MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Assassinato do médico Marco Antônio Becker

Vocês acompanharam o assassinato do vice presidente do Cremers, Marco Antônio Becker, última madrugada em Porto Alegre...???

Becker era uma pedra no sapato na aprovação do PT na aprovação dos diplomas cubanos no Brasil. Agora não é mais.

Fiquem de olho ....

A propósito, o presidente do SIMERS - Sindicato Médico do RS - Paulo de Argollo Mendes http://www.simers.org.br/cms/php/site_monta_internas.php?area=sindicato&id_item=9&tabela=site_sindicatos

tem um um filho (ou filha) estudando em Cuba.

Marcelo


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Para conseguir um registro de médico no Brasil vale mentir e falsificar documentos. Escritórios de advocacia se especializam em entrar com processos para revalidar diplomas obtidos no exterior para que seus clientes possam exercer a medicina.

As decisões são provisórias e cabem recurso judicial. 'São ações baseadas numa situação de emergência normalmente forjada pelos advogados', diz Marco Antônio Becker, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado (Cremers).

http://www.prrs.mpf.gov.br/iw/iol/public.php?publ=11343
14/03/2005 16:04


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Médicos irregulares "invadem" a América Latina

Com a participação de representantes do Brasil, Argentina, Bolívia, Panamá, Uruguai e Venezuela, a Assembléia Geral Extraordinária da Confederação Médica Latino-americana e do Caribe (Confemel), realizada de 25 a 27 de abril (27/04/07), na sede da AMB, em São Paulo, teve como tema central a crescente atuação ilegal, nesses países, de médicos formados no exterior sem diploma revalidado.

Mais grave é que, por não serem registrados nos Conselhos, seu exercício profissional não pode ser fiscalizado, o que expõe a população atendida a danos irreversíveis. "É inaceitável que os pacientes mais pobres, que dependem do sistema público, sejam assistidos por pessoas inabilitadas, de formação duvidosa", ressalta Becker.

http://www.amb.org.br/mc_noticias1_abre.php3?w_id=2820

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JAmrigs: E a revalidação do diploma estrangeiro?

Becker: Defendemos que todo o médico formado no exterior, seja brasileiro ou não, tenha de revalidar o diploma em universidade pública brasileira, como manda a lei. Aí fica essa questão de entrar na Justiça. Pergunto: se a medicina em Cuba é tão boa, como dizem, por que os egressos não fazem o exame para revalidar o diploma aqui?

http://www.amrigs.org.br/entrevistas_detalhe.asp?campo=1736&secao_id=143


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Presidente Marco Antônio Becker apresenta denúncias sobre o exercício da medicina na América Latina à Associação Médica Mundial, na Alemanha

O presidente da Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe (Confemel), o gaúcho Marco Antônio Becker, viaja na próxima semana para participar da 176ª Reunião do Conselho da Associação Médica Mundial, que será realizada em Berlim, na Alemanha, entre os dias 10 e 12. Becker, que preside o Conselho Regional de Medicina/RS, vai denunciar uma ação organizada de países latino-americanos no sentido de oferecer atendimento médico precário à população carente. "Alguns países dito populistas querem tratar o pobre com médicos inabilitados e de formação médica duvidosa ou insuficiente. Isso eticamente é inaceitável", enfatiza o dirigente.

Essa denúncia está contida na Declaração de São Paulo, tirada na Assembléia Extraordinária da Confemel, ocorrida semana passada em São Paulo. O documento destaca, ainda, que muitos países estão desviando recursos da saúde para outras finalidades, prejudicando o atendimento à população e afetando o trabalho médico. A Confemel denuncia também a ameaça do governo da Venezuela de estatizar as clínicas privadas, que cobrem o vazio deixado pelo setor público.

Marco Antônio Becker vai relatar que alguns governos patrocinam ou permitem o exercício ilegal da medicina, quanto autorizam o ingresso de médicos formados no exterior sem efetuar a revalidação do título de acordo com o ordenamento jurídico de cada país. "Está havendo um estímulo irresponsável na maioria dos países à importação de médicos formados no exterior, em especial cubanos, em detrimento dos médicos nacionais e em prejuízo à população", afirma Becker.

Outro problema que será levado à Associação Médica Mundial é "a proliferação de cursos de medicina sem necessidade social, sem as mínimas condições de ensino e com único objetivo do lucro".

Declaração de São Paulo

A CONFEMEL (Confederação Médica Latino Americana e do Caribe), reunida en Assembléia Geral Extraordinária, na cidade de São Paulo, durante os dias 25, 26 e 27 de abril de 2007, resolveu denunciar publicamente:

1) Que os médicos dos países da América Latina e do Caribe estão sendo desprestigiados e agredidos na sua atividade profissional, por falta de reconhecimento dos seus governos no que diz respeito à condições de trabalho e acesso a uma remuneração digna. Assim sendo, CONFEMEL defenderá sempre a capacidade científica e ética dos médicos da nossa região, como mecanismo de proteção de uma atenção adequada às nossas populações, exigindo aos governos o respeito das leis e o compromisso em matéria política e prioritária de atender adequadamente os problemas assistenciais da nossa população.

2) Que alguns governos patrocinam ou permitem o exercício ilegal da medicina, quanto autorizam o ingresso de médicos formados no exterior sem efetuar a revalidação do título em forma legal, de acordo com o ordenamento jurídico de cada país. Essa situação causa sérios prejuízos à saúde dos pacientes. Eticamente é inaceitável propôr que a atenção aos pacientes pobres se realize por profissionais inabilitados e de formação médica duvidosa ou insuficiente.

3) Que no lugar de trazer médicos de formação duvidosa de outros países para trabalhar no interior de cada um deles, culpando aos médicos nacionais pela omissão da atenção nessas regiões, o correto é implementar políticas de saúde que integrem aos médicos nacionais, radicando-os nestes lugares.

4) Que a CONFEMEL impulsiona a existência de revalidações universitárias de diplomas estrangeiros, baseada em aspectos científicos e éticos, mas não por interesses políticos, ideológicos e econômicos, como acontece atualmente.

5) Que países da América Latina e do Caribe estão desviando recursos destinados à saúde para outras finalidades, com o consequente decréscimo de atenção à população.

6) Que faculdades de medicina na América Latina estão proliferando sem a necessidade social, nem as mínimas condições de ensino e qualidade, colocando em risco a saúde da população.

7) A falta de garantias individuais e coletivas para os médicos, em contradição ao ideário democrático que deve regir os nossos países.

8) Que os sistemas de saúde na América Latina e no Caribe devem ser implementados por um acordo conciliador; em um amplo debate entre os governos, os conselhos e associações médicas; e a população organizada, em busca de uma política de saúde adequada que melhore a qualidade de vida do povo.

9) Que a CONFEMEL rechaça a intenção de estigmatização penal da prática médica, que se pretende incluir nos códigos penais dos países.

http://www.crmpr.org.br/ver_noticias.php?id=928


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Tendência do governo Lula de reconhecer diploma de brasileiros prestes a se formar no país de Fidel gera resistência

"Não somos contra cubanos, mas não pode haver privilégios. Devido a problemas econômicos, Cuba está ficando para trás. Achamos que deve haver igualdade de tratamento para todos que estudam no Exterior. Quando esses alunos foram para Cuba, já conheciam as regras de validação."

http://www.programandoofuturo.org.br/apac/ver_noticia.php?id=45