MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

É legal a cobrança de valores diferentes para homens e mulheres em baladas?


É legal a cobrança de valores diferentes para homens e mulheres em baladas?


Os EUA estão engrandecendo a sodomia. A sodomia engrandecerá os EUA? por Julio Severo



Os EUA estão engrandecendo a sodomia. A sodomia engrandecerá os EUA?
por Julio Severo
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Após 17 anos, lei anti-homofobia é regulamentada no DF por Rollemberg


Após 17 anos, lei anti-homofobia é regulamentada no DF por Rollemberg

Lei tem o próprio governador como um dos autores. Há previsão de multas em casos de intolerância, seja na esfera pública ou na iniciativa privada.


Publicado por Camila Vaz

O Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, apresenta nesta sexta-feira (23) a regulamentação da lei que proíbe qualquer tipo de discriminação por conta da orientação sexual. A lei 2.615 de 2000 tem o próprio governador como um dos quatro autores e traz previsão de multas em casos de intolerância.
O governador assinou na tarde desta sexta o decreto de regulamentação. Ele atendeu a um pedido do Ministério Público, que tinha entrado na Justiça para cobrar o cumprimento da lei – seja na esfera privada quanto em órgãos do governo.
Também foi assinado um decreto de criação de uma Comissão Especial de Apuração, que será responsável por acompanhar e fiscalizar a lei, além da destinação dos recursos oriundos das multas aplicadas. Essa comissão será vinculada à secretaria de Estado de Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.
A lei chegou a ser regulamentada em 2013 pelo então governador Agnelo Queiroz por meio de um decreto. No entanto, após pressão da bancada evangélica, ele foi revogado no dia seguinte à publicação. Entre as regras, há previsão de sanções administrativas, como impossibilidade de ter contratos com o GDF, e multa de até R$ 10 mil.
Segundo o presidente da União Brasiliense LGBT (UniLGBT), Henrique Elias, o dia é histórico e representa um avanço para a proteção da comunidade LGBT. “ Quando um LGBT sofrer uma violência, ele já tem como recorrer, já entende que tem uma lei que assegura ele. Quando uma pessoa pensar em cometer um crime já vai saber que haverá uma lei e uma punição”, disse Elias.
Henrique Elias presidente da UniLGBT e Cleiton Campelo vice presidente da esquerda para direita Foto Yasmim Perna G1
Henrique Elias, presidente da UniLGBT e Cleiton Campelo, vice presidente (da esquerda para direita) (Foto: Yasmim Perna/ G1)

Até então

Para o Ministério Público, os casos de discriminação encaminhados à extinta Secretaria de Governo ficaram sem atendimento, por mais que haja uma regra colocando o órgão como responsável enquanto não houvesse regulamentação.
De acordo com o MP, a Casa Civil (que ficou com as funções da secretaria) disse em 2016 que não aplicaria as sanções previstas "porque não havia regulamentação".

Veja os pontos citados como homofóbicos e passíveis de punição, de acordo com a lei:

  • constrangimento ou exposição ao ridículo
  • proibição de ingresso ou permanência
  • atendimento diferenciado ou selecionado
  • preterimento quando da ocupação de instalações em hotéis ou similares, ou a imposição de pagamento de mais de uma unidade
  • preterimento em aluguel ou aquisição de imóveis para fins residenciais, comerciais ou de lazer
  • preterimento em exame, seleção ou entrevista para ingresso em emprego
  • preterimento em relação a outros consumidores que se encontrem em idêntica situação
  • adoção de atos de coação, ameaça ou violência

Bancada Evangélica

Em meio à comemoração da comunidade LGBT, a Frente Parlamentar Evangélica da Câmara Legislativa soltou uma nota em repúdio à regulamentação da lei. No texto, a organização diz que "a referida regulamentação fere o direito à liberdade religiosa, à liberdade de opinião e afronta diretamente os valores e princípios da família consolidados na Constituição Federal”.

Fonte: G1

Mídia Árabe: Brasil aberto para muçulmanos


Mídia Árabe: Brasil aberto para muçulmanos

Não são 1,8 milhão - longe, muito longe disso, mas o fato é de que os refugiados estão vindo para o Brasil e existe até propaganda internacional incentivando a vinda de imigrantes para terras tupiniquins. Prepare-se.
O​
 Cavalo de Tróia já está em movimento.
Abs
Ricardo 

A BASTILHA BRASILEIRA DESMORONA, por Gen Bda Rocha Paiva


A BASTILHA BRASILEIRA DESMORONA

Gen Bda Rocha Paiva

Em 1789, a queda da Fortaleza da Bastilha marcou o início da Revolução Francesa, que demoliu a velha ordem absolutista e provocou profundas mudanças políticas e sociais, daí ser considerada uma autêntica revolução.
A Operação Lava Jato poderá ser, também, o marco inicial de uma Revolução Brasileira, capaz de causar relevantes transformações na sociedade. A operação está abalando a bastilha brasileira da corrupção, ao atacar a poderosa máfia política composta pela aliança entre a velha ordem patrimonialista e a esquerda socialista. A Lava Jato também revelou relações ilegais e imorais entre atores políticos e o empresariado do capitalismo de compadrio, às custas do contribuinte e em favor de empresas, partidos e apaniguados.
Países que viveram revoluções, como a França (1789) e a Rússia (1917), vivenciaram riscos potencialmente fatais e oportunidade reais para ascender a futuros venturosos. Na França, os bons frutos demoraram décadas para amadurecer e o custo foi muito elevado. Na Rússia, a Revolução Bolchevista foi um desastre político, econômico e social, inclusive para os direitos humanos, e as consequências ainda sufocam a antiga pátria do socialismo e os países que ela escravizou. A Revolução Brasileira está nascendo de uma operação legal, que está a cargo da justiça, cumpre as normas do direito, é legitimada pelo apoio da sociedade e, ao contrário da Francesa e da Russa, poderá ser pacífica.
No Brasil, um risco grave e atual para a nossa Revolução está nas manobras insidiosas da velha ordem política patrimonialista, que fará de tudo para sobreviver. Suas lideranças no Executivo e no Legislativo, embora moralmente desgastadas, ainda têm força política para tentar deter a Lava Jato, escapar da justiça e manter seu elevado status de poder. Elas estão, majoritariamente, no PMDB, mas se distribuem por outros partidos de centro esquerda (democracia social) e centro direita (democracia liberal). São políticos fisiológicos, sem idealismo e com interesses pessoais que prevalecem sobre os da sociedade. Com certeza, há políticos e autoridades que não se corrompem e cumprem suas obrigações com civismo, responsabilidade e dignidade, mas é difícil aceitar que não denunciem as condutas desonestas de alguns, como se fossem admissíveis, e com eles convivam amistosamente.
Outro grande risco atual vem da esquerda socialista marxista (revolucionária), que engloba partidos radicais, sendo o PT o maior deles. Sua ameaça é a revolução permanente, iniciada com a criação do Partido Comunista Brasileiro em 1922, cujo propósito é implantar um regime socialista liberticida. A aliança do PT com a velha ordem política tinha a finalidade de garantir sua permanência no governo. A velha ordem era apenas uma companheira de viagem, a ser alijada e subjugada após o partido controlar a sociedade, conquistar o Estado e implantar o regime socialista, como soe acontecer onde essa ideologia triunfa.
Um risco não imediato é representado pela esquerda socialista fabianista (reformista e não marxista), conhecida como social democrata, distribuída em alguns partidos, principalmente, no PSDB. Hoje, ela substitui o PT na aliança com a velha ordem política liderada pelo PMDB. Seu propósito é, também, implantar o regime socialista, diferindo da esquerda revolucionária no processo e nas estratégias empregadas, que demandam um tempo maior para se concluir.
Demolir a velha ordem é mais rápido do que construir uma nova com sólida base moral. Aí começa o longo caminho da Revolução Brasileira, que precisará vencer as ameaças da velha ordem e dos socialistas internacionalistas (PT e PSDB), pois os socialistas nacionalistas, à direita, não têm peso político.
A eleição de 2018 é a oportunidade para o Brasil começar a erigir a nova ordem, com um mínimo de conflitos, sem a triste experiência de terrorismo, perseguições, violações e violências das Revoluções Francesa e Bolchevista e sem os estragos da segunda, ainda hoje persistentes. Porém, a nova ordem terá de vir do meio político, o que impõe sua depuração e renovação, com ativa participação da sociedade pressionando as instituições. É difícil, mas não impossível, surgirem novas lideranças em curto prazo, como se viu nas marcantes vitórias de Emmanuel Macron e seu recém-criado partido centrista, nas eleições francesas de maio e junho, respectivamente, para a Presidência da República e a Assembleia Nacional.
A delação da JBS agravou a crise atual ao atingir o presidente da República e envolve-lo na Lava Jato ao lado de centenas de políticos do PMDB, PSDB, PT e outros partidos. Várias fontes têm divulgado que políticos sob investigação, com aliados inclusive na justiça, estariam manobrando, veladamente, para neutralizar a Lava Jato. Se for verdade e se tiverem êxito, a Revolução Brasileira morrerá no nascedouro, para desesperança e revolta de uma sociedade que não mais acredita, nem confere legitimidade ao Executivo e ao Legislativo para representá-la.
Assim, as lideranças das instituições ainda confiáveis têm o dever cívico de se posicionar. Algumas podem fazê-lo de forma pública e outras de forma reservada, para conscientizar os Poderes da União sobre o momento crítico vivido pelo país e as consequências fatais para a paz social e a coesão nacional se as lideranças continuarem a legislar em prol de interesses escusos e sem compromisso com o futuro da Pátria.
O Poder Judiciário, além da autoridade legal, pela respeitabilidade da presidente do STF, tem autoridade moral para dissuadir manobras ilegítimas no sentido de deter a Lava Jato.
Em um impasse institucional, havendo falência de autoridade dos demais Poderes, como o STF é um Poder Constitucional, o artigo 142 da Carta Magna determina que seja garantido pelas Forças Armadas, cujas prioridades são, na atual crise política, a legalidade, a estabilidade e a legitimidade.

Natureza, música, beleza e paz...


Natureza, música, beleza e paz...


O Brasil vai emergir da escuridão muito melhor


O Brasil vai emergir da escuridão muito melhor

A multidão de gatunos engaiolados ou na mira dos investigadores
comprova que a Era da Canalhice está ferida de morte

Por Augusto Nunes

Publicado em 22 jun 2017, 19h23


As descobertas da Lava Jato transformaram em casos de polícia o
presidente Michel Temer e quatro dos cinco antecessores vivos. Só
Fernando Henrique Cardoso ficou fora do pântano onde chapinham Lula,
Dilma Rousseff, Fernando Collor e José Sarney, além de mais de 30
ministros ou ex-ministros de Estado, mais de dez governadores, quase
30 senadores, mais de 60 deputados federais e centenas de vigaristas
coadjuvantes. Se o Supremo Tribunal Federal cumprir o seu dever com
menos lentidão, a turma do foro privilegiado não demorará a engordar a
população carcerária.

Já não são poucos os figurões da política transformados em vizinhos de
cela de empresários especialistas em bandalheiras. Antonio Palocci,
ex-ministro da Fazenda e ex-chefe da Casa Civil, tem tempo de sobra
para trocar ideias com Marcelo Odebrecht, ex-presidente da usina de
propinas milionárias, e João Vaccari, ex-tesoureiro nacional do PT.
Perdeu recentemente a companhia de José Dirceu, libertado pela 2ª
Turma do STF. Mas não demorará a rever o primeiro chefe da Casa Civil
do governo Lula. Também seguem continuam encarcerados os
ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves, o
ex-governador do Rio Sérgio Cabral e vários destaques da Turma do
Guardanapo.

Tantos números desoladores avisam que o Brasil vai ficar na UTI por
muito tempo, certo? Errado: está cada vez mais saudável ─ graças à
Lava Jato. A multidão de gatunos engaiolados ou na mira dos
investigadores comprova que a Era da Canalhice está ferida de morte.
Para que a nação devastada pelos poderosos patifes recuperasse a
saúde, era preciso remover cirurgicamente o tumor da corrupção
institucionalizada. O Código Penal agora vale para todos. São sempre
escuras as horas que precedem a alvorada. O Brasil vai emergir da
escuridão muito melhor.

Na Alemanha já não suportam mais os muçulmanos


Texto de uma médica tcheca.Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Vejam o que está acontecendo no atual ambiente multicultural da Alemanha, segundo o que ela relata.
"Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre africanos especialmente. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.
uitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já estão aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles.Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.
E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para casa, na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço, há anos por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.
Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécie s que são, especialmente os da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo.
Num hospital perto do Reno, os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail.
O que teria acontecido a um alemão, se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada por sífilis, no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação? No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo, até agora, nada aconteceu.

Então, pergunto: onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram, nas estações ferroviárias? Sentados, bonitos em casa, curtindo suas organizações não lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos trens e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas???!!!
Se fosse por mim, eu arrebanharia todos esses recepcionistas e os traria primeiro aqui, para a ala de emergência do hospital, para agirem como atendentes, depois para um alojamento de migrantes, para que possam cuidar deles lá mesmo, sem policiais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica."
Eis o teor do desabafo desta profissional, que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado, como futuro, através da multiculturação, que está sendo impingida aos povos do Velho Continente, principalmente à Alemanha.
Uma coisa é a solidariedade, e outra é a ingenuidade...
Texto retirado da Internet

Caros amigos.
Se na Alemanha, país super-organizado, a coisa está assim, imaginem o que acontecerá no Brasil, com a chegada desse povo.
Sugiro que a polícia os conduzam para morar nas casas dos traidores da Pátria, que lhes deram  boas vindas e, que aprovaram sua migração.
Grande abraço.
Luiz José Mendonça.




MIRIAM - INCOERÊNCIA OU HIPOCRISIA? por general Rocha Paiva

MIRIAM - INCOERÊNCIA OU HIPOCRISIA?

General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva

A jornalista Miriam Leitão persiste com seu antagonismo às Forças Armadas, por de ter sido presa no início dos anos 1970. Estava grávida e, segundo afirma, sofreu maus tratos em unidade do Exército, enfatizando ter sido colocada com uma cobra na mesma cela.

Diz que lutava por democracia, contra a ditadura militar. É incoerência (ou hipocrisia?) dizer que lutava por liberdade, pertencendo à militância do PCdoB, então fora da lei. O partido era uma organização extremista, subordinada ao Partido Comunista Chinês, dirigente de uma potência totalitária responsável pelas maiores violações de direitos humanos no século passado. A estratégia do PCdoB, seguindo a doutrina da matriz, era a revolução violenta para implantar a ditadura comunista, empregando todo o rol dos crimes hediondos.

Miriam não sabia por quais propósitos estava lutando? É difícil acreditar, sendo ela uma estudante universitária. Assim, deveria ter coragem moral de dizê-lo francamente, bem como se ainda professa aquela ideologia. Se desinfetou seu pensamento político, confesse a ilusão do passado e não cobre pedidos de desculpas das instituições que a impediram de concretizar seu objetivo liberticida.

Quanto aos maus tratos e violações de que acusa o regime militar, deveria lembrar que o PCdoB poderia tê-la mandado para a guerrilha do Araguaia. Nesse caso, por imposição do comitê político da organização terrorista, ela só poderia sair da região vitoriosa ou morta em combate. Teria também que abortar, pois essa era a ordem para as guerrilheiras grávidas. Ao ser presa, escapou desse destino cruel e seu filho pode, livremente, repetir suas histórias (ou seriam estórias?) em seus livros.      

Desconstruindo o manual do IDIOTA útil - Padre Paulo Ricardo

Desconstruindo o manual do IDIOTA útil - Padre Paulo Ricardo