MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

O dia da ira - por Dênis Rosenfield

O dia da ira

Dênis Rosenfield (jornal "O Globo")

Apresentar o julgamento de Lula como um ato político de “luta” contra os ricos está mais para o hilário do que para o simplesmente cômico
Coincidências, no mais das vezes, encobrem nexos necessários entre fatos, discursos e palavras. Casualidades também revelam projetos e tendências que, assim, se expressam. Pode igualmente ocorrer que tenham um sentido manifestamente intencional, tornando semelhantes projetos políticos que ganham, desta maneira, uma afinidade eletiva. Tal é o caso do ex- ministro José Dirceu, que declarou ser o dia 24 deste mês, data do julgamento do ex-presidente Lula em Porto Alegre, o “dia da ira”.
O parentesco político em questão é com os grupos terroristas islâmicos, no caso o Hamas, que tem na violência e na destruição do outro os seus meios de ação e a sua finalidade própria. No caso deles, a destruição do Estado de Israel; no nosso, a destruição da democracia representativa ou, em outra perspectiva, do Estado democrático de direito.
Note- se que o ex- ministro, já condenado, usa tornozeleira eletrônica e está pendente de um julgamento para então saber se voltará ou não à prisão. Normalmente, uma pessoa que se encontra em tal condição deveria usar da prudência, pois está pagando por crimes cometidos, salvo se se considera acima da lei ou, na versão petista, um “preso político”. Ou seja, a lei valeria para todos os cidadãos, exceção feita para os petistas e, sobretudo, para seus líderes mais importantes, como é o caso do ex- presidente Lula.
Um caso corriqueiro de tribunais torna- se não apenas um espetáculo político como uma afronta ao império da lei. Nesta perspectiva, o “mensalão” e o “petrolão”, símbolos da corrupção política dos governos petistas, tornam- se instrumentos revolucionários. Esqueceram- se de dizer que espoliaram e exploraram a população brasileira, mormente os pobres, e não a “burguesia”, que se tornou uma aliada no “capitalismo de compadrio”. O Brasil, no desemprego e no retrocesso do PIB, sofre até hoje as consequências desta aventura, desta irresponsabilidade política.
Pretender, agora, apresentar o julgamento de Lula como um ato político de “luta” contra os ricos e as classes privilegiadas está mais para o hilário do que para o simplesmente cômico, não fosse o fato de muitos brasileiros ainda acreditarem neste engodo. E esse engodo veste a roupagem revolucionária!
O chamado à manifestação, organizado pelo PT e por movimentos sociais que orbitam em torno do partido como o MST e o MTST, tem como objetivo deslegitimar, tornar nulo ou dificultar ao extremo o julgamento do ex- presidente Lula. Ora, esses dois ditos movimentos sociais são, em suas versões urbana e rural, organizações hierárquicas com explícito programa revolucionário em moldes marxistas, voltado para a destruição da economia de mercado, da propriedade privada e do estado de direito, em suma, para a aniquilação do “capitalismo”. Basta a leitura de seus textos, documentos e, inclusive, entrevistas. A aura romântica tem sua realidade na destruição sistemática que estão empreendendo na Venezuela. O PT, aliás, não cessa de defender o “socialismo do século XXI”, o bolivarianismo, Chávez, Maduro e asseclas. É isto que querem para o Brasil?
O PT e os seus aliados estão perigosamente apostando na instabilidade institucional. Deixam sistematicamente claro que a lei não vale para eles. Ameaçam velada ou explicitamente o TRF4, cujo trabalho tem sido impecável na condenação dos envolvidos na Lava Jato, sejam eles petistas ou não. A cor partidária, em um julgamento, não conta. Os desembargadores, encarregados do julgamento de Lula, têm tido um comportamento impecável. O mesmo vale para o presidente do Tribunal, desembargador Thompson Flores, que tem se colocado institucionalmente à altura do desafio.
O objetivo do partido e de seus aliados consiste em criar um clima de agitação, procurando politizar o julgamento de seu líder máximo. Alguns falam de grandes manifestações, petições internacionais e os mais radicais vislumbram uma invasão do Tribunal. Visam, inclusive, a criar uma imagem internacional pejorativa do país, como se vivêssemos à margem da lei, na perseguição política da “esquerda”. A perversão é explícita. Os que desrespeitam a lei procuram transferir essa imagem para os que defendem o estado de direito e fazem cumprir a lei. O crime deixa de ser crime para ser um ato revolucionário!
Observe- se que a defesa de Lula não se preocupa com argumentos jurídicos, mas tão só com encaminhamentos que têm como finalidade uma maior politização do processo. Advogados tornam- se militantes. Para eles, a lei e a Constituição seriam apenas empecilhos que deveriam ser ultrapassados e desconsiderados a todo o custo. A face bolivariana do PT torna- se ainda mais nítida.
Está, verdadeiramente, em jogo o que se pode denominar de uma luta política entre a democracia totalitária e a democracia representativa, entre o projeto revolucionário e o Estado democrático de direito. A primeira está baseada na ideia de que o “povo”, ou melhor, seus representantes e demagogos, tudo pode, não importando o respeito ou não pela Constituição. A segunda está ancorada na observância das leis, das instituições e da Constituição, impondo limites a essa espécie de ilimitação da dita soberania popular.
O exemplo recente entre nós é o da ditadura bolivariana na Venezuela, com os seus líderes já nem mais encobrindo que não se preocupam com as instituições democráticas. Em um primeiro momento, guardaram ainda a aparência democrática representativa, enquanto mero instrumento de conquista do poder. Agora, a máscara caiu.
O projeto petista, em sua fase atual, possui esse componente de uma democracia totalitária, para a qual a vontade do povo não conheceria limites. A eleição seria uma absolvição. Os rituais democráticos são ainda observados, porém os discursos e manifestações sinalizam para uma subversão mesma da democracia representativa. Pertence ao passado a mensagem de pacificação da então dita Carta ao Povo Brasileiro, jamais reconhecida, porém, como documento partidário.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul

As viúvas-negras de Hollywood


As viúvas-negras de Hollywood

Félix Maier

Ultimamente, tem causado alvoroço nos meios cinematográficos a história picante de um magnata de Hollywood, que teria assediado sexualmente atrizes durante muitos anos, de modo que pudessem obter o desejado papel, que mudaria suas vidas, tornando-as famosas e milionárias.

Trata-se de Harvey Weinstein, que, acionado na Justiça, já se comprometeu a pagar indenização a várias atrizes que denunciaram o crime de assédio do tipo, “ou deita comigo no sofá, ou fora!”

O que causa surpresa é que essas atrizes esperaram cerca de 20 anos para fazer a denúncia. Por que não fizeram essa acusação antes? Por que esperaram antes ser milionárias, para então denunciar o fogoso fauno, dentro da patifaria moderna propagada pelo politicamente correto, que criminaliza bobagens e incentiva, por exemplo, o crime infame do aborto? Ana Paula Henkel, a eterna musa do vôlei, em sua coluna no Estadão, foi ao ponto G da questão, com o artigo  “Você tem 20 anos pra tirar a mão daí”.

Nessa onda de denuncismo barato, bem ao gosto dos norte-americanos, que adoram criminalizar tudo para obter dinheiro fácil, o ator Kevin Spacey, da série televisiva House of Cards, sofreu acusação de assédio sexual por parte de vários homens, obrigando-o a sair do armário. Como já havia ocorrido com o galanteador José Mayer, colocado na “geladeira” pela TV Globo, Spacey foi sumariamente demitido pela Netflix.

Nesse tsunami de acusações contra personalidades, é claro que a mulherada em busca de alguma fama e muito dinheiro não deixou passar a oportunidade para fazer acusações contra o ex-presidente americano Bill Clinton e o atual, Donald Trump.

Provas? Existem provas desses aludidos crimes? Todas as acusações procedem, não há nenhuma calúnia? Weinstein (“vinho de pedra”) virou vinagre, foi sumariamente condenado ao ostracismo.

Durante a premiação do Globo de Ouro, realizado no dia 7/1/2018, atrizes de Hollywood se vestiram de preto, para demonstrar seu protesto contra o assédio sexual que teriam sofrido durante o trabalho. Imediatamente, me veio à mente a imagem da viúva-negra, aranha que aplica o ferrão mortal após copular com o macho. As viúvas-negras de Hollywood, hoje famosas e milionárias, levaram 20 anos para aplicar o ferrão mortal. Coisa típica de farsantes, de moral puritano-stalinista.

A atriz Catherine Deneuve, junto com 100 atrizes francesas, criticaram o puritanismo das americanas e foram acusadas de apoiar o estupro, o que é uma deslavada calúnia, porque o grupo afirmou que estupro é crime, sim, mas que o galanteio e a sedução não podem ser considerados crimes machistas.


A noite do Oscar, este ano, promete!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

14 SENADORES VERMELHOS - OLHO NELES

14 SENADORES VERMELHOS - OLHO NELES 

Eis abaixo 14 nomes que não merecem voto para reeleição. Anote e não esqueça os do seu estado.

 Seguem os nomes dos
​ ​
senadores
​ - TODOS VERMELHOS - ​
 que assinaram o documento para abertura de processo disciplinar contra o Juiz Sérgio Moro:


1. Ângela Portela (PT-RR),

2. Donizeti Nogueira (PT-TO),

3. Fátima Bezerra (PT-RN),

4. Regina Sousa (PT-PI),

5. Humberto Costa (PT-PE),

6. Paulo Rocha (PT-PA),

7. Lindbergh Farias (PT-RJ),

8. Gleisi Hoffmann (PT-PR),

9. Jorge Viana (PT-AC),

10. José Pimentel (PT-CE),

11. Lídice da Mata (PSB-BA),

12. Roberto Requião (PMDB-PR),

13. Telmário Mota (PDT-RR),

14. Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).


Repasse até a nação tomar ciência desses vermes que nos envergonham.
​ ​
Dizem que ​
o STF está proibindo o juiz Moro de analisar os processos de diversos suspeitos da Lavajato e já vai fatiar o processo.
​ ​
O  Dias Tofoli (ex advogado deles) é quem irá direcionar os processos e inclusive é ele o responsável para DEFENDER a Gleisi Hoffmann.
​ ​
Ricardo Lewandowisk, disse que está tudo normal e ninguém será beneficiado por essa divisão de julgamento dos ladrões da Lavajato.

Cidadão Brasileiro, tenha coragem e encaminhe esta mensagem para cada contato seu. Não podemos deixar essa situação acontecer e enfraquecer o Juiz Sergio Moro.
​ ​
Vamos provar para os 5 ELEMENTOS do STF citados por um dos ELEMENTOS da FACÇÃO: DELCÍDIO DO AMARAL, que o povo brasileiro está do lado do Juiz Sergio Moro e não vamos aceitar calados.
​ ​
Seja patriota e proteste enviando esta mensagem para conhecimento de todos os seus amigos.
​ ​

VAMOS DÁ UM BASTA NOS POLÍTICOS CORRUPTOS NESSE BRASIL!!!!!!!​

 
​" SOMOS TODOS BOLSONARO 2018 "​

Obs.: Autoria não identificada.

Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

Alemanha, Áustria: Imãs Advertem Muçulmanos a Não se Integrarem

Quem defende que a imigração muçulmana desenfreada que a Europa está sofrendo, é algo defensável por motivos de solidariedade humana, ou é suicida ou está agindo de má-fé.
A União Européia vai sofrer muito com esta nova invasão dos bárbaros.
A imigração de pessoas que querem começar uma nova vida, num novo país, é uma coisa. Esta imigração desenfreada, orientada a não se integrar, a não adotar os costumes do país que os acolhe, é puramente um ato de guerra. Uma invasão territorial, populacional e cultural.
Abcs
Dominguez


“Fogo e Fúria”: Quando lixo vira best-seller nos Estados Unidos

“Fogo e Fúria”: Quando lixo vira best-seller nos Estados Unidos

Julio Severo
Pequenas cidades do interior são notórias por fofocas. Se você quiser escapar de difamações, fuja das cidades do interior e viva numa cidade grande.
Esse conselho é inútil para o presidente americano Donald Trump. Ele vive numa cidade grande — aliás, a cidade mais poderosa do mundo —, mas não consegue escapar de fofocas e difamações.
O ataque mais recente veio do livro “Fire and Fury: Inside the Trump White House” (Fogo e Fúria: Dentro da Casa Branca de Trump), escrito por Michael Wolff. O livro dele virou best-seller nos Estados Unidos. Aliás, antes de seu lançamento em 5 de janeiro, o livro e o e-book alcançaram a posição número 1 na Amazon e Loja da Apple iBooks.
“Fogo e Fúria,” de acordo com a Voz da América, uma fonte noticiosa do governo dos EUA, “é agora o livro mais vendido na Amazon. Na capital dos EUA, as pessoas aguardaram do lado de fora das livrarias em temperatura extremamente fria para comprar o livro.”
A CBS News publicou a manchete: “Livro explosivo ‘Fogo e Fúria’ vira best-seller número 1 em listas, compras disparadas esvaziam estoques de livrarias.”
Li algumas páginas de “Fogo e Fúria” e sua essência, substância e alma é a fofoca. O Dicionário Merriam-Webster define fofoca como “informações sobre a conduta e vidas pessoais de outras pessoas.”
Como é que fofocas contra Trump viraram best-seller nos Estados Unidos?
O que a Bíblia diz sobre fofoca?
“Não espalhem calúnias entre o seu povo. ‘Não se levantem contra a vida do seu próximo. Eu sou o Senhor.’” (Levítico 19:16 NVI)
“O fofoqueiro vive espalhando segredos; portanto, evite a companhia de quem fala demais.” (Provérbios 20:19 NVT)
Alguns poderiam perguntar: “Mas, Trump não ‘fofocou’ contra Bush sobre a Guerra no Iraque?” De fato, durante sua campanha, Trump disse que o governo de Bush mentiu sobre suas razões para invadir o Iraque. Trump disse que ele se opôs a tal invasão. Cristãos no Iraque pagaram um preço muito alto pela decisão ruim de Bush. A comunidade cristã iraquiana, que tinha mais de 2 milhões de pessoas antes da invasão dos EUA, tem agora menos de 400.000.
Excetuando o fiasco do Iraque e outros desastres de sua política externa neocon, Bush foi injustamente difamado durante seu governo, com todos os tipos de fofocas políticas. Esquerdistas não o pouparam. Livros foram também escritos contra ele, inclusive “The I Hate George W. Bush Reader: Why Dubya Is Wrong About Absolutely Everything” (Manual Dos que Odeiam George W. Bush: Por Que Bush Está Errado Acerca de Absolutamente Tudo), escrito por Clint Willis, e “The Lies of George W. Bush: Mastering the Politics of Deception” (As Mentiras de George W. Bush: Tornando-se Especialista na Política de Enganar) escrito por David Corn.
Bush era difamado por toda a esquerda, e os conservadores o defendiam como se ele fosse totalmente correto — sem reconhecerem sua submissão aos neocons e sua ideologia canibalisticamente belicista. É o mesmo problema de Trump.
Do mesmo jeito que esquerdistas difamavam Bush e Ronald Reagan então, agora eles difamam Trump. Nunca vi um presidente tão xingado quanto Bush e Reagan eram — até chegar Trump.
Mas Trump não atacou os assuntos particulares de Bush. Trump não tocou na vida pessoal de Bush. Ele atacou as decisões ruins de Bush que resultaram na Guerra do Iraque, a qual foi um desastre humanitário para os cristãos.
De forma semelhante, pessoas preocupadas com a perseguição aos cristãos podem questionar as decisões de Trump sobre política externa que resultam em sofrimento para os cristãos, principalmente a dificuldade dele de tornar os EUA independentes da Arábia Saudita, o principal patrocinador do terrorismo islâmico anticristão do mundo.
Em sua campanha eleitoral de 2016, Trump prometeu reduzir as intervenções dos EUA em outras nações, e os neocons ficaram enfurecidos com ele, pois eles usam os governos republicanos e democratas dos EUA para manter os EUA em guerras e intervenções eternas. Agora o governo de Trump faz exatamente o que os neocons querem. Criticar o fato de que ele se afastou de sua política anti-neocon é fofoca? Não, assim como a atitude dele de dizer que Bush mentiu não é fofoca.
Se Michael Wolff tivesse focado na incapacidade de Trump cumprir suas posturas não-intervencionistas na política externa em 2016, os evangélicos conservadores, que foram a principal base eleitoral dele, poderiam aplaudir o livro de Wolff. Mas o foco dele foram os assuntos particulares de Trump. Foi a vida pessoal de Trump. Isso é fofoca.
Não encontrei nada útil em “Fogo e Fúria.” É lixo em página após página.
Só pessoas doentes aguardariam do lado de fora das livrarias em temperatura extremamente fria para comprar lixo.
Só numa sociedade doente fofoca vira best-seller.
Versão em inglês deste artigo: “Fire and Fury”: When Garbage Becomes Bestseller
Leitura recomendada:

QUE SE LEIA PARA O INFAME!

QUE SE LEIA PARA O INFAME!

Aileda de Mattos Oliveira [mailto:ailedamo@gmail.com]
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

É na antiga e boa literatura brasileira que vamos encontrar a medida certa das coisas. Naquela época se estudava a cultura universal. Hoje, apenas, rouba-se, rapina-se, frauda-se, recebem-se propinas em departamentos de empresas, especialmente criados para satisfazer a morbidez do enriquecimento ilícito da malandragem política.
Há dois textos de superior envergadura que poderiam ser relembrados no julgamento e na cara do grande canalha e arruaceiro Lula, em Porto Alegre, como conclusão de um veredicto de alto teor moral, obra que não vemos na nossa pífia Justiça. Talvez, esse representante máximo da escória humana não entendesse por ser filho de “mãe que nasceu analfabeta”, conforme declaração bombástica do próprio no seu analfabetismo de herança.
O primeiro deles, de Gonçalves Dias, está inserido no I-Juca-Pirama e se transforma numa condenação do caráter que a estupidez petista jamais irá entender por não estar acostumada à disciplina mental nem comportamental, atada ontem, hoje e sempre, a estereótipos de cocheira.
O pajé tupi, acreditando que seu filho tivesse se tornado um traidor, logo, um petista da época, execra-o numa imprecação sem dó, sem possibilidade de atalhos e de escape. Pena que o sórdido exemplar da fauna selvagem só saiba soletrar e dizer palavrões. Que tal o pajé voltar e repetir a sua revolta no julgamento do ordinário no Rio Grande do Sul?!
O segundo, de Castro Alves, traz à cena a lenda do Judeu Errante, no poema Ahasverus e o Gênio, onde narra a vida de eterno condenado a não morrer, devido, segundo consta a história mítica, a uma blasfêmia dirigia a Jesus no momento em que, carregando a cruz, passava pela sua porta onde tinha ofício de sapateiro. Errar, vagar pelo mundo sempre, sem parar seria o seu destino!
Juntem-se os dois monumentos de condenação e que sejam lidos perante esse representante da súcia política, servidor cativo de Evo Morales, de Raul Castro e de Maduro, sabendo, de antemão, que nada entranhará no seu cérebro, comprometido de tanta borra de cana, ele mesmo, uma borra humana. Um esgoto!
As duas imprecações reunidas seriam insuficientes pela enorme dimensão da imundície moral representada por esse execrável representante do Mal.

Aileda

Planejamento do MST para 2018

Planejamento do MST para 2018

A ferramenta secreta do comunismo

Definitivamente Deus, não era comunista, pois não fez os homens iguais
(Roberto Campos).

Prezados Senhores
Somente o capitalismo e o liberalismo são antídotos para salvar o Brasil desse câncer que é o comunismo. Se o Brasil continuar incentivando o capitalismo de estado (embrião para o comunismo), principalmente através dos créditos direcionados (BNDES, CAIXA, BB) nosso destino já está selado. É uma ferramenta imbatível para a vitória do comunismo. Vejam abaixo o seu crescimento no Brasil entre 2002 e novembro de 2017.
Houve um aumento monstruoso da participação do volume de crédito público, saindo de 38,12% em 2002 para 49,32% em novembro de 2017, crescimento de 29,38%. E o mais grave é que o avanço ocorreu de uma forma desleal e injusta com taxas médias em novembro de 2017 de 9,3% ao ano, enquanto os créditos livres dos bancos privados custaram na média 42,7% ao ano. O que prova o avanço da estatização bancária no Brasil. Pavimentação para estatização total do Brasil e para o comunismo.

***

A ferramenta secreta do comunismo


 Berkeley, na Califórnia, em 27 de agosto. A teoria comunista do materialismo dialético visa incitar o conflito e a luta (Amy Osborne/AFP/Getty Images)
Apesar de se ter falado muito sobre progresso, o século 20 foi o mais violento em toda a história da humanidade, resultando em pelo menos 100 milhões de mortes não naturais, e a maioria esmagadora dessa violência foi causada pelo comunismo, um sistema de crenças que ainda se apossa das mentes de muitos em nossa sociedade.
O comunismo tenta seduzir as pessoas por meio de uma falsa gentileza. Convence as pessoas de que ele representa a tolerância e a consideração pela humanidade, e que pretende conduzir as pessoas à felicidade, mas que essa felicidade só pode ser alcançada depois que um segmento da sociedade seja suprimido ou erradicado.
Embora o uso da censura e da erradicação tenha se tornado uma marca distinta dos sistemas comunistas, a sua promessa de trazer felicidade por meio da destruição de toda a hierarquia social demonstrou ser uma mentira flagrante. O comunismo repetidamente levou à fome, à opressão e ao genocídio. Ainda assim, ele tem significante popularidade.
Para entender por que o comunismo ainda persiste, precisamos entender sua ferramenta mais fundamental de criação de revoluções violentas – convencer as pessoas a se tornarem inimigas umas das outras – e como ele usa essa ferramenta para fabricar questões políticas. Isso dá aos seus seguidores a capacidade de assumirem o controle gradualmente.
Esta ferramenta é a dialética comunista, conhecida como materialismo dialético. A dialética é um método de discurso entre duas partes. O materialismo dialético é usado para formular a visão comunista do mundo, reinterpretando todas as coisas através de uma lente que é absolutamente ateísta e baseada na luta.
O fundador da União Soviética, Vladimir Lenin, descreveu essa visão comunista dialética da verdade, num artigo publicado em junho de 1920 no jornal comunista internacional Kommunismus, como “o que constitui a essência, a alma viva do marxismo, uma análise concreta de uma situação concreta”.
Líderes comunistas, usando a dialética como seu sistema central para analisar problemas, reescreveram a história sob uma nova visão. Eles enfatizaram o estudo da dialética de Lenin e aplicaram-na à história do pensamento, da ciência e da tecnologia humana. O sucessor de Lenin, Joseph Stalin, escreveu em 1938 que “o materialismo dialético é a visão mundial do partido marxista-leninista”.
O papa Pio XII, que mais tarde excomungaria os católicos que professavam a doutrina do comunismo, descreveu a natureza da dialética comunista na encíclica “O comunismo ateísta” em março de 1937.

O papa disse que o materialismo dialético é a ferramenta usada pelos comunistas para “aguçar os antagonismos” entre diferentes partes da sociedade, sob sua crença de que “o conflito que leva o mundo à síntese final pode ser acelerado pelo homem. Daí eles se esforçarem para aguçar os antagonismos que surgem entre as várias classes da sociedade. Assim, a luta de classes com o seu consequente ódio e destruição violenta assume os aspectos de uma cruzada para o progresso da humanidade”.
A dialética comunista, acrescentou ele, também é a ferramenta-chave da natureza violenta nessa ideologia, que defende que qualquer coisa que resista à “violência sistemática” deve ser marcada para a aniquilação.
Discurso entorpecido
As formas tradicionais de dialética, como a dialética socrática, buscam encontrar a verdade por meio de argumentos racionais entre duas partes.
Por outro lado, as raízes do materialismo dialético baseiam-se numa teoria do filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel, mas que foi alterada ao longo da história pelos líderes comunistas, começando por Karl Marx, para se adequarem melhor aos seus objetivos. Em 1908, Lenin escreveu em “Materialismo e Empiriocriticismo” que o termo “materialismo dialético” foi cunhado pelo filósofo comunista checo-austríaco Karl Kautsky e foi popularizado apenas após as mortes de Marx e Friedrich Engels.
A parte central da teoria de Hegel, conforme usado no âmbito do comunismo, é o argumento de que a “contradição leva para frente”. Marx e Engels usaram esse argumento, mas alteraram a teoria de Hegel em geral, primeiro removendo todos os elementos que não se relacionavam com o materialismo, incluindo qualquer coisa relacionada à religião ou moralidade.
Stalin escreveu em 1938, em “Materialismo Dialético e Histórico”, que a única parte que Marx e Engels mantiveram da dialética hegeliana foi seu “núcleo racional” e que deixaram de lado todos os seus ideais morais.
Stalin descreveu essa nova dialética como algo baseado puramente numa rejeição do divino. Ele escreveu que a dialética de Marx descartava as ideias de Hegel de um “espírito universal” ou “consciência” e, em vez disso, considerava a vida como nada mais do que “matéria em movimento”.
Inversão estratégica
Embora a dialética tradicional tenha como objetivo ajudar as pessoas a entenderem as verdades por meio do intercâmbio de ideias variadas, ou ao olhar para ambos os lados de um problema, o materialismo dialético faz o contrário.
Ele examina vários problemas da sociedade e identifica seus opostos polares. Em seguida, ele enquadra esses opostos sob a ótica comunista e repele esses pontos de vista como sendo absolutos e inquestionáveis.
Mao Tsé-tung, o fundador do Partido Comunista Chinês, constituiu ou treinou sua dialética invertendo (ou pervertendo) muitas das crenças religiosas e sociais encontradas nos sistemas orientais.
Ele descreveu isso numa ocasião usando uma visão invertida da teoria taoísta do taiji (ou yin-yang). Nesta teoria ancestral, dois aspectos opostos de um elemento são vistos como complementares e interdependentes (ou harmônicos), de modo que dois podem ser tornar um. Em “Obras Selecionadas de Mao Tsé-tung”, Mao escreveu sobre isso como duas forças opostas, constantemente em conflito mútuo, e que, por meio da dialética comunista, “um se torna dois, dois se tornam quatro”. Em outras palavras, passo a passo, o elemento é dividido.
A descrição de Mao de “um [tornar-se] dois” é o coração da visão revolucionária comunista, com base na ideia de que, ao invés da harmonia, o comunismo pode incitar a luta entre quaisquer elementos tangíveis ou identificáveis, sejam diferenças de raças, classes sociais ou mesmo entre marido e esposa.
Sob a dialética comunista, o objetivo é que as pessoas substituam suas crenças em troca do ateísmo e a harmonia pela luta.
De acordo com o livro “A Espada da Revolução e o Apocalipse Comunista” de Cliff Kincaid, os líderes comunistas concordaram com Lenin que o “núcleo” da dialética era o uso de contradições.
Kincaid escreveu: “Os soviéticos resumiram o núcleo da dialética como uma ‘divisão em opostos’, enquanto Mao Tsé-tung e os ‘trabalhadores da filosofia’ chineses finalmente resumiram todas as complexidades da lógica dialética na expressão ‘um se divide em dois’.”
Kincaid cita Alexander Markovsky, um emigrante russo que estudou o marxismo-leninismo na antiga União Soviética, afirmando: “No mundo do materialismo dialético marxista, a mudança é o produto de um conflito constante entre os opostos, decorrente das contradições internas inerentes a todos os eventos, ideias e movimentos. Portanto, qualquer mudança significativa numa sociedade, de acordo com o marxismo, deve ser acompanhada por um período de revolta.”
O teórico marxista Georgi Valentinovich Plekhanov escreveu em “Dialética e Lógica” em 1928 que a dialética comunista segue três leis: identificar, contrariar e “excluir o meio”.
abordagem de Plekhanov permite que os comunistas fabriquem problemas identificando primeiro qualquer situação com o desenvolvimento material, depois “contradizendo” ou invertendo, e finalmente “excluindo o meio”, levando a uma situação em que apenas dois extremos existam e ignorando a frequente variedade de pontos de vista moderados.
Essa característica de “excluir o meio” é o oposto da sabedoria antiga que é compartilhada entre sistemas de crenças tradicionais, desde Aristóteles a Rumi, e de Sakyamuni a Salomão. Essas teorias tradicionais refletem de perto o que afirmou Lao Tse: “O melhor a seguir é caminho do meio.”
O comunismo baseia-se na ideia de que seus pontos de vista são utópicos e a conclusão final de todo o desenvolvimento. Marx afirmou que a luta levou à evolução social e argumentou que o comunismo era o estágio final. Seu sistema comunista tentou assim incitar a luta para acelerar esse processo, um processo que exigia o fomento do colapso econômico, social e moral.
Para avançar suas causas, ele usa o materialismo dialético para criar sua verdade invertida e promove essas inversões no intuito de criar discórdias e destruir tradições e normas sociais.
A ideia de “excluir o meio” segue a ideia de Lenin de “partidarismo”, ambas baseadas na perspectiva “utópica”. Lenin categorizou todas as pessoas em dois grandes grupos: aqueles que apoiam a revolução comunista e os que não apoiam, além daqueles que não foram marcados para serem destruídos.
Com o materialismo dialético como sua força motriz, os comunistas não recuam. Se o outro lado aceita um compromisso, os comunistas simplesmente ganham terreno, e então continuam a avançar implacavelmente sua agenda enquanto o lado oposto é gradualmente desgastado e perde terreno. Quando a revolução violenta falha, o objetivo do comunismo é primeiro exigir “tolerância”, então “aceitação” e finalmente forçar sua “adoção/incorporação”.
Durante esse processo, todos os que se opõem são vilificados com rótulos políticos, o que permite serem atacados por aliados comunistas. Este é o coração do conceito de “politicamente correto” formulado por Mao em 1957 e sua pressão contínua para estabelecer uma visão moral alternativa baseada nos objetivos políticos do regime comunista, com a inversão dialética das questões desde seus fundamentos.
Uma visão de mundo negativa
A visão comunista do mundo, e todas as questões contempladas sob essa perspectiva, são constituídas por meio da inversão, com o materialismo dialético como ferramenta para identificar as inversões.
Sob sua dialética, a percepção comunista é de negatividade generalizada. Ela pretende alterar a percepção de todas as questões de uma pessoa para que qualquer um que siga sua doutrina interprete as questões por meio de suas inversões e adote o caminho dessas inversões.
Para entender isso, é preciso um pouco de experiência no assunto.
Todos nós temos percepções diferentes do mundo que nos rodeia. Duas pessoas que olham para o mesmo evento podem interpretá-lo de diversas formas, com base em suas percepções moldadas por sua cultura, experiência, educação e crenças.
O comunismo trabalha para mudar as percepções de uma pessoa e incutir uma “visão de mundo comunista”, que usa o materialismo dialético para inverter as normas sociais e adotar o negativo como sua postura.
Segundo Kincaid, a dialética comunista fabrica a luta contra as normas sociais usando contradições, segundo o princípio comunista da “luta dos opostos”.
Em termos dos objetivos do comunismo – a revolução para derrubar à força toda a hierarquia, tanto social como espiritual – Kincaid diz que, para que o comunismo assuma o poder, seus conceitos invertidos devem destruir as percepções que anteriormente existiam numa sociedade. Devido à forma como o materialismo dialético opera e a maneira como ele identifica quais são os pontos que os comunistas se opõem e quais defendem, as questões e as políticas dos movimentos comunistas podem variar muito de país para país.
Kincaid cita “The Penkovsky Papers” de Oleg Penkovsky em 1965 para descrever quão radicalmente diferente era o pensamento entre pensadores dialéticos soviéticos e pensadores não dialéticos.
Penkovsky disse que se alguém apresentasse o mesmo conjunto de informações a generais nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na União Soviética, “o estadunidense e o inglês talvez pudessem chegar à mesma conclusão… mas o general soviético chegaria a conclusões radicalmente diferentes dos outros dois”.
Isto porque Penkovsky disse que, para o comunista, “o processo lógico de sua mente é totalmente diferente do dos seus homólogos ocidentais, porque ele usa a dialética marxista, enquanto os outros usarão alguma forma de raciocínio dedutivo”.
Uma ideologia obscura
Uma das principais mudanças que Marx e Engels fizeram na dialética de Hegel para construir sua dialética comunista foi remover todos os elementos espirituais. No entanto, se analisássemos o materialismo dialético do ponto de vista da antropologia, esta revelaria uma crença obscura e destrutiva.
Os métodos de inversão na dialética comunista não são novos. A abordagem da inversão para criar entendimentos alternativos é um fundamento central das práticas ocultas obscuras que formam suas crenças invertendo interpretações e percepções de práticas tradicionais.
O conceito de inversão foi detalhado pelo Centro de Pesquisa do Terrorismo em seu livro de 2016, “Blood Sacrifices: Violent Non-State Actors and Dark Magico-Religious Activities,” editado por Robert J. Bunker, um ex-consultor na Academia do FBI na Virgínia em 2015 e professor-adjunto de pesquisa no Instituto de Estudos Estratégicos da Escola de Guerra do Exército dos EUA. O termo “mágico” neste caso refere-se à percepção e intenção por trás das atividades cerimoniais.
Ele afirma que “nós, como espécie, não percebemos a realidade objetiva, mas sim uma série de esquemas simbólicos limitados, mediados e interligados que nós, como indivíduos, assumimos como sendo ‘realidade’.”
Ele afirma que nossas percepções da realidade podem ser alteradas por meio de sistemas externos, relacionados a como interpretamos o significado de questões, eventos ou objetos como sendo “símbolos” dentro do “ciclo de significado” de nossas próprias ideologias.
Dentro desse sistema, a ideia de “magia criminal” relacionada às intenções e à percepção é descrita como sendo a percepção promovida dos problemas que “atua como uma visão de mundo que se opõe à visão socialmente dominante”.
Por exemplo, algo que se opõe à visão de mundo religiosa incluirá informações que violam as opiniões da religião sobre o que é certo e o que é errado, e as acusações podem incluir “roubo de crianças, assassinato ritual e canibalismo, e o culto do ‘mal’”.
Se o conceito fosse aplicado às visões políticas de mundo, afirma ele, o elemento “magia criminal” normalmente se centra em torno da “ruptura da ordem social, uma profanação da ‘tradição’ ou ‘história’, e a derrubada da moral social”.
A forma mais importante e “perigosa” disso, afirma, é “a que inverte os componentes essenciais da própria visão de mundo com o objetivo específico de ganhar domínio e poder por meio do medo e do terror… Esta magia criminal de tipo 2 é referida por muitos ocultistas como o Caminho da Mão Esquerda.”
O “Caminho da Mão Esquerda” relaciona-se estreitamente aos métodos dialéticos comunistas para alcançar a revolução.
Ele afirma que o Caminho da Mão Esquerda degrada seus próprios membros para se tornarem “peões a serem manipulados, usados e descartados”. Vemos isso, por exemplo, nos chamados “idiotas úteis” que ajudam os regimes comunistas a conquistarem o poder, apenas para serem marcados para a morte sob o comunismo.
O Caminho da Mão Esquerda também encoraja seus seguidores a se tornarem “sociopatas de fato“, os quais vemos sob a rejeição comunista da moral e sua crença em fomentar o sofrimento humano para avançar em seus objetivos.
É de se notar que, se não for controlado, o Caminho da Mão Esquerda “põe em perigo a sobrevivência de toda a sociedade e sua visão de mundo” por meio da sua degradação intencional da confiança nas visões de mundo existentes e trabalhando para conter e destruir aqueles que se opõem às suas visões de mundo.
Natureza da ferramenta dialética comunista
A natureza da dialética comunista, com suas inversões ideológicas e revoluções do Caminho da Mão Esquerda, levaram muitos escritores a apontarem suas semelhanças com o satanismo, que, em suas formas originais, trabalhava invertendo a moral e as cerimônias do cristianismo e do catolicismo.
De acordo com “Marx e Satanás” de Richard Wurmbrand, um dos traços da magia negra é a inversão dos nomes, e “as inversões em geral permearam toda a maneira de pensar de Marx que ele as usou por toda parte. Ele respondeu ao livro de Proudhon ‘A Filosofia da Miséria’ com outro livro intitulado ‘A Miséria da Filosofia’. Ele também escreveu: ‘Ao invés de usarmos a arma da crítica, temos de usar a crítica das armas.’”
O que o autor estava observando era a dialética comunista em ação, com seus traços de inversão. Mas o autor também estava certo sobre a natureza da técnica, algo que, de fato, está profundamente enraizado nas práticas do Caminho da Mão Esquerda, que seriam definidas como “demoníacas” segundo a perspectiva religiosa.
Marc Tyrell, antropólogo simbolista e coautor de “Blood Sacrifices“, disse via e-mail que costuma descrever a teoria marxista para seus alunos como “a última grande heresia cristã, já que ela inverte muitas das estruturas míticas do cristianismo”.
Ele acrescentou, no entanto, que “seu estilo operacional na verdade precede o cristianismo”, e que a ideologia comunista pode ser rastreada até ideologias ocultistas obscuras mais antigas.
De acordo com Tyrell, as ideias de “bem” e “mal” não são necessariamente binárias, uma vez que as percepções de ambos mudarão de acordo com as visões sociais e religiosas e de mundo de uma pessoa. No que diz respeito às diferenças entre Caminho da Mão Direita e Caminho da Mão Esquerda, ele disse que isso se refere mais claramente às posições polares, como “Ordem e Caos”, “Lei e Anarquia” e “Previsibilidade e Incerteza”.
Suas descrições do Caminho da Mão Esquerda, disse ele, referem-se a um “envenenamento do caos, da anarquia e da incerteza; a evocação e manipulação proposital dessas reações para ganhos pessoais”. De uma perspectiva espiritual, “isso pode destruir completamente a alma das pessoas que fazem isso”, disse ele.
“O Camboja é provavelmente o melhor exemplo” de um sistema do Caminho da Mão Esquerda, disse ele, referindo-se ao governo comunista do Khmer Vermelho, que matou cerca de um terço da população do país. Mas ele acrescentou: “Podemos encontrar exemplos similares em praticamente todos os países comunistas.”
Ricardo Bergamini
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