidos Comunistas e Operários, o apoio irrestrito às ditaduras esquerdistas da America Latina, a eterna bajulação ao tiranete Fidel Castro, que impôs uma vergonhosa e falida oligarquia em Cuba, e que levou àquele país a mais deprimente miséria, e o seu onipresente apoio ao cruel Raul Castro demonstram que vivemos sob a égide de um regime marxista.

Calhorda e oportunista faz questão de apagar da curta memória nacional, seus nomes mais ilustres, e pior, insidiosamente, alça aos píncaros da glória e aponta como exemplos, Carlos Marighela, Gregório Bezerra, conhecidos celerados como festejados “heróis” guerrilheiros.

A cada novo dia, na sua esbórnia mental, o conspurcador da memória nacional esbofeteia os militares e sublinha sem o menor pudor a que veio. Mais do que uma metamorfose, podemos cognominá-lo de “vírus” ambulante, pois dissemina a discórdia e promove o antipatriotismo.

Ao inaugurar com pompa, sem a presença de autoridades militares, a estátua do marinheiro negro João Cândido Felisberto, líder da Revolta da Chibata, indevidamente, e com requintes de achincalhe, chamado de “Almirante Negro”, Lula comparou o homenageado a outros personagens da história brasileira que enfrentaram militares - o beato Antônio Conselheiro, líder de Canudos, no início da República; Gregório Bezerra, conhecido comunista em 1964; e o terrorista Carlos Marighela, morto em 1969 - e disse que os brasileiros “precisam aprender a transformar seus mortos em heróis”, cultuando indivíduos que se utilizaram do emprego sistemático da violência para fins políticos, através da prática de atentados e destruições, cujo único objetivo era a desorganização da sociedade e a tomada do poder.

O “virulento” apóstata, procurando exaltar o “Dia Nacional da Consciência Negra”, não teve o menor pejo em menosprezar e desprestigiar a Marinha de Guerra do Brasil, enaltecendo como valores a indisciplina e a quebra da hierarquia, os pilares das Forças Armadas. Não satisfeito, demonstrando, cabalmente, seu alinhamento com os terroristas, despudoradamente, citou reconhecidos assassinos e facínoras como heróis da Pátria.

Vivenciamos tempos tenebrosos em que o 1º Mandatário apregoa aos quatros ventos a discórdia e fomenta a incúria.

Pobre Nação que assiste impassível à criação de novos heróis e se esquece, propositadamente, dos “gigantes” que construíram e preservaram esta terra. Pobre povo sem memória. Sem valores morais e legítimos ou com princípios destorcidos pelos desígnios de torpes interesses.

Enquanto isso, um sepulcral silêncio se abate sobre os Dias da Proclamação da República e da Bandeira, e o nosso pendão verde-amarelo, aos poucos deixará de ser o nosso lábaro estrelado, para ser substituído por uma rutilante bandeira vermelha.

Brasília, DF, 23 de novembro de 2008.