MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964
Avião voa sobre a orla carioca em 31/03/2014, ostentando faixa com os seguintes dizeres: "PARABÉNS MILITARES - 31/MARÇO/64 - GRAÇAS A VOCÊS O BRASIL NÃO É CUBA". Clique na imagem acima para acessar MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964 - uma seleção de artigos sobre o tema.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

INIMIGOS PÚBLICOS Nº 1, 2, 3, 4, ... por Percival Puggina

INIMIGOS PÚBLICOS Nº 1, 2, 3, 4, ...

por Percival Puggina. Artigo publicado em 06.10.2017

Todos os 210 milhões de brasileiros têm consciência de que sua vida pende do fio da casualidade. Basta estar no lugar errado na hora errada. Esta independe do que diga o relógio, aquele pode ser qualquer um. No entanto, parece passar despercebido o fato de que a totalidade dos quase 60 mil homicídios/ano no Brasil são praticados por criminosos fora das grades, soltos nas nossas ruas. As prisões estão lotadas e os homicidas em liberdade matam nessa proporção!
Aliás, se somarmos os homicídios cometidos por ano em toda a Europa, mais Rússia, China, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e acrescentarmos ainda alguns países do Oriente Médio, não se chega aos 59.080 homicídios intencionais ocorridos no Brasil em 2015, último ano com resultados consolidados pelo IPEA no Atlas da Violência 2017. É o maior número entre os países do globo! O terrorismo mata muito menos que a criminalidade nacional, a mais homicida do planeta.
Por outro lado, relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado em 2016 informou que 7,9% das pessoas entrevistadas no Brasil pela pesquisa Better Life Initiative reportaram terem sido vítimas de assalto nos 12 meses anteriores. Essa taxa é o dobro da média dos países pesquisados e sugere um número de ocorrências contra o patrimônio da ordem de vários milhões anuais. E ainda aparece gente para sustentar que temos presos em excesso! O que há no Brasil é um número inacreditável e intolerável de bandidos de todas as "especialidades" que precisam ser capturados, julgados, encarcerados e permanecerem presos até o cumprimento total de suas penas, para o bem da sociedade.
Estou falando dos inimigos públicos que atuam diretamente contra a vida e o patrimônio alheios. Mas a lista dos adversários da nossa segurança precisa acrescentar:
• os desencarceramentistas, para os quais, se a cadeia não reeduca, então deve abrir as portas;
• os bandidólatras (no dizer do excelente livro Bandidolatria e Democídio), para os quais os bandidos são agentes de transformação social e vítimas da sociedade, indivíduos dos quais não se poderia exigir outra conduta;
• os garantistas instalados no Poder Judiciário e em outras instituições e órgãos do Estado, que não se sentem comprometidos com a segurança da população, dado não ser sua função evitar que crimes ocorram, o que os faz moralmente responsáveis por muitos que poderiam ser cautelarmente evitados;
• os inimigos da redução da maioridade penal, que lacrimejam ante a simples possibilidade de que um brutamontes de 17 anos, estuprador e assassino, não seja tratado com as benevolências devidas a um reeducando em instituição socioeducativa;
• os defensores do desarmamento, manipuladores de estatísticas, maus leitores dos bons exemplos internacionais, acocorados no mundo da lua, exclamando que a terra é azul;
• os políticos alinhados ou influenciados por uma ou por todas essas correntes, que para nosso azar abandonaram o sistema penitenciário e a lei penal à própria sorte, criando o caos que serve esplendidamente aos criminosos;
• os defensores dos direitos humanos dos bandidos, sempre alertas para protegê-los ou a pranteá-los com enlevos e aconchegos maternais, jamais interessados nas inocentes vítimas de sua cupidez, violência e perversões;
• os inimigos ideológicos da atividade policial e da necessária repressão ao crime, corregedores avulsos de cada operação policial, responsáveis por muitas mortes de agentes da lei cujo gatilho tardou em ser acionado com receio da repercussão.
Todos, a seu modo, desservem à sociedade e ampliam, direta ou indiretamente, a insegurança de nosso cotidiano.
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* Percival Puggina (72), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

No IPCO: Força Aérea forte e organizada para enfrentar ameaças à integridade nacional

Posted: 04 Sep 2017 01:30 AM PDT
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno,
chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica falando no IPCO
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu em 20 de agosto último no Club Homs, situado na Avenida Paulista da capital bandeirante, uma brilhante conferência do Major Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno, chefe de gabinete do Comandante da Aeronáutica.

Abrindo a sessão, o Dr. Plinio Vidigal Xavier da Silveira, diretor do Instituto, recordou as anteriores conferências de representantes do Exército e da Marinha, as quais foram de grande proveito para o conhecimento das reais potencialidades dessas duas armas.

Mas faltava que um membro graduado da Aeronáutica discorresse sobre a capacidade de defesa aérea de que o Brasil dispõe, tendo em vista nossa enorme extensão territorial.

Para atender a esse anseio, o Instituto convidou uma grande autoridade na matéria, o Major Brigadeiro Damasceno, conhecido por sua competência e brilhante carreira, premiada com 32 condecorações.

Ele apresentou um histórico da força militar mais jovem — de 76 anos, fundada em 1941 —, dividindo-a em quatro gerações de 25 anos:
primeira, de 1941 a 1966, trabalhou na consolidação das bases e do sistema civil;
segunda, de 1966 a 1991, organizou o sistema de defesa e a indústria aérea com a Embraer;
terceira, de 1991 a 2016, estabeleceu o comando, o controle e a missão de interoperabilidade; e, por fim,
quarta geração, de 2016 a 2041, está realizando a operação conjunta e combinada.

Panorâmica do auditório
Panorâmica do auditório
O mais recente plano de defesa e manutenção da soberania — Dimensão 22 — compreende 12 milhões de km2 do território mais a plataforma continental, com outros 10 milhões de águas internacionais.

Esses 22 milhões são calculados em termos de volume, por incluírem a altura do espaço aéreo.

O brigadeiro Damasceno ressaltou que essa meta só é alcançável mediante virtudes como disciplina, patriotismo, integridade, profissionalismo e comprometimento. O lema da FAB — Asas que protegem o País — baseia-se nas ações Integrar – Defender – Controlar.

O Controle Aéreo — SISDACTA — conta com 174 postos em funcionamento 24 horas por dia, ao mesmo tempo em que nas bases de aviões de caça um piloto e um sargento mecânico estão de prontidão para um eventual voo de interceptação de tráfico.

Anualmente são detectados em média 1.500 tráficos ilícitos, em sua maioria irregularidades por falta de plano de voo.

Momento da palestra
Momento da palestra
Além de uma rede de radares, o brigadeiro Damasceno explicou os procedimentos observados nas detecções, especialmente na fronteira seca.

Depois da advertência vem o tiro de aviso e, por fim, o tiro de destruição, que só é acionado com autorização do Comandante da Aeronáutica por delegação do Presidente da República.

Projetando breves filmes, o conferencista mostrou as várias funções da FAB, os novos aviões de caça Gripen, adquiridos da Suécia, bem como os cargueiros KC 390, de fabricação nacional — os maiores aviões produzidos no hemisfério sul e com boas expectativas de exportação.

Um novo Satélite Geoestacionário para Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), de duplo emprego (civil e militar), foi lançado do Centro Espacial de Kourou, localizado na Guiana Francesa.

Após voar a uma velocidade da rotação da Terra, esse satélite permanece “estacionado”, supervisionando continuamente o espaço aéreo brasileiro.

O brigadeiro ressaltou que o orçamento da FAB corresponde a 3% da receita e que nas pesquisas de confiabilidade as Forças Armadas estão em primeiro lugar, acima das Igrejas.

Ele terminou sua exposição com chave de ouro, citando Otto von Bismarck (“Com leis ruins e funcionários bons ainda é possível governar; mas com funcionários ruins as melhores leis não servem para nada”) e Plinio Corrêa de Oliveira (“Civilização é a possibilidade que Deus dá aos homens de melhorar o rascunho que Ele mesmo fez”).

Nas perguntas foi levantado o perigo da Venezuela — que praticamente caiu sob o regime comunista — e, em consequência, uma eventual invasão pelo Norte do Brasil. Estaremos preparados para defender as nossas fronteiras?

O brigadeiro respondeu que as questões políticas são ligadas a outros Ministérios, mas garantiu que a diplomacia precisa de Forças Armadas fortes.

No final do evento foram sorteados livros difundidos pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Por sua vez, o brigadeiro entregou aos participantes da mesa uma bela medalha do GABAER (Gabinete do Comandante da Aeronáutica).

O encontro se encerrou com o tradicional coquetel e animadas conversas.


(Autor: Nelson Ramos Barreto)


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O BRASIL À VENDA, por Nivaldo Cordeiro

O BRASIL À VENDA

por Nivaldo Cordeiro

03/09/2017


Nota do ex-ministro Bresser Pereira no Facebook (Ver aqui) com o título acima é pertinente pela pergunta que propôs, não pelas respostas que tentou dar. Bresser está cada vez mais esquerdista e nacionalista e perdeu o senso do real. Não apenas as empresas estatais estão sendo postas à venda, mas também empresas privadas de todos os tamanhos. Ocorre que as causas que determinam as privatizações são diversas daquelas que terminam a desnacionalização. No primeiro caso é porque é preciso estancar o processo de crescimento da dívida pública, que afinal também financia os ativos governamentais, além dos déficits. Vender ativos é a forma racional e eficaz de mostrar seriedade no trato das finanças públicas. Um país quebrado não pode ser dono de tantos ativos, muitos deles gerando resultados muito abaixo do que gerariam se estivessem sob administração privada.

O crescimento desenfreado da dívida pública levará fatalmente à desordem do Estado e da economia como um todo. É dever do governante se antecipar e impedir esse mal, que poderia arruinar o país por gerações, além de convidar toda sorte de populistas e aventureiros a se candidatarem ao posto de salvadores da pátria, que poderia cair nas mãos de algum delirante. O perigo político é real e se segue sempre à desordem econômica.

Já o setor privado está à venda porque é inerente a ele vender quando aparecem boas ofertas. Além disso o empresariado brasileiro está cansado de trabalhar para dar dinheiro ao governo e aos empregados. O risco jurídico de ser dono de empresa produtiva no Brasil é imenso e quem pode se livra da folha de pagamento.

Em ambos os casos nada de mal acontece ao Brasil enquanto país, enquanto comunidade. Suponha que a Eletrobras seja vendida, até mesmo para os chineses. Ela continua em solo brasileiro, operada por brasileiros e suprindo o mercado interno. Lembramos que a cada 100 reais faturado ela continuará pagando ao menos 40% de impostos, pois o governo é sempre o sócio maior nos resultados de qualquer empreendimento. Continuará sujeita à legislação brasileira e aos órgãos de controle brasileiro. Em resumo, nada muda, exceto que ela deixaria de ter ingerência política dos conhecidos grupos políticos que a parasitam desde sempre.

No caso das empresas privadas é mais singelo: nenhuma diferença faz o dono nominal. Tal e qual a uma empresa privatizada ela continuará a pagar impostos, gerar empregos e sujeita aos controles nacionais. Levantar bandeira nacionalista nesse caso é indigente. Bresser Pereira deveria se perguntar porque o grupo político do qual faz parte – PSDB e PT – transformou o Brasil em uma nação contrária ao empreendedorismo e perigosa para empreender.

A bela frase do inglês Samuel Johnson continua válida: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. O fato é que o Brasil se encontra numa sinuca e em um momento histórico da maior gravidade. A solução virá pela via do mercado – com a venda dos ativos, sim, para nacionais ou estrangeiros – pois a alternativa é o estatismo de triste memória. O nacionalismo à la Bresser é canto de sereia, é uma mentira política e um desastre econômico.

EMBRAPA: A destruição do último reduto petista


A destruição do último reduto petista

O PT não se contentou em quebrar a Petrobras e a Eletrobras durante os governos Lula e Dilma. Esfacelou também a Embrapa, referência em pesquisas agropecuárias. E, pior: o partido continua administrando a estatal

A destruição do último reduto petista
DEMANTELAMENTO: A empresa, uma ilha de excelência técnica, está sendo dilapidada pelo PT
A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) sempre foi considerada uma ilha de excelência técnica. Depois de mais de 13 anos sob administrações petistas, transformou-se em mais uma estatal que o PT teve a proeza de desmantelar. E essa não é a única má notícia para os que zelam pela aplicação correta dos recursos públicos. A ascensão de Michel Temer à Presidência não impediu que os petistas permanecessem até hoje no comando dos postos-chave da estatal. Ou seja, o horizonte é ainda mais nebuloso. Documentos obtidos por ISTOÉ retratam um cenário caótico. Desde dívidas tributárias milionárias, devido a uma péssima administração, a denúncias graves por desvios de recursos. A unidade da Embrapa em Brasília, por exemplo, até hoje paga parcelas de uma multa milionária por descumprir a legislação tributária. Uma auditoria interna do órgão também apontou que o dinheiro obtido com a venda das safras de milho cultivadas anualmente simplesmente tem desaparecido. O desfalque pode chegar a quase R$ 6 milhões.
O aparelhamento do PT na Embrapa começou no governo Lula, foi ainda mais acentuado com Dilma Rousseff e resiste até hoje, mesmo com a gestão do novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP). O presidente da estatal Maurício Antônio Lopes foi nomeado a pedido da própria Dilma. Já sua subordinada Vânia Beatriz Castiglioni, diretora de Administração e Finanças, não esconde de nenhum funcionário que é filiada ao PT e afilhada política da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Vânia é personagem principal em uma dessas irregularidades na gestão da Embrapa. Uma de suas decisões grosseiras custou aos cofres da empresa pública R$ 20 milhões referentes à multa por não recolhimento de tributos à Receita Federal. A dívida, originalmente, foi estipulada em R$ 40 milhões, mas a assessoria jurídica da Embrapa conseguiu reduzir para R$ 23 milhões. O montante foi parcelado em 60 vezes e, até agora, foram pagas cerca de 20 parcelas. Porém, por desleixo com os recursos públicos, as parcelas são sempre pagas com atraso e, por isso, corrigidos com juros altíssimos. Conforme está descrito no Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) de 22 de agosto de 2016 a dívida principal era de R$ 399 mil. Mas, devido ao atraso, passou para R$ 873 mil, mais que o dobro. Procurada para explicar o motivo da multa, a Receita Federal explicou que “devido ao sigilo fiscal, não comentaria o caso de contribuintes específicos”.
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A negligência petista
A Embrapa devia R$ 23 milhões em tributos à Receita que deveriam ser pagos em parcelas de R$ 399 mil, mas devido ao desleixo da diretora petista do órgão, que pagava com atraso, a prestação subiu para R$ 873 mil. Em sindicâncias internas, verificou-se também o desaparecimento de dinheiro arrecadado com a venda de alimentos produzidos nos campos experimentais
BARBEIRAGEM: Vânia Beatriz Castiglioni, diretora de Administração e Finanças da Embrapa, é afilhada da senadora Gleisi Hoffmann. Suas decisões equivocadas geraram um prejuízo de R$ 20 milhões à estatal
BARBEIRAGEM: Vânia Beatriz Castiglioni, diretora de Administração e Finanças da Embrapa, é afilhada da senadora Gleisi Hoffmann. Suas decisões equivocadas geraram um prejuízo de R$ 20 milhões à estatal
Móveis na fogueira
Em um episódio anterior, Vânia chegou a ser investigada pela Controladoria-Geral da União por supostas irregularidades na criação da Embrapa Internacional, nos Estados Unidos, que acabou interrompida pelo Ministério da Agricultura. A iniciativa foi feita sem ser submetida ao conselho de administração da estatal. No relatório, a CGU lança suspeita sobre uma empresa que financiou o projeto, a Odebrecht na Venezuela, que bancava as ações da Embrapa no país vizinho. O negócio teve apoio dos ex-presidentes Lula e Hugo Chávez. A CGU apontou a iniciativa como irregular.
Mesmo quando não aparece sua digital nas irregularidades, Vânia acaba pagando por omissão. Um parecer da assessoria jurídica da Embrapa obtido por ISTOÉ culpou a diretora por não acompanhar a sindicância que detectou desvio de recursos da venda de safras de milho cultivada em 70 hectares da Embrapa Hortaliças, situada na cidade do Gama. Além de desaparecer com o dinheiro, o chefe-geral da unidade, Jairo Vidal Vieira, este ligado ao grupo do ex-ministro Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula, também não revelava o montante arrecadado por ano com a venda do alimento. Servidores do setor contaram que cada hectare produz 150 sacas. Cada uma é vendida a R$ 50. Sob essa conta, o total vendido por ano seria de R$ 525 mil. A prática delituosa ocorre desde 2006, quando Lula era presidente.
Como se não bastassem esses prejuízos, a administração do departamento de hortaliças da Embrapa ainda queimou em uma fogueira, durante três dias, peças do mobiliário antigo que iria para leilão, como mesas, cadeiras e bancadas de laboratórios. A ordem era limpar o galpão para receber a ilustre visita da senadora Kátia Abreu,à época ministra da Agricultura. A PF investiga o caso – mais um exemplar, entre tantos, da delituosa gestão petista.
Foto: Orlando Brito

terça-feira, 29 de agosto de 2017

POLITICAMENTE CORRETO E SERVIDÃO MENTAL

POLITICAMENTE CORRETO E SERVIDÃO MENTAL

por Percival Puggina. Artigo publicado em 18.08.2017

Lembro-me da primeira vez em que fui advertido de estar sendo politicamente incorreto. "Isso significa que não posso usar a palavra promiscuidade?", perguntei receoso. "Claro que não pode!", foi a resposta que ouvi. Desde então, ser contra essa arenga virou preceito para mim. Tornou-se evidente, ali, que o controle do vocabulário é sutil forma de dominação cultural e política. Impõe servidão mental.
O politicamente correto declara encerrados certos debates e dá por consensuais, por irrecorríveis, conceitos boa parte das vezes insustentáveis numa interlocução esclarecida e bem intencionada. Estamos vendo isso acontecer todos os dias e o fato que trago à reflexão dos leitores dá testemunho.  Encontrei-o por acaso, na internet.
Em maio passado, um delegado de polícia, que é também jornalista, comentou em grupo do whatsapp um estupro de menor (menina de 11 anos que vivia com a mãe). Referindo-se ao caso, observou que "crianças estão pagando muito caro por esse rodízio de padrastos em casa”. O delegado ocupava função de direção na área de comunicação social de sua instituição. A frase foi qualificada como machista e ele, de imediato, exonerado. Fora, politicamente incorreto! Constatara uma obviedade: as sucessivas trocas de parceiros por parte de mulheres independentes expunha as crianças a contatos de risco.
Indagado pelo Jornal Metrópole sobre se estava arrependido o delegado respondeu que não.
“Precisamos discutir responsabilidades e freios morais. As crianças não podem pagar pelas atitudes desmedidas dos adultos, sejam eles homens ou mulheres. Quem leva uma prostituta para casa está arriscando a segurança de seus filhos. Da mesma forma como alguém que levar um psicopata, um ladrão, um homicida para dentro de casa estará colocando a vida dos filhos em risco”. E mais adiante: "Precisamos ter responsabilidade para enfrentar esse tema".
Criado o monstro é preciso alimentá-lo. E ele é nutrido por casos como esse em que o referido delegado ousou expor ideias que não devem ser expressas. Uma coisa é a dignidade da pessoa humana e o respeito a ela devido. Outra é assumir que, em vista dessa dignidade, resultem abolidos os valores que lhe são inerentes. Ou que esses valores sequer possam ser explicitados em público. E ai de quem faça alguma afirmação na qual se possa intuir fundamento religioso ou da moral correspondente! 
A afirmação do policial foi irretocável, mas envolvia uma advertência sobre o exercício irresponsável dos direitos sexuais. E há, sim, uma correspondência entre direitos e deveres que, na situação genérica descrita, são os da mãe, do pai, ou do cuidador responsável por menores no âmbito do lar. Ora bolas!

Pai escreve carta ao filho sobre novela da Globo


Pai escreve carta ao filho sobre novela da Globo

Ontem, por ocasião da apresentação da novela das oito, você perguntou sobre o motivo da minha indignação, quando eu vi a ‘idolatria midiática’ aos bailes funks, onde criminosos ostentavam fuzis cantando e pulando, estando rodeados por belas jovens no ritmo das melhores músicas e bebidas fartas.

Você, com seus quatorze anos de idade, achou estranho eu não gostar daquelas cenas e tentarei explicar o porquê:

1) só quem pode usar fuzil são as forças de segurança do governo, que fazem algumas concessões às forças auxiliares. Fuzil é armamento de guerra; e não armamento do tráfico e da opressão; 

2) O funk verdadeiro não pode ser associado à rodas de bandidos armados, pois é um estilo de música rico e com sua importância cultural; e não de apologia ao crime;

3) aquelas lindas jovens exuberantes que ostentam joias e roupas da moda em corpos esculturais serão escravas dos traficantes que as presenteiam e, geralmente, não passam dos vinte anos de vida ou são mortas ou presas antes disso;

4) aqueles jovens imponentes e cheios de si empunhando fuzis não chegarão aos vinte anos de vida, na maioria, serão mortos por gangues rivais ou serão presos antes disso;

5) aquelas bebidas e músicas ‘maneiras’ são financiadas pela ‘morte de inúmeros usuários de drogas ou vítimas da violência urbana que busca dinheiro para patrocinar aquele baile "feliz" que a novela mostrou;

6) a bela atriz principal no papel de esposa de bandido começou a ficar deslumbrada pelo ‘poder paralelo’ que ostenta luxo e caras felizes. Contudo, quem associa-se ao tráfico não tem passe livre na sociedade, só no submundo; tem que viver escondidos nos morros;

7) milhares de pessoas morrem sem assistência médica porque o dinheiro que deveria ser alocado para a melhoria da saúde tem que ser redirecionado às forças policiais para combater aqueles bandidos "felizes" que a  novela mostrou…

Por fim, eu poderia listar muitos outros motivos para que eu não tenha ficado contente com a ‘apologia ao crime apresentada na TV, mas disfarçada de crítica social’, porém já me basta apenas dizer-lhe no auge dos seus quatorze anos que ‘jamais a ilicitude trará benesses e que o caminho dos homens honrados dar-se-á sempre pela via dos estudos, da compaixão em comunidade e da Fé em Deus.

Filho, não se deixe enganar por essa máquina de alienação de massa, pois, no fundo, ela também financia "aqueles bailes maneiros e regados a gente bonita e a fuzis".

Autor: seu pai

Isso sim, vale a pena a gente repassar e tirar 1 minuto do nosso tempo para fazer a leitura.


POR ESSA, O GOVERNO NÃO ESPERAVA!

POR ESSA, O GOVERNO NÃO ESPERAVA!

PROJETO DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO DE INICIATIVA POPULAR ENTREGUE ONTEM AO CONGRESSO NACIONAL  COM O NÚMERO RECORDE DE 2. 500. 000. 000 (DOIS MILHÕES E QUINHENTAS MIL ASSINATURAS!!  MAIOR DO QUE O DA "FICHA LIMPA"! ) ORGULHOSAMENTE REPASSO. 

LUCIANA UCELLI

A cobra vai fumar
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma idéia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.

Lei de Reforma do Congresso de 2013 (emenda à Constituição) PEC de iniciativa popular: Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

🇧🇷1. Fica abolida qualquer sessão secreta e não-pública para qualquer deliberação efetiva de qualquer uma das duas Casas do Congresso Nacional. Todas as suas sessões passam a ser abertas ao público e à imprensa escrita, radiofônica e televisiva.

🇧🇷2. O congressista será assalariado somente durante o mandato. Não haverá ‘aposentadoria por tempo de parlamentar’, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.

🇧🇷3. O Congresso (congressistas e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

🇧🇷4. Os senhores congressistas e assessores devem pagar por seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

🇧🇷5. Aos Congressistas fica vetado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

🇧🇷6. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

🇧🇷7. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

🇧🇷8. Exercer um mandato no Congresso é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.

“A petição com os dois milhões e meio de assinaturas chegou ontem no congresso nacional.Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta PEC - Proposta de Emenda Constitucional - é AGORA! 

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO 🇧🇷🌈

Se você concorda com o exposto, REPASSE.  Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

🌈Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.🌈

Não se acomode!
Não adianta apenas reclamar!!!
Não custa repassar!!!
Apoiado!👊🇧🇷🇷🌈